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Contato e Cartazes

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CARTAZES DE EXPOSIÇÕES RECENTES DE ORQUÍDEAS.


53 Comentários »

  • Wilmar Zielinski dito:

    Gostaria de saber se existe a possibilidade de adquirir uma muda da orquídea Bulbophyllum medusae e o valor.
    Aguardo seu retorno.
    Wilmar Zielinski
    R.: Wilmar, eu não comercio orquideas. Mas você pode encontrar dela à venda no Orquidario Imirim ou Orquidario 4 Estações. Digite no Google esses nomes que fornecerão os links e poderá comparar o melhor preço. Tenho apenas essa mostrada no artigo mas evito tirar mudas, pode comprometer seu crescimento e matá-la, o que seria um desastre, pois gosto muito dela. Abraços.

  • Luciana dito:

    Caro, José Luis !
    Hj qdo entrei no site tive a feliz surpresa de vê-lo repaginado.
    Parabéns !
    Ah, minhas orquideas estão lindas e tenho várias florescendo. A receita do adubo está sendo muito eficaz e meu marido está se especializando na confecção ensinada por vc dos vasos com garrafa pet.
    Abraço,
    Luciana.
    R.:Olá Luciana! Bom saber que teu marido é teu companheiro também no cultivo de orquídeas! Parabéns!

  • Cristiano ferreira dito:

    nullSou um orquidófilo iniciante da cidade de Araxá. Gostaria de saber qual a classificação da orquídea que aparece no alto do blog? Sobreposta a imagem da cidade de Cuiabá.
    Desde já agradeço a atenção.
    Cristiano
    P.S: Parabéns pelo blog encontrei ótimas informações aqui e já está na lista de favoritos. Encontrei o blog em uma busca por cultivo de L. flava. na verdade no blog não encontrei nada a respeito, mas encontrei outras informações , especificamente a matéria da C. araguaienses, muito completa e ampla. mais uma vez parabéns
    R.: Olá Cristiano, seja bem-vindo! A foto mostra flores da minha híbrida, Laeliocattleya Maria Ap. Barani. Suas flores são vistosas, grandes e perfumadas! Aqui uma outra foto dela, sem recortes. Observe que ela dá até 3 ou 4 flores numa só haste. Abraços.

  • Juscelia dito:

    Boa Tarde!
    Sou apaixonada por orquídeas e gostaria de saber quanto que custa os livros sobre orquídeas? como faço para comprar um?
    R.: Boas livrarias como Siciliano, Saraiva e Melhoramentos com atendimento via internet, vendem publicações conhecidas, nas filiadas da Estante Virtual também. Basta digitar no Google buscas as palavras “livros orquideas” para acesar links com diversas opções de temática “orquideas”. Os preços variam muito, acima de R$20,00 sem contar o valor do frete. Sugiro comprar as revistas “O mundo das orquídeas” e “Como cultivar orquideas”, facilmente encontradas nas bancas mensalmente, preço razoável e com assuntos sempre atuais e interessantes sobre cultivo de orquídeas. Abraços.

  • Martina dito:

    ola. gostaria de saber se vc saberia me indicar, ou se vc mesmo tem, para venda, a orquidea negra e azul (nao roxa)
    obrigada
    R.: Respondido via email. Obrigado pela visita. Abraços.

  • ELAINE MARIA dito:

    Caro José LUis,

    Será que conseguimos salvar minha orquidea??

    Ganhei uma orquidea , no meu aniversário em abril, neste ano. Depois que caiu a flor, cortei o caule como estava descrito na embalagem e troquei para um vaso de ceramica com substrato de coco colocado embaixo. Mas ela esta com as folhas amarelas e estão murchando. O que devo fazer ? O vaso fica na sacada, só pega sol no período da manha.

    No aguardo agradeço .

    Elaine Maria
    R.: Elaine, talvez o replantio nesse substrato de fibra de coco tenha prejudicado sua planta. Particularmente evito a todo custo usar substrato comercial de fibra de coco, em razão do excesso de tanino que existe nele, sem contar a salinidade. Falando em substrato de fibra coco, é muito confuso seu conceito por principiantes e até comerciantes que revendem-no sem saber as indicações de uso. No mercado existem vasos prensados e estacas ou pranchas de fibra de coco com uma cola tipo látex para maior aderência, os quais, com o tempo e umidade das regas ficam deformados ou esfarelam-se; existe também um pó de fibra de coco (na minha modesta opinião todos ruins para plantio de orquídeas porque a indústria precisa ainda melhorar a qualidade) e o mais ideal que é a casca cortada em granulação que varia de fornecedor para fornecedor. Eu não compro nenhum deles, prefiro eu mesmo preparar o meu, cortando a casca depois de seca e desidratada naturalmente ao relento após alguns meses, em pedaços de uns 3 cm cada. Nunca uso apenas esta fibra, normalmente faço um mix com casca de pinus, pedaços pequenos de madeira e também brita pequena para forrar o vaso e garantir boa drenagem se o substrato estiver muito compactado . Como sua planta esta com as folhas amarelas e desidratadas, é preciso saber se ela está exposta ao sol por volta de 11h e meio-dia, o tal “sol a pino”, que é prejudicial porque nalgumas orquídeas provoca a queima da folha, criando inicialmente manchas acinzentadas que depois tornam-se enegrecidas. Se o substrato de coco que você usa é aquele tipo fibra, bem desfibrado, formando um tufo de fios, ele segura muito pouca umidade e se muito compactado faz o inverso. Sugiro contato com algum orquidófilo de sua cidade para te ajudar nisso. De qualquer forma experimente trocar o substrato atual por um tipo mix como mencionei acima. Outra coisa, você deve ter cortado a haste que segura a flor, é isso? Não entendi bem esse detalhe. Uso de objeto cortante em orquídea sem a prévia desinfecção na chama do fogo ou alcool pode, eventualmente, transmitir agente patógeno. Um exemplo…algumas hortaliças que temos em casa, no momento de manipulá-las é comum algumas apresentarem alguma podridão causada por botrytis, principalmente em hortaliças tipo repolho ou frutas como morango. Dai que evitamos colocar orquídeas sobre bancada da pia da cozinha para algum serviço. O ideal é ter um espaço próprio para elas, fora da cozinha, no momento de fazer algo tipo poda, replante etc. Resta saber ainda, se sua planta, quando foi comprada já estaria com alguma doença que evoluiu; tem também a hipótese de adubação excessiva que acaba “queimando ” o enraizamento por overdose. Sem ver sua planta e com tantas hipóteses é difícil diagnóstico virtual. O ideal e você contatar um orquidófilo experiente de sua cidade. Se puder envie foto via email da sua planta com problema. Abraços.

  • Cristiano Ferreira dito:

    salve! gostaria de indicações de sites sobre construção de ripados… vou proteger as laterais do meu orquidário e gostaria de informações. agradeço desde já.

    Cristano
    R.: No excelente website do Mario A.G. Leal, “aorquidea” tem um ótimo passo-a-passo de orquidário com ripado. A foto abaixo copiei de lá. Para ver mais detalhes no website do Mario, clique AQUI. Abraços.

  • junia dito:

    Parabens seu site está lindo…. Gostaria de uma informação sua. É que guanhei uma orquidea de presente ja faz algum tempo, e ela deu sua primeira florada comigo, já que a guanhei em muda. Tinha um vaso se samambaia a qual fiz um buraco e coloquei minha orkidea dentro. Ela deu flores maravilhosas e esta verde como nunca, so que suas flores caiu e ali esta o pendulo onde estava as flores o qual não sei o que fazer. Tenho que retirá-lo ou é ali que nascera as proximas floradas???? Acrescento que suas folhas estão grandes e verdes porem esta junto com minhas samambaias que tambem estão lindas e regro tres vezes por semana. Posso prejudicar a orquidea por estar no memso vaso????? Obrigada deste então .
    R.: Isso que restou da floração será o pedúnculo floral que com o tempo secará e então você poderá cortá-lo fora com um instrumento desinfetado. O ideal é que cada planta tenha seu vaso e espaço próprio evitando competição por nutrientes entre as duas, mas se ambas estão “convivendo bem”, a princípio não é necessário mudanças…você mesma notará quando uma estiver abafando ou competindo com a outra plantadas juntas. Abraços.

