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CULTIVO DE ORQUÍDEAS – REGRAS GERAIS

31 julho 2008 67 comentários

Escrito de forma clara e objetiva segue-se excelente texto copiado na íntegra de folheto sobre orquídeas editado pela ASSOCIAÇÃO ORQUIDÓFILA DE SÃO PAULO – AOSP, de autoria do orquidólogo Sr. Denitiro Watanabe, de quem obtive autorização para esta publicação e agradeço por sua gentileza e colaboração. Querendo profundar-se nos assuntos aqui tratados, inclusive tendo em sua casa para uso diário  dois ótimos MANUAIS com centenas de fotos e descrição de ORQUIDEAS HÍBRIDAS OU ESPÉCIES, vendidos pela AOSP, veja no final mais detalhes, fotos e como comprá-los. O texto a seguir ensina-nos:

a) Como situar   as orquídeas.

b) Como pronunciar nomes de orquídeas;

c) Classificação por habitat;

d) Regras básicas de plantio;

e) Temperatura, Água e Umidade e Quando molhar a orquídea.

f) Tipos de substratos;

g) Luminosidade;

h) Adubação;

i) Pragas e doenças;

j) Quando dividir, plantar e replantar;

k) Floração.

TRIBUTO A DENITIRO WATANABE

Depois de publicado este artigo, recebi email da amiga orquidófila Katia Maria, de Niterói/RJ, com o seguinte:  “(…)sou uma leitora voraz de revistas, livros, enfim tudo o que for relacionado a orquideas e outras plantas (roseiras,  violetas, etc).
E ao ler uma revista me deparei com uma reportagem sobre Denitiro Watanabe!
A história dele é incrível! Não sei se você conhece…
Ele com  70 anos  cuida de mais de 2000 orquideas e 800 espécies e ainda tem tempo para escrever livros, participar de exposições, etc.
Quando da 2a. Guerra Mundial seus pais fixaram residência no Brasil e cultivavam hortaliças e pessegos.
Por ter passado em um dos melhores colégios de São Paulo foi presenteado pelo pai com um bulbo de Cymbidium , pois o pai não tinha condições de lhe dar uma planta com flores e folhas. Dois anos depois ela floresceu.
A partir de então ele começou a sua coleção aos 11 anos de idade!

Sua orquidea mais preciosa é uma Cattleya walkeriana “Feiticeira” que lhe foi presenteada por um amigo sob a condição de nunca a vender.

 E como voce divide com outras pessoas  suas experiências e passa o ensinamento de nunca comprar plantas sem nome! Bonito, uma verdadeira lição de vida,  não é?”

Emocionei-me lendo isso, e com esse texto presto homenagem do mundo orquidófilo a essa pessoa maravilhosa, cuja história é uma lição de vida a ser seguida!!!  Obrigado sr. Denitiro, pelo muito que tem feito pela orquidofilia no Brasil!!!  

CULTIVO DE ORQUIDEAS – autor: Denitiro Watanabe, orquidólogo.

a) SITUANDO AS ORQUÍDEAS: A orquídea pertence a uma família de plantas subdividida em mais de 1.800 gêneros e cada gênero possui de uma a centenas de espécies. O número total de espécies oscila em torno de 35.000, espalhadas pelos quatro cantos do mundo. O gênero Isabelia, por exemplo, possui apenas 2 espécies. O gênero Cattleya possui cerca de 70 espécies. E o gênero Bulbophyllum tem mais de mil espécies. As orquídeas mais populares são dos gêneros (C.) Cattleya, (L.) Laelia (lê-se Lélia), (Onc.) Oncidium (uma das espécies é conhecida como Chuva de ouro), (Milt.) Miltonia, (Den.) Dendrobium, (V.) Vanda, (Phal.) Phalaenopsis (lê-se Falenópsis), (Paph.) Paphiopedilum, conhecido como sapatinho (lê-se Pafiopédilum). 

b) NOME DAS ORQUÍDEAS: Os nomes das orquídeas são dados em latim ou grego clássicos, línguas mortas,para que sejam os mesmos no mundo inteiro e nenhuma língua viva prevaleça sobre a outra. Assim, costumam oferecer algumas dificuldades na escrita e na pronúncia. Veja os exemplos:

- O conjunto de vogais ae lê-se e.  Ex.: Laelia (Lélia); Exceção: Aërides (Aérides).