  • maria antônia dito:

    Olá, José Luiz Vieira!
    Onde encontrar material explicativo e detalhado de cultivo de orquídeas em árvores, na região do sul de Minas Gerais? Em geral, tudo o que leio sobre orquídeas não se aplica às que vivem externamente e não consigo adaptar as informações, pois não respondem às minhas dúvidas.
    Obrigada,
    M.Antônia
    R.: Cultivar orquídeas em árvores não tem muito segredo partindo-se da premissa de que orquídea não suporta tronco esfarinhento, aquele cuja casca solta muito pó ou que seja muito rica em tanino, como o jenipapo por exemplo. Adaptam-se bem em pés de coco, ipês, peroba, abacateiro, dentre outras. Quanto às plantas, opte por aquelas que suportam melhor a luminosidade direta e periodos de estiagem, como Dendrobium, Cyrtopodium, Catasetum e muitas Cattleyas. Opte por plantá-las no tronco do lado do nascer do sol, assim qdo este mudar pro lado mais quente elas estarão protegidas. Se for fazer algum projeto paisagistico, aguarde o período das chuvas para fazer o plantio, mais ou menos fins de setembro, para que elas consigam enraizar-se sem muita dificuldade em razão da umidade da época. O resto é contar com a boa vontade das pessoas vizinhas para ajudar na fiscalização contra “larápios de orquideas”. Sugiro plantar de início, como teste, somente exemplares de Dendrobium nobile, uma orquídea bonita, adapta-se fácil, aceita boa luminosidade e tem boas floradas. Veja AQUI, video da cidade de Maripá, exemplo para o Brasil nesse sentido. Abraços.

  • José Carlos Nascimento de Barros dito:

    Prezado Sr.
    Fiquei muito interessado em saber mais sobre as diferenças entre a Arachnis flos-aeris e a Arachnis Maggie Oei Red Ribbon. A senhora Sandra Soares que levantou a polêmica aqui neste site, que as formas brasileiras são na verdade um só híbrido, poderia ajudar nessa difícil separação. Gostaria de saber também algo sobre como ela cultiva esta Arachnis. Muito obrigado.
    José Carlos
    Universidade Federal Rural de Pernambuco
    R.: Estimado José Carlos, na realidade quem suscitou essa reavaliação não foi Sandra, mas eu mesmo depois de ter recebido comentário de um visitante estudioso do assunto numa matéria que eu tinha publicada aqui no blog de planta minha comprada como Arachnis flos-aeris de um orquidario via internet; segundo o visitante, a Arachnis flos-aeris tipo é rara no Brasil e a maioria das plantas aqui vendidas são híbridos dela, tanto que ele desconhecia no Brasil a existência de uma que não fosse híbrida. Baseado no que o visitante afirmou fui pesquisar a respeito e humildemente concordei com ele…a planta que tenho e que foi comprada como Arachnis flos-aeris tipo é na realidade uma Arachnis Maggie Oei Yellow Ribbon, tem também a variedade Red Ribbon. Na época retirei de visualização no blog este artigo colocando-o como privado, evitando levar outros visitantes em erro na sua classificação de planta que tenha em casa. Nas fotos que coloquei links no comentário de Sandra (interessada em esclarecer sobre a Colmanara ou Withnerara dela…percebe? aproveitei sua dúvida nisso para falar de minha Arachnis como exemplo de eventual classificação errônea de orquídeas por vendedores). Pesquisando sobre Arachnis flos-aeris, visitei os livros virtuais da Fundação Suíça de Orquídeas, Herbario Jany Renz. Surpreso (isso ontem), constatei que lá também as fotos de plantas vivas postadas, são de híbridos Arachnis Maggie Oie…rs! Tanto que enviei email ao staff do Herbario sugerindo uma revisão. Contatei um vendedor brasileiro e enviei minhas considerações do que tenho pesquisado. Ele disse-me, via email que as plantas do orquidario que comprei a minha, foram fornecidas por eles, que importam de um produtor asiático….resumo, tanto as plantas deles como a do que comprei têm mesma origem…portanto são as mesmas. Disse-me que baseado nessas informações enviou email para o produtor asiático solicitando informações. Como não sou o dono da verdade, mas um amante da orquidofilia e é apaixonante o intercâmbio nesse sentido, decidi republicar a matéria sobre a Arachnis flos-aeris classificada erroneamente, para que tenhamos um link de discussão através dele…o que será ótimo, pois assim tiraremos essa dúvida, inclusive conclamando os orquidários que vendem-nas a manifestarem-se, assim como outros orquidófilos que têm dessa planta em suas coleções. Ainda hoje republicarei o artigo, depois de colocar as fotos de todas as versões da Arachnis em discussão, para que todos tenham uma melhor base de comparação. Quanto a forma de cultivo, é a mesma para Vanda e Renanthera, ou seja, maior luminosidade direta para florescerem, regas duas a três vezes ao dia e adubação fracionada, sem exageros, semanalmente ou diária, neste caso somente se a pessoa tem bom conhecimento de fracionamento da quantidade de adubo para incorporá-lo nas regas diárias, do contrário é mais seguro aquela semanal, sem exageros. Eu cultivo a minha sob telado de sombreamento de 50 por cento mas nos paises asiáticos eventualmente cultivam-nas sob telado de 30%. Essa luminosidade mais direta para induzir floração varia muito de região para região no Brasil..um pais continental, mas o sombreamento sugerido não poderá ser superior a 50%, do contrário a planta dificilmente florirá…mantendo-se apenas crescendo…crescendo, sem florir. Breve volte a visitar o blog, pois estou preparando todo o visual fotográfico das plantas em questão (Arachnis flos-aeris e Arachnis Maggie Oei) para um maior intercâmbio de opiniões de estudiosos, vendedores, cultivadores e colecionadores. Abraços.

  • Antonio Carlos dito:

    Olá, José Luís!
    Gostaria de saber se foi você quem postou algum tempo atrás um artigo sobre pulverizador com pet perfurada com pequenos orifícios ligado direto à torneira. Caso tenha sido no seu site por favor se possível me envie este artigo.

    Grato
    Antonio Carlos
    R.: Antonio Carlos, no Youtube, tem um ótimo video com o passo-a-passo para fazer estes aspersores de garrafa pet, cujo sistema foi criado alunos do 7º período do curso de Agronomia da Universidade Vale do Rio Doce (Univale), coordenados pelo professor Carlos Roberto Costa. A invenção representa uma grande economia aos agricultores e orquidófilos e qualquer outra pessoa que cultive plantas em estufas ou viveiros ao ar livre e necessitem de um sistema de irrigação mais barato. Caso o video abaixo não abra, clique AQUI. Abraços.

  • sandra soares dito:

    Uma idéia e tanto,José Luis!! Gostei do muito video, e já mandei para a minha amiga do orquidário comercial.O esposo dela é japonês e tem muita paciência e vontade de melhorar cada dia mais o trabalho no orquidário.Você está de parabéns,mais um ponto para você!!!

  • deleo dito:

    Por favor
    estou atras daqueles vasos plasticos (…) um vaso grande em vários menores
    mas não encontro o vaso pra comprar
    agradeço a ajuda
    obrigado
    R.: Pergunta não considerada, seu email de contato fornecido é inválido.

  • Anaceilde dito:

    Gostaria muito que você me ajudade, pois estou querendo montar um orquidario, no municipio de Epitaciolândia no estado do Acre, conheço pouco das orquideas, mas adoro suas flores e estou com uma ideia firme de montar um orquidario e estuda-las, você pode me indicar quais as melhores especies para a minha região.
    Agradeço sua ajuda.
    R.: Entidades acreanas tem desenvolvido cursos, palestras e trabalhos voltados ao incremento da produção de orquídeas e flores tropicais no Estado. Sugiro contatar a Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac), que mantém um laboratório de micropropagação de orquídeas e bromélias, onde poderá obter de fonte de pesquisa local resposta detalhada para suas intenções; incluindo o Departamento de Biologia e/ou Botânica da Universidade Federal do Acre, assim como participar do Programa Próprio do SEBRAE de Rio Branco para melhor localizar-se na sua pretensão. Saiba mais lendo interessante matéria publicada no jornal “A Gazeta” ai de seu Estado, clicando AQUI. Sugiro comprar o livro “Orquídeas da Amazônia Brasileira” de autoria de Francisco Miranda, Editora Expressão e Cultura, digitando esses dados no Google buscas, onde conseguirá informações de livrarias que tem dele para venda via internet. Nesse livro você terá todas as informações sobre orquídeas amazônicas, com descrição e fotos delas e que poderão ser encontradas e cultivadas na região onde mora…até porque o Acre faz parte da região amazônica. Sucesso na construção do seu orquidário!

  • Gustavo Bays dito:

    Eu estava lendo os comentários, e li sobre a fibra de côco tipo fibra, bem desfibrado, formando um tufo de fios. Eu estou usando esse, junto com casca de pinus. Dá certo essa mistura? Eu estava usando somente casca de pinus, mas não deu certo, elas ficavam muito secas, e em alguns vasos as raízes q tocavam as cascam paravam de crescer, como se rejeitasse as cascas. Não tenho opções no comércio em minha cidade além da casca de pinus. Tenho que usar artesanal, como a fibra de côco, que eu mesmo faço. Tem alguma sujestão de substrato? Algo que posso fazer?
    R.: Tanto a casca de pinus como a casca de côco possuem um bom teor de tanino, e para suavizar esse excesso, sugere-se fervura e troca de água das mesmas pelo menos umas 3 vezes após deixar de molho por algumas horas, isso facilita que parte do tanino seja expelido do substrato, a água que sai fica normalmente turva, amarronzada. O uso da fibra ajudará na maior umidade interior dos vasos. Como é caro e difícil obter esfagno, sugiro comprar o substrato comercial “Rendmax – Floreira” da Eucatex, misturando parte dele na composição desse teu ou ainda perlita e vermiculita, que agregam valores adicionais de ventilação e umidade no substrato. Estes produtos são encontrados em lojas agropecuárias. Abraços.

  • Sandra Soares dito:

    José Luis fiz uma busca por esfagno, é o mesmo vendido em casas de R$1,99 e de flores artificiais para arranjos, e melhor ainda é que a Masdevallia que possui raizes muito finas se adaptaram bem a ele. Bem agora não ficarei mais preocupada, e quanto aos leitores do blog, também podem em caso de não encontrar um substrato que mantenha um pouco de umidade usar os mesmos,o nome que eles usam para ele é musgo, simplesmente. Um abraço, Sandra.

  • Kamila Martins dito:

    Olá José Luis!
    Moro em Cuiabá, MT e qual nao foi minha satisfaçao ao encontrar este site!

    Sou iniciante nessa area e
    leio tudo q posso pra poder cuidar melhor de minhas primeiras orquideas.
    Minha duvida é a seguinte: Minhas orquideas estao soltando novas raízes e queria saber que tipo de adubos posso usar…

    Não conheço os orquidarios aqui da cidade, será q
    voce poderia me passar algum endereço?

    Atenciosamente, Kamila.
    R.: Kamila, clique AQUI e saiba mais sobre adubação, e não deixe de ler o excelente artigo com o manual do mestre orquidófilo Denitiro Watanabe, AQUI. Lembre-se de não empolgar demais ao adubar suas plantas. Opte por usar menor quantidade de adubo solúvel a cada 10 dias. O excesso é prejudicial e pode intoxicar suas plantas, queimando o enraizamento e consequente morte delas. Sempre digo, melhor adubar de menos que a mais. Quanto a indicar orquidários, os que existem em Cuiabá são todos comerciais, e como não ganho nada deles para a propaganda…rs! fico te devendo. Mas dentro de alguns meses estarei com o Orquidário Cuiabá inaugurado como microempresa e recebendo pessoas para intercâmbio de conhecimentos. Abraços.

  • maria dito:

    Ola José Luis
    Sou uma orquidodinha, e gostaria de saber quando será realizado a exposição de orquideas de Goiania, Pois e sempre divulga nos meios de comunicação, como TV etc. E sempre realizada entre setembro a Outubro e até agora não ouvi nada a respeito.
    um abraço Maria
    R.: Maria, uma boa exposição que aconteceu em setembro você já perdeu, que foi a XI Exposição Verde e Flor, de 11 a 20 de setembro na Praça Cívica, promovida por produtores de Holambra e entidades beneficentes da cidade, onde foi vendido de tudo, desde cactos, bromélias, flores de vaso…e também orquídeas. Mas a esperada exposição nacional, dessa vez, com apoio do SEBRAE, acontecerá na primeira semana de novembro – XII Exposição Nacional de Orquídeas de Goiânia de 4 a 6 de novembro no deck parking (estacionamento) do Flamboyant Shopping. Pretende-se que seja melhor que dos anos anteriores, pois será paralelo a outro evento de paisagismo, flores e jardinagem. Saiba mais aqui. Abraços.

  • welson dito:

    Ola meu nome e Welson sou de Betim, Minas Gerais tenho acompanhado sempre este site, que esta me ajudando muito, com as orquideas, porem estou precisando de ajuda tenho varias vandas que estão com canela seca ja usei varios fungicidas, sem sucesso continuam morrendo e secando, por favor preciso de ajuda. Agradeço.
    R.: Welson, No livro “Orquídeas – Pragas e Doenças“, de Darly Machado de Campos (Editora expressão e Cultura), nas páginas 101 até 104, esclarece que a “murcha ou ‘canela seca” é causada pelo fungo fusarium, que ataca as raízes da planta, avança para o rizoma, destruindo os vasos que conduzem a seiva para as partes siperior4es da planta, penetram no pseudobulbo dirigindo-se pára as folhas, nesse caminho destruidor as partes atingidas vão ficando amareladas e ressecadas. A transmissão do fungo contaminando outras plantas acontece durante as regas, pelos respingos de água, pelas próprias mãos do cultivador, correntes de vento e principalmente pelo uso de instrumentos de corte sem esterilização. O primeiro cuidado deve ser o isolamento da planta doente. Em seguida faz-se a remoção cirúrgica da lesão, com cortes iniciados pelo pseudobulbo traseiro, avançando para as partes da frente do rizoma. A cada corte, esterilize o instrumento de corte, até desaparecer o aro púrpura do rizoma, lembrando sempre de lavar muito bem as mãos durante todo o trabalho, usando luvas e solução desinfetante de água sanitária com água destilada a 50%.

    Controle do Fusarium (citado por Abreu Jr.)

    Após o corte cirúrgico, submergir a planta em solução de extrato de cebola.
    Usamos 100g de cebola ou cebolinha verde, cortadas bem finas, e misturamos num litro de água, deixando o preparo curtir por 10 dias. Para pulverizar diluímos esse preparo em 3 litros de água. A planta pode também ser imersa nessa calda.” No caso acima o autor tratou de planta de crescimento simpodial. Sendo a Vanda de crescimento monopodial, com raízes eventuais acima da área ainda não afetada, o procedimento poderá ser o mesmo.
    No boletim técnico nº11, “Aspectos Fitossanitários de Orquídeas”, do Instituto Biológico (junho, 1988), no artigo que trata de Doenças Fúngicas, de autoria de Leila Nakati Coutinho, Jesus Guerino Tofoli, Helio Minoru Takada e Mário Barreto Figueiredo, no ítem “controle” da doenças, sugerem: – retirar e destruir órgãos afetados; utilizar somente mudas isentas do patógeno para propagação; não reutilizar substratos provenientes de plantas doentes; vasos provenientes de plantas afetadas devem ser esterilizados; evitar excesso de adubação nitrogenada; minimizar a freqüência de rega das plantas e os fungicidas potenciais para o controle desta doença não apresentam registro para a cultura.” (observe que esse boletim, foi editado em 1988, portanto há mais de 20 anos, pode ser que tenha algum fungicida atual para isso, que desconheço).
    Sugiro a você o tratamento indicado pelo Dr. Darly, e após a imersão de sua planta na calda de cebola e com as partes afetadas já removidas, experimentar também passar pó de Anasseptil (medicamento da linha humana encontrado em qualquer drogaria), preconizado por outros dois pesquisadores com artigo publicado no blog. Nas minhas plantas afetadas com alguma doença fúngica, ou quando faço a divisão, por prevenção a qualquer contaminação, uso imergi-la em calda bordalesa com óleo de neem, e no local do ferimento ou da incisão na planta, com ela ainda úmida, passo o pó de Anasseptil, que no contato úmido vira uma pasta protetora. Tenho evitado contaminações principalmente nos cortes de novas mudas. Veja foto do aspecto da doença numa planta, que ilustra o livro do Dr. Darly, que pode ser adquirido direto com ele, via email: darly.machado@ig.com.br Abraços.

  • katia dito:

    Em uma palestra ministrada por um agrônomo ele indicou o nome de alguns produtos quimicos para diversas doenças fungicas. Não sei se poderei divulga-la aqui. Caso haja interesse posso passá-la por e-mail.
    Abraços, Katia
    R.: Poste aqui mesmo. Assim varios visitantes poderão ter acesso. Abraços.