- O conjunto de vogais oe também tem o som de e. Ex.: Coelogyne (Celógine).

- Ph tem  o som de F. Ex.: Phalaenopsis (Falenópsis).

- X tem som de KS. Ex.: Xanthina (Ksantina).

- CH tem som de K. Ex.: Chiloschista (kiloskista), Pulchelum* (pulkelum), Chondrorhyncha (kondrorrinka), Chocoensis (Kocoensis), *Ornithorhynchum (Ornitorrincum).

- TI seguido de vogal soa como CI, exceto quando precedido de S, T ou X. Ex.: Constantia (Constancia), Neofinetia (Neofinecia), Bletia (Blecia), mas Comparettia (Comparetia), Pabstia (Pabstia).

*Nota do administrador: Acrescento aqui que na fonética do LATIM a consoante M  no final dos nomes soa surda, débil, quase inexistente. Ex.: Catasetum (catasetu), Pulchelum (pulkelu) – evite-se acentuar a pronúncia do M final.

Segundo convenção científica, nomes de gêneros e espécies devem ser escritos em itálico  ou grifados.

c) CLASSIFICAÇÃO POR HABITAT: De acordo com o lugar do seu habitat, as orquídeas são classificadas como EPÍFITAS, TERRESTRES ou RUPÍCOLAS.

EPÍFITAS, a maior parte das orquídeas vivem agrupadas em troncos de árvores, mas não são parasitas, pois realizam a fotossíntese a partir de nutrientes absorvidos pelo ar e pela chuva. Portanto, ao contrário do que se pensa, não sugam a seiva da árvore.

TERRESTRES: vivem como plantas comuns na terra. Ex.: Paphiopedilum, Arundina, Neobenthamia, Bletia, embora aceitem o plantio em substrato ou envasamento.

RUPÍCOLAS são as que vivem sobre as rochas, fixadas nos líquens das fendas. Ex.: Laelia flava.

d) REGRAS BÁSICAS PARA O PLANTIO: A maior parte das orquídeas pode ser plantada em vasos de barro ou plástico de tamanho compatível com o da planta. É aconselhável o replante anual, ou pelo menos a cada dois anos, em virtude da decomposição ou deterioração do material.

Eis aqui algumas regras úteis:

1. Coloque uma camada de pedra no fundo do vaso (2 a 3 dedos) para permitir a rápida drenagem do excesso de água.

2. Complete com fibra de coco ou similar. Se houver pó, lave-o num balde com água para dispersar o pó. Evite substratos que contenham muito pó. As raízes necessitam de arejamento.

3. Certas orquídeas progridem na horizontal (rizoma), Laelia e Cattleya por exemplo, e vão emitindo brotos um na frente do outro. Para esse tipo de planta, deixe a traseira encostada na beira do vaso e espaço na frente para dar lugar a novos brotos (não enterre o rizoma, somente as raízes). Comprima bem o substrato para firmar a planta, a fim de que, com o vento ou um jato d´água, ela não balance, pois a ponta verde da raiz irá roçar no substrato, secar e morrer. Se necessário, coloque uma estaca para melhor sustentação.

4. Há orquídeas que dificilmente se adaptam dentro de vasos. Nesse caso, o ideal é plantar em tronco de árvore ou casca de peroba, protegendo as raízes com um plástico até a sua adaptação. Alguns exemplos dessas espécies são: C. walkeriana, C. schilleriana, C. aclandiae, a maioria dos Oncidiuns, Leptotes, Capanemias.