  • katia dito:

    Bem, como expliquei esses produtos foram mencionados por um agrônomo por ocasião de uma palestra sobre pragas e doenças em orquideas. Nunca fiz uso de qualquer deles, até cheguei a comprar um deles (com receita de um agrônomo) mas não tive coragem de utiliza-lo.
    Eis os nomes:

    Pectobacterium carotovorum; E. chrysanthemi; Acidovorax cattleya: Ingrediente ativo indicado: Oxitetraciclina + tetraciclina; Oxicloreto de cobre + Mancozeb; Sulfato de cobre + Oxitetraciclina

    Pythium ultimum; Phytophthora cactorum; Scierotium roifsti: Ingrediente ativo indicado: Thiabendazol; Chlorothalonil; Mancozeb; Trofanato-metilico; Quintozene

    Fusarium oxysporum f sp cattleyae: Benomyl

    Colletrotrichum gloeosporioides: Benomyl; Mancozeb; Mancozeb + oxicloreto de cobre; trofanato-metilico; Chlorothalonil

    Botrytis cinerea: Iprodione; Benomyl; Mancozeb; Chlorothalonil

    Manchas foliares fúngicas: (Cercospora; etc.): Mancozeb; Benomyl; Oxicloreto de cobre; Chlorothalonil

    Ferrugens: enxofre
    *Fonte: Agrofit, 1998, Bergmann & Alexandre, 1998)

    =======================
    I.A: Abamectin – Grupo Quimico: Derivado biológico – Classe de Uso: Acaricida/inseticida – Nome Comercial: Vertimec 18 CE
    I.A: Oleo mineral – Grupo Quimico: derivado de petróleo – Classe de Uso: Inseticida – Nome Comercial: Sipcamoil
    I.A: Enxofre – Classe de Uso: Acaricida – Nome Comercial: Enxofre PM; Thiovit
    I.A: Deltametricina: Grupo Quimico: Piretroide – Classe de Uso: Inseticida – Nome Comercial: Decis 25 CE
    I.A: Pirimicarb – Grupo Quimico: Carbamato – Classe de Uso: Inseticida – Nome Comercial: Pirimor 500 PM
    I.A. Carbaril/Malation/Dimetoado – Grupo Quimico: Carbamato/fosforado/fosforado sistemico – Classe de Uso: inseticida/inseticida/inseticida/acaricida – Nome Comercial: Sevin 480SC; Sevin 490SC; Sevin 850 PM/ Malathion 500CE*; Dimetoato CE*, Dimexion CE*
    I.A. Acefato – Grupo Quimico: Fosf. sistemico – Classe de Uso: Inseticida/acaricida – Nome Comercial: Cefanol; Orthene 750
    I.A. Vamidotion – Grupo Quimico: fos. sistemico – Classe de Uso: inseticida – Nome Comercial: Granutox
    I.A. Aldicarb – Grupo Quimico: Carbamato sist. – Classe de Uso: Ins/acar/nem – Nome Comercial: Temik 100*
    I.A. Naled – Grupo Quimico: Fosfordo – Classe de Uso: Acaricida/inset – Nome Comercial: orto-naled 860CE
    Fonte: Agrofit, 1998, Bergmann & Alexandre, 1998

    Abraços, Katia
    R.: No curso que fiz na Holambra, o agrônomo que tratou de pragas e doenças em orquídeas, também nos forneceu na apostila uma extensa lista de venenos industriais para combate, como esses acima. Deles o único que tenho e raramente uso, é o Manzate, da mesma linha do tal Mancozeb. Continuo fiel a velha calda bordalesa, calda de fumo e oleo de neem, canela em pó. Quando praticamos um controle orgânico, cuidando das regas e evitando excesso de umidade na época das chuvas, assim como boa ventilação natural, doenças são mais controláveis e menos problemáticas. Com a nova idéia (nem tão nova, se considerarmos a época da publicação original, mas só recentemente tive conhecimento) do uso de AAS (acido salicilico) para reforçar o sistema imunologico das plantas, aliado a correta adubação e eventualmente o uso de tiamina do Benerva (como hormônio fitoterápico) e o uso de bacitracina e neomicina existentes no pó do medicamento ANASSEPTIL, contra fungos e bactérias – entendo que as plantas adquiram maior resistência a pragas e doenças. De qualquer forma, para aqueles que estiverem interessados em usar dos produtos acima, não esqueçam de todas as medidas preventivas de segurança no seu manuseio, com luvas, mascaras etc, conforme normas do fabricante, e da correta dosagem.

  • Silvia Lemos dito:

    Olá! Gostaria que me ajudassem, pois estou com problemas com minha orquídea. Ganhei do meu marido uma orquídea phalaenopsis ha 3 anos, que floreceu 2 vezes. Quando cortei o caule por onde sai as flores desta última vez, com uns seis meses o caule secou completamente e, agora que seria periodo da floração o caule continua seco!!!! O que ocorreu e o que devo fazer???
    R.: Isso é natural, pode acontecer. Eventual contaminação quando do corte, se você não colocou nenhuma pasta protetora, fosse de canela em pó ou mesmo calda bordalesa ou Anasseptil, pode ter acontecido uma contaminação secando a haste. Se sua planta continua sadia, fique tranquila que outra haste floral ainda brotará com o tempo. A vantagem do uso do pó de canela, é que segundo alguns orquidófilos, estimula não só a floração como eventual nascimento de novas mudas na haste. Veja o artigo sobre a Phal do Vitor e Ana Carla, clicando AQUI. Abraços.

  • Jônatas Klava dito:

    Olá José Luiz, antes de mais nada gostaria de lhe parabenizar pelo espaço aberto às discussões, por todo o conteúdo e atenção dada a nós. Bom, onde moro existia um viveiro de passáros (desativado agora), finalmente convenci minha mãe a fornecer o espaço para que pudesse colocar minhas orquídeas. Como o ambiente é de canto, ele possui duas paredes inteiras de vidro, e metade de outra parede de tela, coberto com telhas. Gostaria de pedir alguma dica, ou mesmo auxílio quanto a preparação dele. Minha idéia é de substituir algumas telhas de ceramica por telhas de vidro, para que a luminosidade aumente (e para que de certa forma certas orquídeas tenham contato com a luz solar). E ainda substituir algumnas partes do vidro por telas, ou mesmo fazer buracos para entrada de ventilação (se bem que a ventilação já é razoável). O que você me indicaria como idéia, o que penso é bacana? Lembrando que mesmo sem a telha de vidro, a luminosidade é alta.

    Desde já agradeço,

    Abraços

    Jônatas.
    R.: Legal sua idéia Jônatas. Soltar os pássaros (ou evitá-los em cativeiro, usando o espaço remanescente como “greenhouse”. Como ele fica num canto do terreno, verifique o trajeto da luz solar sobre ele, para melhor equacionar se colocará ou não um telado numa das laterais. Troque todas as telhas de cerâmica por telhas acrílicas onduladas transparentes (mesmo formato das perigosas tipo “eternit” feitas de amianto, material cancerígeno). Disponha embaixo ou sobre elas, o telado de sombreamento. Se a ventilação for deficiente (e acho que é, pois fica num canto do terreno, supondo-se junto de muro ou parede) na troca do telhado (mantenha o madeiramento) pelas telhas acrílicas onduladas (facilmente encontradas em lojas de material de construção), aproveite para erguer o ponto do telhado, deixando vão em todos os sentidos, a fim de proporcionar livre circulação do ar. Dessa forma você terá uma boa estufa para suas plantas, e mesmo na época chuvosa, livre do excesso de umidade, principalmente nas plantas floridas e vitimas de botrytis nessa época, porisso você pode manter as paredes de vidro. Lembre-se de forrar todo o chão com cascalho pequeno ou brita pequena, para evitar crescimento de ervas daninhas e durante as regas, manter uma umidade ideal a partir do chão. O bom orquidário é aquele espaço no qual proporcionamos a nossas orquídeas condições ideais de temperatura, umidade, ventilação e luminosidade, aliados a regas, adubação e substrato corretos para cada tipo de orquídea. Use sua criatividade e depois de pronto seu novo orquidário mande fotos para publicarmos aqui! Abraços.

  • Jônatas Klava dito:

    Olá José Luiz,

    Estou virando um frequentador assiduo. Desta vez tenho uma dúvida que deve ajudar muitos amigos e amigas deste blog. Faço faculdade no interior de São Paulo, na pensão onde moro a dona colocou uma Renanthera coccinea na porta do meu quarto. Acredito que pela falta de luz solar ela cresceu uns 3 metros e está florida. Como se trata de uma monopodial (certo?), como posso fazer para retirar uma muda dela? Por acaso ela solta pela haste floral?

    Abraços
    R.: Jonatas, desconheço Renanthera soltando muda pela haste flora. Costumam soltar novas hastes nos entrenós ou gemas, principalmente quando estão crescendo em locais propícios com boa luminosidade. Tanto a Renanthera, como Arachnis, assim como Vanda, são plantas monopodiais e que vegetam melhor sob maior luminosidade solar direta, tanto que quando submetidas a baixa luminosidade, dificilmente florescem (estranhei essa ter florido na sombra), a tendência é que mantenham crescimento contínuo sem florescer, como que procurando a luz solar. Em muitos casos de deficiência de iluminação solar, acontece o estiolamento, enfraquecendo a planta e se não for cuidado, com o tempo esta definha e morre. O corte de um pedaço da haste para nova muda, pode ser feito cortando um pedaço de cerca de 30 cm e que tenha no mínimo duas raizes saudáveis e longas, o ideal seria um pedaço com três raizes. O corte deve ser feito com alicate de jardineiro ou faca ou estilete, devidamente limpos e higienizados, passando nas pontas da haste onde foram feitos os cortes, uma pasta protetora contra fungos e bactérias, seja de calda bordaleza, de canela em pó, ou mesmo Anasseptil umidecido em água. Alguns orquidófilos costumar esquentar a parte côncava de uma colher das de sopa, encostando com firmeza no local cortado o metal aquecido objetivando cauterizar de imediato, e ainda assim passando a pasta protetora. Em seguida colocar mesma haste presa num tronco em local com luminosidade parcial regando-a duas vezes ao dia, principalmente as raizes soltas. Com o tempo soltará o broto da nova planta. No website asiático ORCHDSASIA (clique no link), dão dicas de cultivo em inglês e ilustram com muitas fotos o cultivo de Arachnis, plantas da mesma familia das Renanthera, para as quais podemos proceder da mesma forma. Abraços.

  • Marcos Camacho dito:

    Olá! Gostaria pedir ajuda para que não ocorra o pior com minha orquídea. Sou principiante e tenho me esforçado para aprender a cultivar uma phalaenopsis que ganhei a 2 anos. Hoje ela está com uma linda haste floral que se dividiu em três, cheia de brotinhos se preparando para desabrochar. Mas há algumas semanas começou aparecer um halo escuro de 2,5 cm de diametro que foi enegrecendo com o passar do tempo e formando um halo amarelado ao redor do enegrecido (na metade da folha). Fui acompanhando e 2 semanas depois começou a aparecer também na outra metade a mesma mancha escurecida com um halo amarelado. Neste mesmo momento, em outra folha, apareceu duas outras manchas centrais nas folhas que parecem ter secado a folha. Desculpe-me por não conseguir descrever melhor as lesões, tenho fotos mas não sei colocar na mensagem. Se puderem me ajudar ficarei muito agradecido.

    Obrigado.
    R.: Caso a lesão na folha de sua planta seja parecida com essa da foto que copiei do livro do orquidólogo Darly Machado de Campos, pode ser antracnose (agente patógeno: fungo Colletotrichum sp), combatida com a velha e ainda eficiente calda bordalesa. Como o mestre Darly mesmo diz no livro, um diagnostico perfeito só é possível através de exame laboratorial fitopatológico, sendo o Instituto Biológico de São Paulo o mais conhecido no Brasil, porque aceita remessas de pedaços de plantas pelos correios, seguidas as normas deles e pagando a taxa própria. O livro aqui referido pode ser comprado direto com o autor via email: darly.machado@ig.com.br Abraços.
    null

  • Laura bispo dito:

    Olá, sempre que posso visito o seu site, ganhei uma muda de orquidea (dendobrium) e a coloquei em um vaso de vidro, com musgo, em menos de vinte dias ela apresentou raízes, o que faço deixo-a neste vaso, ou coloco-a num tronco. Obrigada.
    R.: Essa forma de plantio facilitou o enraizamento, mas o ideal é plantá-la normalmente em vaso com substrato apropriado ou num tronco, de preferência pedaço de tronco de coqueiro. Se puder plantá-la em coqueiro vivo, melhor ainda. Dendrobium adapata-se, como a maioria das Cattleya (incluindo hibridas), em palmeira do tipo Areca, muito comum em jardins públicos de cidades brasileiras e jardins domésticos. Abraços.

  • Gustavo Bays dito:

    Eu vi em seu site o uso do sabuco de milho como substrato. E já fiz alguns que já estão em uso. Mas eu gostaria de saber se pode dar certo eu plantar mudas de dendobrium neles.
    Obrigado pela dica. Está cada vez mais difícil encontrar bons substratos.
    R.: Pode dar certo sim. Mas Dendrobium e outras orquídeas (Cattleyas e hibridos afins) adaptam-se muito bem em tocos de coqueiro, pranchas de madeira velha (cerne da madeira, que raramente apodrece) e até casca seca de coco em pedaços por exemplo. Sou meio “lixeiro” nesse sentido. Se passo num local onde o pessoal “limpou o jardim” cortando coqueiros velhos, como coco da bahia ou mesmo palmeira Areca (muito comum em jardins), não me acanho. Vou na caçamba onde estiver jogado e apanho para mim. O bom é que quem faz o corte, muitas vezes com motosserra, já corta em diversos pedaços que me facilitam. Aguarde que farei uma matéria sobre isso e postarei fotos mostrando um pedaço do pé de coco-da-bahia com Oncidium ceboletta plantado e um toco de Areca com Catasetum, assim como de velha placa de cerne de madeira com Dendrobium nobile plantada…e todos enraizados. Na falta do xaxim e o incipiente mercado de substrato opcional vendendo o coxim (feito com a parte dura interna do coco-da-bahia) ou placas prensadas de fibra de coco ou mesmo vasos com excesso de cola tipo latex para agregá-los, ainda precisa ser melhorado, sem contar que tem muito tanino, podemos fazer uso dessas opções acima, muitas vezes encontradas literalmente no lixo frente das casas onde foram cortados e aguardando remoção. Claro que tais coisas passam por um processo anterior de limpeza e higienização antes do plantio das orquídeas, cujos detalhes darei no artigo. Uma boa opção que tem surgido é o uso de casca de pinus. Abraços.

  • Rosangela Duarte dito:

    Peço , se possivel a ficha de cultivo do oncidium Kaiulani, pois adquiri uma muda e não consigo encontrar seu modo de cultivo.
    Agradeço desde já e aguardo noticias.
    Rosangela Duarte
    R.: Rosangela, sendo a Oncidium Kaiulani uma orquídea híbrida resultado do cruzamento da Oncidium flexuosum (mais conhecida como “chuva de ouro”) com Oncidium ornithorhynchum, não tem muito segredo quando a forma de cultivo, que deverá ser parecida com aquele praticado para a maioria das Oncidium , usando substrato misto de cascas de madeira sem tanino (pode ser de pinus tratada), esfagno (musgo) e pedaços de casca seca de coco, não compactado que permita aeração interna, vasos bem drenados, e cuidados comuns a qualquer orquídea epífita. Quanto a iluminação, proporcione meia luz, se for sob telado de sombreamento, entre 50 a 60%. Tratando-se de planta híbrida, a época de floração pode variar, já que a fleuxosum é multiflora, enquanto a ornithorhynchum floresce entre outono e inverno, e temperatura média entre 10 a 35ºC, conforme a região. A foto ilustrativa da Oncidium Kaiulani aqui mostrada foi “garimpada” nos albuns do Flickr, coleção de cskk. Não tenho dessa orquídea. Observe como está o substrato dessa que você comprou, se estiver muito compactado, procure deixá-lo mais solto em vaso plástico ou de cerâmica, com furos laterais e nos fundos. Substrato compactado aliado a excesso de umidade é apodrecimento do enraizamento fino dessa espécie de orquídea, comprometendo seu crescimento. Abraços.

  • viviane dito:

    Ola
    adorei o site tenho duas orquideas que sou apaixonada, mais infelizmente uma após a floração ficou com as folhas manchadas, murchas e cairam estou muito triste e não sei o que façõ.
    Ela esta em um vaso plastico as raizes ainda estão verdes mais acho que esta morrendo. Gostaria imensamente que respondesse o meu email
    Obrigada.
    R.: Viviane, infelizmente diagnóstico de planta contaminada via internet é praticamente impossível, o ideal seria você contatar orquidófilos mais antigos de sua cidade para auxiliá-la, ou, entrar em contato com o Instituto Biológico de São Paulo, Área de Sanidade Vegetal, enviando via correios parte da planta contaminada e mediante pagamento de taxa própria, solicitar exame fitopatológico dela. Contaminações por fungos que causam podridão infelizmente são comuns, principalmente em época chuvosa. Uma forma de prevenção é uso da calda bordalesa. Para tratamento existem fungicidas industriais fortes em lojas agropecuárias. Tem também a opção do uso de neomicina com bacitracina presentes no medicamento Anasseptil em pó, com matéria publicada aqui no blog com o título “Ainda se perdem plantas com Podridão?“. Abraços.

  • Marieta Mello Koerig dito:

    Prezado sr. José Luiz,

    Casualmente hoje, vendo uns sites, deparei com o “Orquidário Cuiabá”.
    Com surpresa e feliz,encotrei a resposta de minha consulta que fiz no começo do ano.
    Cotinuo com o problema do thentecorus, porem, em menor quantidade, mas devo confessar que quase perdi minhas plantas, tantos insetiidas usados.
    A floração foi quase nula este ano, as plantas retrocederam, ficando algumas apenas com os brotos novos, sem folhas totalmente.
    Tomei uma atitude depois que fiz uma experiência.
    Minha filha tem um belo sítio com muita mata nativa,à beira de uma lagoa. Levei para lá 30 plantinhas e fixei-as nas árvores. Sua adaptação foi maravilhosa, imagina que das 30 plantas fracas, 3 já floreceram neste ano, então minha filha já se dispos a fazer um orquidiário adequado e transportá-las todas para lá.
    Fiquei muito feliz e acatei sua decisão.
    Espero que não perca minha coleção que é fruto de muito trabalho de meu falecido pai.
    Quanto aos comentários aqui escritos, são lindos e instrutivos,dando-
    nos ensiamentos úteis ao nosso ramo.
    Abraços

    Marieta
    R.: Estimada Marieta, orquideas cultivadas em árvores, e da forma que você relata, com certeza crescem melhor que nos vasos em nossas casas. Eu também confirmo isso com diversas plantas que tenho plantadas em coqueiros no quintal. No seu caso, num local rural, melhor ainda! Sucesso com suas plantas e um ótimo 2010! Abraços.

  • Devanis de Oliveira Andrade dito:

    Estive vendo esse site a procura de algumas informações sobre a Cycnoches, aí encontrei algo sobre uma que deixou algumas pessoas na dúdida. Como sou apaixonado por catasetum, tambem me apaixonei pela cycnoches. Gostaria se possível atravez de voces conseguir o endereço Michael, pois ele fez um comentário nessa página sobre essa cycnoches diferente, dizendo que conseguiu mudas da mesma e viu em um lugar varias mudas afixada em uma árvore em MG.Como faço para adiquirir essas plantas? Obs. Sou de Vila Velha ES.
    Atenciosamente.
    R.: Não divulgamos endereços eletrônicos de visitantes principalmente quando trata-se de plantas no habitat, mas você pode comprar via internet (como eu já fiz) orquídeas Cycnoches oriundas de cultivo em laboratório do Bela Vista Orquideas, com ótimas plantas e a preços bem acessíveis. Para visitar a página deles clique AQUI. Abraços.

  • Maria de Lourdes dito:

    Sr. Jose Luiz
    Sou presidente da Associação Círculo de Amigos Orquidófilos de Rondonopolis (CAOR).
    Gostaria de manter contatos, nossa proxima exposição sera na segunda semana de Julho. Seria um prazer se pudesse contar com a vossa presença. Abraços.
    R.: Maria de Lourdes, parabéns a todos da CAOR! Peço-lhe lembrar-me na época para que eu possa visitar a exposição de vocês e fazer uma materia pro blog. Abraços!

  • margarida dito:

    Olá BOA TARDE!! Gostaria de saber se vc pode me ajudar com o meu orquidário.Estou tendo problemas com úmidade, pois está chovendo demais.Ele é coberto com sombrite 70.É aberto em 2 laterais e fechado nas outras duas.Uma delas onde nasce o sol.Meu marido está pensando em ergue-lo mais, e colocar aquele plástico branco por baixo do sombrite.assim evitaría-mos a chuva.Seria uma solução?
    Moro em Maringá.Norte do PR.

    OBS:: Estava procurando alguém para me ajudar com o orquidário, então encontrei sua página.De início posso dizer que adorei. Muito bom.

    Aguardo uma resposta sua.

    Obrigada.
    R.: Margarida, será uma boa solução, evitando diversas doenças na época da chuva, principalmente antracnose e botrytis, sem contar que suas plantas floridas nunca mais passarão por esses problemas comuns em épocas chuvosas ou locais muito umidos. Cuide para que seja colocado com boa estrutura, facilitando o escoamento da água evitando bolsões. Abraços.

  • Toninho dito:

    Achei muito interessante a ideia do aspersor de garrafas pet, meus parabens as suas indicações são ótimas.
    Continue com essas ideas e vá longe.

  • katia dito:

    olá, tentei fazer o aspersor com a garrafa pet, mas a água escorreu e nao aspergiu.
    Alguém já tentou?
    Será que a minha torneira tem pouca pressão ou errei quando fiz os furos?
    Abraços, Katia
    R.: Katia, eu fiz 3 aspersores no meu futuro orquidário e funcionaram certinho. Existem dois “segredos” que se não forem observados provocarão isso que aconteceu com o seu. Primeiro: use aquela borrachinha de cor azul (normalmente) que serve de reforço no interior da tampa, no lugar daquela preta cortada que vem com o joguinho do bico e tarracha metálica (aqueles bicos plasticos não servem). Se você usou a borracha vedante preta original, ela é muito grossa e não permite o perfeito rosqueamento da tampa na garrafa, que deve ter envolta na rosca um “veda-rosca” pra garantir que não sairá agua ali. Reitero: Usando aquela tampinha lisa vedante interna (a tal azul), furando-a com ferro quente no calibre da mangueira de jardim, o rosqueamento será perfeito e vedará a boca da garrafa. SEGUNDO: Os autores desse projeto, advertem que quanto menor o furo maior a aspersão, e a nebulosidade provocada. Concordo! Fiz furos com agulha de costura de mão meio grossa e notei que eles viram “esguichos” com pouco nebulosidade, mas naqueles furos menores, a aspersão fica excelente alcançando mais de 3 metros de diâmetro, tanto que refarei com outras garrafas, praticamente apenas espetando a ponta da agulha, sem penetrá-la muito. Usa-se a agulha fria mesmo, sem esquentá-la na chama de fogão. Garanto que o aspersor funciona e é muito bom, tanto que esse meu novo orquidário terá todos os aspersores com garrafa pet. No meu caso usando agua de cisterna, faço uso de uma bomba d’água “Anauger”; disseram-me que ela não aguentaria, queimaria, etc… pois provou o contrário, irrigo diariamente nos dias secos e ela tem aguentado sem problemas. Outra coisa, se a pressão da água em sua torneira for fraca, claro que o funcionamento será deficiente. Acho que você deve trocar a borrachinha que descrevi acima, pois deve estar usando uma grossa que não permite total vedação da tampa com a boca da garrafa, provocando a vasão nesse ponto, sem aspergir. Com sua dúvida devo fazer um passo a passo com fotos nos moldes dos 3 que fiz, ficará mais fácil entender essa explicação…longa…rs! Abraços.

  • Viviane Tonussi dito:

    Olá José Luiz, boa Tarde
    Em primeiro lugar gostaria de parabenizá-lo pelo site que é de grande ajuda para mim e acredito que para muitos!
    Possuo hoje 06 (seis) Phalaenopsis com folhas grandes, porém tomadas de manchas pretas. Como posso fazer para retirar essas manchas, sem danificar sua florada que está maravilhosa?
    Possuo também duas Cattleyas que estão com as folhas muchas, meio amareladas, tristes. Uma delas chegou a dar uma flor linda amarela e lilás, porém minha alegria durou somente um dia, pois a flor caiu. Como faço para deixá-las com as folhas bem verde e tenras como as demais?
    Grande abraço e obrigada.
    R.: Viviane, orquídeas do gênero Phalaenopsis, infelizmente sofrem com muita umidade ambiente, principalmente nessa época chuvosa, diga-se – bem exagerada e fora do normal no Brasil. Essa umidade exagerada na planta, provoca aparecimento de doenças fúngicas principalmente antracnose nas folhas e eventualmente botrytis nas flores. Veja nos links das palavras sugestões do combate a isso. Quanto a suas Cattleyas desidratadas e amareladas, dificil dizer um diagnóstico. Podem ser diversos fatores envolvendo esse estresse ou doença da planta. Seja substrato compactado e enxarcado, provocando o literal “afogamento” do velame, ou seja, das raizes esponjosas através das quais a planta absorve água e nutrientes. Em excesso ela sufoca e acaba acontecendo infecção oportunista por fungos e/ou bactérias. Excesso de adubo também pode provocar isso. Algumas Cattleyas, mesmo híbridas, crescem melhor se plantadas em pedaços ou tocos de árvore, ou cascas de peroba, melhor ainda e mais fácil são pedaços de coquiro, seja da areca ou coco da bahia, muito comuns em qualquer jardim doméstico ou público das cidades brasileiras. Volta e meia encontro aqui em Cuiabá esses troncos cortados e jogados ao lixo. Não penso duas vezes nem envergonho-me. Vou e coleto todos eles, afinal são excelentes substratos ou placas para plantio de orquídeas epífitas. Com essas dicas ficará mais fácil você orientar-se no cultivo de suas plantas. Não se preocupe em “inventar” demais. As orquídeas são superiores exatamente porque sobrevivem de forma extremamente simples no habitat natural. O ideal é imitarmos ao máximo sua forma vegetativa na natureza. A criação de substratos mistos e atualmente em voga no mercado deve-se a dificuldade que a maioria de colecionadores e cultivadores têm para encontrar tais coisas. Um pedaço de tronco de coqueira (repito, seja da areca ou do coco da bahia) são ideais para plantio de qualquer epífita…e neles o problema da ventilação, excesso de umidade, fica resolvido. Depois é só cuidar de onde colocar, em relação a luminosidade – também cuidadosa, pois sombra demais provoca estiolamento e iluminação direta provoca queimaduras…no caso das Phalaenopsis, matam – elas devem ser cultivadas sempre a meia sombra, ou boa iluminação indireta. Abraços.

  • CRISTIANE dito:

    Olá amo minhas orquideas todo mês compro uma,mas estou com dificuldades para cuidar de duas fhalaenopsis que ganhei elas estavam desidratadas, enrrugadas com as folhas amarelas que acabaram caindo restando somente duas folhas cada uma,mas estavam com flores.Depois que as flores cairam eu cortei a haste acima do terceiro nó.E ontem observei que uma delas na haste está nascendo folhas em vez de flores,o que devo fazer neste caso? Elas estão em baixo de um sombrite 50% coloco a cada 90 dias um adubo organico que comprei em uma exposição de orquideas aqui na minha cidade,rego 2 a 3vezes por semanas .Por favor me orientem.Agradeço desde já.
    R.: Seu procedimento parece estar correto. Quanto a nova brotação na haste floral demonstra sua sorte, se está quase perdendo uma planta, outra muda está nascendo na haste, sem contar que novas folhas poderão brotar no eixo da planta antiga. Pulverize canela em pó nas raizes para ajudar na defesa da planta e potencializar essa nova muda. Quando ela crescer mais e soltar raizes será possível destacá-la com cuidado da haste, plantando-a noutro vaso. Abraços.

  • CRISTIANE dito:

    Primeiro quero parabeniza-lo pelo seu site que exclarece muito as minhas dúvidas e agradeço pela ajuda e orientação.Te desejo muita luz,que os anjos do Senhor derrame bençãos sobre ti e sobre seu orquidário.Abraços.

  • Mirella Cabrera dito:

    Olá José Luiz!
    Estive consultando seu site e adorei, mas percebi que não sei nada perto do que muitos dos seus visitantes comentam. Possuo uma orquídea, nem sei o nome dela, já tive outra, porém deixei morrer por falta de conhecimento sobre seu cultivo. Eu a levava em um viveiro para replantio e lá eles a colocaram em um xaxim com terra preta, o que acabou por mata-la. Só depois descobri que elas devem ser cultivadas em substrato.
    Gostaria de saber se vc aceita visitas em seu orquidário e se ministra cursos para iniciantes. Eu quero aprender na prática a plantar orquídeas e quando e como trocar o substrato delas.

    Att,

    Mirella.
    R.: Mirella, espero inaugurar meu orquidário comercial no Jardim Imperial em Cuiabá, a partir de maio próximo, quando divulgarei aqui no blog sobre isso e poderei receber visitas para troca de idéias sobre cultivo de orquídeas. Aguarde! Falando do que te aconteceu, sobre orquídeas plantadas em xaxim com terra preta, se fosse terrestre até que “passaria”, mas epífitas não aceitam, acabam morrendo com o tempo. Abraços.

  • Sandra Soares dito:

    Bem pelo que Mirella passou tem muitos que ainda passam José Luis. Tenho visto por aqui algumas pessoas que até compram terra preta para tal finalidade, dizem que alguém recomendou, e por aí vai. Noutro dia eu estive com uma pessoa que ficou sem entender como eu plantava as minhas,rsrsrsrs. Coxim de côco, isopor picadinho, brita n°2 ou seixo rolado, já que pó de xaxim nem pensar e às vezes um pouco de musgo que mantém “bastante” umidade e tenho que tomar muito cuidado. Se bem que uma cattleya forbesii, eu comprei em um vaso de barro e plantada basicamente em brita e um pouco de coxim de côco. Mas que a nossa nova amiga não se decepcione com as mais maravilhosas de todas as flores, e se anime realmente a tê-las como hobbye. Um abraço, Sandra.

  • Gustavo Bays dito:

    Já encontrei a Cymbidium no site. Obrigado pelas informações. Eu já tinha até lido antes, mas queria tirar as dúvidas. Parabéns pelo site, que é ótimo. E obrigado pelo site.

  • Miguel Pelossi dito:

    Hola Jose Luiz :
    Quiero felicitarlo por su blog , ya que uno puede consultar sobre un monton de temas referidos a orquideas, sobre todo para lo que no tenemos facil acceso a ella, caso enfermedades, soy de Argentina , de la provincia de Santa Fe , hace seis años nos juntamos un grupo de amadores de orquideas y fundamos una asociacion , hemos organizado cinco expocisiones ,este año vamos por la sexta, con bastante exito, tenemos casi 100 asociados, quiero pedirle autorizacion para poder usar algunos de los articulos que Ud publica en su blog, para despues de traducido darlo a conocer entre nuestros asociados .
    Desde ya muchas gracias Miguel Pelossi
    R.: Estimado Miguel, agradeço sua visita. Todos os artigos e fotos publicados no blog podem ser divulgados desde que seja para fins gratuitos, sem qualquer finalidade economica, e mencionada a fonte. Sucesso ao grupo de orquidófilos de Santa Fé! Querendo publicar fotos de orquídeas das exposições, basta mandar-me via email com autorização, que tendo qualidade visual, poderão ser publicadas, preferencialmente constando o nome da planta junto. Abraços.

  • Cristiane dito:

    Boa tarde!
    Gostaria de saber se este tratamento pode ser usado regularmente, como prevenção, ou apenas para tratamento.
    Obrigado.
    Controle do Fusarium (citado por Abreu Jr.)

    Após o corte cirúrgico, submergir a planta em solução de extrato de cebola.
    Usamos 100g de cebola ou cebolinha verde, cortadas bem finas, e misturamos num litro de água, deixando o preparo curtir por 10 dias. Para pulverizar diluímos esse preparo em 3 litros de água. A planta pode também ser imersa nessa calda.”
    R.: Cristiane, não sei responder. Sugiro enviar email ao orquidólogo Darly Machado, autor do livro onde consta essa dica: darly.machado@ig.com.br
    Abraços.

  • vera amaral dito:

    Jose luiz,
    Tenho um espaço pequeno onde estou colocando algumas orquideas.Um orquidario improvisado, onde coloquei um plastico transparente e por cima sombrite de 50%.Ha mais ou menos 2 anos.Algumas orquideas estão ficando com as folhas pintadinhas de amarelo( inclusive uma Sharry baby) que esta muito florida, e algumas outras com as pontas secas.
    Fiquei preocupada pois visitei ontem um orquidario o o orquidofilo me disse que pode ser um fungo, por causa do sombrite.Mas eu penso que pode ser porque elas estão muito juntas…???
    Acontece que estou querendo fazer um espaço maior e este mesmo moço me disse que e muito melhor num orquidario a cobertura feita com fibra de vidro leitosa? Vc acha que e melhor para as plantas?
    Moro em Itaipu – niteroi – rj e a chuva e o vento aqui são constantes, apesar de ser razoavelmente quente.
    agradeço sua ajuda.
    R.: Vera, a proximidade dos vasos pode contribuir para propragação de fungos ou bactérias quando algum deles estiver infectado, propagando-se pros demais pelos respingos nas regas. O uso de plástico próprio para estufas ou essa telha de fibra de vidro leitosa, justifica mais em áreas de proteção destinadas a orquídeas floridas durante estação chuvosa, evitando-se antracnose e botrytis nelas. Assim, no planejamento de um orquidário o ideal seria uma parte apenas com sombrite e outra, além de sombrite, uma proteção com plástico próprio ou dessas telhas (o que ficar mais barato claro…) objetivando iswo que já mencionei. A grande maioria de orquidófilos não tem essa proteção contra excesso de umidade em seus orquidários. Katia e Sandra, moradoras no Rio de Janeiro, poderão acrescentar outras dicas. Aguardemos. abraços.

  • Sandra Soares dito:

    José Luis, boa noite, o caso da Vera como você já citou acima é parecido com o da Kátia, que custou a encontrar uma lugar ideal para as dela. Já no meu espaço, como já lhe disse tenho uma parte em telha de plástico ondulada e outra em sombrite 70% sendo que a maior parte fica debaixo das telhas. Já no caso das lindas e maravilhosas Sherry Baby, muitas vezes elas já vem dos orquidários ou lojas com estas pintas, que parececem ferrugem, por mais que coloque calda bordalesa ou calda de fumo as mais novas ainda saem algumas com pintas, e quem vai ter coragem de cortar todas as folhas que aparetemente estão com problemas?? Mas se tiver espaço para que não fiquem muito perto melhor ainda estimada Vera, pelo menos assim ficam mais protegidas.Um abraço, Sandra.

  • Sandra Soares dito:

    E além do meu comentário, temos a Kátia que é do mesmo bairro que a amiga Vera.Teremos aí mais um comentário esclarecedor para complementar o assunto, sei que a Kátia não deixará de comentar e dar algumas dicas para Vera!!! Abraços, Sandra.

  • katia dito:

    Vera, no ano passado fiz um espaço improvisado apenas com sombrite e elas estão aparentemente bem.
    Normalmente faço uma inspeção pela manhã e quando observao as tais pintas pretas faço uma pasta com calda bordaleza e pincelo as folhas de ambos os lados.
    Quando estão florindo nãO deixo neste local pois pode “melar” Coloco-as em um espaço protegido com telhas mais com boa luminosidade.
    É um pouco complicado, mas aos pouquinhos vamos começando a entendê-las…
    Boa sorte! Katia

  • Ana Maria dito:

    Bom dia e parabéns pelo site José Luis!!!
    Vc parece ser a “salvação” da lavoura… prá mta gente!!!
    Gostaria mto de receber sua ajuda tbém.

    - como se faz e prá que serve a calda bordalesa?
    - Eu li o comentário da Cristiane em 02.03.10… e identifiquei uma dúvida que tenho.
    A minha phalaenopsis depois de florir, foi podada e está tbém com um novo brotinho de flor na ponta da haste. Ontem mesmo coloquei canela em pó nas raízes.
    Pergunto onde vai sair a nova muda prá ser replantada noutro vaso??
    Eu devo cortar esta haste nova e plantar noutro vaso??? Não entendi o que devo fazer!!! Gostaria mto de aumentar o número de mudas desta especie.. Me ajude!!!
    Obrigada!!!
    R.: Ana, respondi via email parte de suas dúvidas. Sobre fórmula de preparo e indicações da calda bordalesa, clique AQUI. Sobre sua Phalaenopsis, não mexa nessa haste que já podou e está saindo novo broto, provavelmente de nova floração. Mantenha como está e deixe desenvolver naturalmente. Quando sai uma nova muda na haste, ela forma-se com o tempo, novas folhinhas brotando de uma das gemas, e a medida que desenvolve-se, solta raizes aéreas. A partir disso, quando estiver mais robusta, é facilmente destacada da haste mãe, para ser replantada como o costume. Como já respondi no email, o surgimento de nova muda ou seguimento de haste com nova floração vai depender da atuação de fitormônios, um deles, natural em qualquer planta, é a auxina (saiba mais clicando nesse link). Alguns dão sorte de surgir novas mudinhas, outros novas florações e outros os dois…rs! Mas não é regra isso, porque alguns menos sortudos, tem a ponta da haste cortada contaminada e ela acaba secando com o tempo. Abraços.

  • ROSMEIRI dito:

    Boa tarde!

    Adorei o site José Luis!

    Tenho várias órquideas, já tive muito mais, perdi muitas com fungos, podridão, etc…..
    Elas ficam na chácara onde não tenho quem cuide delas, assim só molho e faço adubações nos finais de semana, mas elas não estão muito felizes com essa situação.
    Tenho em vasos e em arvores……no meu caso seria mais viável colocar todas nas árvores?

    Obrigada
    Rosmeiri
    R.: Condições deficientes de luminosidade, ventilação e umidade provocam aparecimento de diversas doenças ou pragas. Sugiro replantá-las em árvores somente quando iniciarem o período de chuvas na sua região… dessa forma terão maiores condições de adaptação e enraizamento. Coqueiros ou palmeiras, seja areca, coco da bahia, bocaiuva, fenix, dentre outros são ótimos para isso. Abraços.

  • Marinalva Silva de Souza dito:

    Bom dia José Luiz,

    Desde que descobri o seu site, tenho achado respostas para as minhas perguntas, mas agora , eu gostaria de saber o seguinte: qual o tempo que leva uma orquídea florescer.

    É o seguinte, eu tinha uma touceira de orquídeas em um pedaço de xaxim e resolvi dividi-la em várias mudas, tendo conseguido fazer 22 mudas de orquídeas. As perguntas são as seguintes:
    1- quanto leva para florscer

    2 – Posso usar esse fetilizante que você ensinou com ajinomoto de 10 em 10 dias mesmo sendo mudas ?

    Desde já agradeço a gentileza em me responder.
    R.: Marinalva, não aconselho “dissecar” uma touceira de orquídeas para fazer tantas mudas, causa estresse e elas demoram um bom tempo para recuperarem-se, sem contar o risco de contaminarem-se nos cortes feitos por virus ou bacterias, se não tiver tido uma prévia desinfecção do material cortante, bem como esterilização posterior dos cortes com fungicida/bactericida. Cada corte deve ter no mínimo 3 pseudobulbos cada um, para garantir melhor sobrevida e desenvolvimento dessa nova muda. Na primeira semana do plantio dessa novas mudas sugiro uso exclusivo de água limpa e sem cloro. Depois poderá usar uma diluição de adubo rico em nitrogênio para facilitar o enraizamento, nessa fórmula preconizada para floração, mas usando no lugar um adubo destinado a crescimento ou manutenção: seja NPK 30-10-10, ou NPK 10-10-10 ou 20-20-20. Abraços.

  • Mariluze Müller Pinheiro dito:

    Olá, Sr. José Luiz!

    Assim como o Sr., também resido em Cuiabá. Tenho alguns exemplares de orquídeas e pesquisando informações na net descobri seu site.
    Quanto capricho! Adoreiiiiiiiiii! Parabéns!
    Sabe, essa semana fui brindada com a florada de uma Cattleya Walkeriana Cambara que plantei em um pedaço de ripa. Penso que ela é a majestade das orquídeas de nosso bioma, resistente, linda, florida e perfumada. Pena que o perfume não possa ser sentido na tela, não é mesmo?
    Sucesso!
    Atenciosamente,
    Mariluze
    R. Obrigado por sua visita. A Cattleya walkeriana, não importa a especie, mesmo hibridizada, costuma ser perfumada, mas como a Cattleya nobilior, tem horario para exalar seu agradavel perfume, normalmente pela manhã, com maior intensidade por volta de 8 ate 10 horas da manhã. Experimente observar isso inclusive noutros horarios. Abraços

  • Márcia dito:

    Olá José Luiz!

    Visito regularmente este site em busca de informações, novidades e soluções para cuidar de minhas orquídeas. Gosto muito das informações aqui contidas e sempre consigo encontrar o que preciso. Mas estou precisando de ajuda. Acabei de ganhar esta orquídea de meu esposo e não faço idéia de qual seja, de quais cuidados precisa, enfim, não sei como cuidar e nem sei como procurar, por não saber o nome dela. Nas fotos, aparecem algumas folhas amareladas, que já foram cortadas. As raízes estão saindo por baixo do vaso, pelos furinhos. Ela está com muitas pedras no vaso, aquela brita, de construção. Geralmente, coloco minhas orquídeas em carvão cortadinho, será que ela também vai ficar bem com carvão. Se puder me ajudar, ficarei extremamente agradecida, afinal, não quero perdê-la de jeito nenhum. Muito obrigada pela atenção e parabéns pelo trabalho. Abraços! Márcia
    R.: Márcia, substrato para orquídeas varia muito de pessoa parapessoa, nalumas situações aquilo que um orquidófilo usa e dá certo com ele, estranhamento com outro não acontece a mesma coisa. Alguns usam carvão em pedaços misturado com brita etc, e dá certo, a vantagem do carvão é que éage como fungicida natural. Demais detalhes respondi via email, naquele que você enviou com a foto de sua Cymbidium, alias, com bela floração! Abraços.

  • Luiz dito:

    Ai galera vai rolar O Primeiro encontro de Botânicos de Mato grosso Reunindo Experiências e Projetando o Futuro
    18 a 20 de agosto de 2010
    Vai ser uma Experiência muito boa vai rolar no campus Tangará da Serra, da Universidade do Estado de Mato Grosso.
    Vamos e aproveitem!!

    http://www.nectar.bio.br/encbot/apresentacao1.htm
    Estou gostando muito do site de vocês parabéns pela iniciativa!
    R.: Grande Luiz! Grato pela visita, aproveitei para “improvisar” um cartaz virtual do evento com recortes da página de divulgação de vocês, veja acima. Espero que goste, apesar da simplicidade. Abraços e sucesso no evento!

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