5. Orquídeas monopodiais (que crescem na vertical), como Vandas, Ascocendas, Rhynchostylis, Ascocentrum, devem ser plantadas no centro do vaso ou serem colocadas em cesto sem nenhum substrato.  Nesse caso exigem um cuidado especial todos os dias. Deve-se molhar não só as raízes mas também as folhas com água adubada bem diluída. Por exemplo, se a bula do adubo líquido recomenda diluir um  mililitro desse adubo em um litro de água, ao invés de um litro, dilua em 20 litros ou mais e borrife, a cada duas ou três horas, principalmenten em dias quentes e secos. Você pode perder a paciência, mas não a planta. Como exigem alta umidade relativa, pode-se, por exemplo, usar um recipiente bem largo, como uma tina furada, encher de pedra britada e colocar a planta com o vaso sobre as mesmas, de modo que as pedras molhadas pela rega assegurem a umidade necessária. 

e) TEMPERATURA, ÁGUA E UMIDADE e QUANDO  MOLHAR A ORQUIDEA: A umidade relativa do ar (quantidade de vapor d´água existente na atmosfera) nunca deve estar abaixo de 30%, caso contrário, as plantas se desidratarão rapidamente, o que, aliás, também ocorre conosco. Em dias quentes, a umidade relativa do ar é menor, por isso é necessário manter o ambiente úmido e molhar não apenas a planta, mas também o próprio ambiente. Num jardim, com muitas plantas e solo de terra a umidaderelativa é bem maior do que numa área sem plantas com piso de cimento.

Nunca molhe as plantas quando as folhas estiverem quentes pela incidência de luz solar, pois o choque térmico pode causar pequenas lesões que servem deporta de entrada para doenças. Molhe pela manhã ou no fim da tarde, quando o sol estiver no horizonte. Se precisar molhar durante o dia, espere uma nuvem cobrir o sol por cerca de 10 minutos para que as folhas esfriem. Somente, então, borrife as folhas, pois umidecê-las é extremamente benéfico.  

-Quando devo molhar? Ouvimos com frequência esta pergunta e a resposta é infinitamente relativa. Se uma orquídea está plantada em substrato com pó, a rega pode ser semanal, mas, se estiver plantada em piaçaba ou casca de madeira, a rega deve ser diária. Quando se compra um vaso de orquídea, é útil verificar qual o substrato (material) em que está plantada, pois, dependendo dele, a secagem pode ser rápida ou lenta.

f) OS SUBSTRATOS MAIS COMUNS SÃO:

1. Fibra de coco com pó: secagem lenta.

2. Fibra de coco sem pó: secagem moderada.

3. Musgo ou cubos de coxim: secagem moderada.

4. Carvão ou piaçaba: secagem rápida.

5. Casca de pínus: secagem moderada, quando sem pó, e lenta, se tiver pó.

6. Mistura de grãos de isopor, casca de pínus e carvão: secagem rápida.

7. Casca ou tronco de madeira: secagem super rápida.

NOTA DO ORQUIDARIO CUIABÁ: O website “AORQUIDEA” do Mario A.G. Leal tem um excelente artigo complementando  o assunto SUBSTRATOS, CLIQUE AQUI  para saber mais no site dele.

A melhor maneira de regar é imergir o vaso num recipiente com água e deixar por alguns minutos. Se você molhar com um regador um vaso ressecado, pode ocorrer de a áua encontrar um canal por onde escorrer e o resto do substrato continuar totalmente seco. Um meio de verificar a umidade do vaso é aprender a sentir o peso, segurando com as mãos, ou atravé se um exame visual. Não use a mesma água em que foi mergulhado um vaso,par outro, pois, se no primeiro houver fungos nocivos à planta, o outro vaso irá se contaminar.

g) LUMINOSIDADE: Luz é essencial. Uma planta não pode fazer sombra para a outra. O ideal é manter as plantas sob uma tela sombrite de 50 a 70%, dependendo da intensidade da insolação local. Assim elas receberão claridade em luz difusa suficiente para realizarem a sua função vital que é a fotossíntese. Se as folhas estiverem com cor verde garrafa, é sinal de que estão precisando de mais luz. E se estiverem com uma cor amarelada, estão com excesso de luz.

Existem orquídeas que exigem mais sombra: é o caso, por exemplo, de algumas microorquídeas, alguns exemplares de Paphiopedilum,  da  Miltonia colombiana. Para estas plantas pode ser usada uma tela de 80% ou uma tela dupla de 50% cada.

Há outras que exigem sol direto, como a Vanda teres e Renanthera coccinea que, se estiverem sob uma tela, poderão crescer vigorosamente, mas dificilmente darão flor.

h) ADUBAÇÃO: As orquídeas necessitam de alimento como qualquer outra planta. Quando o adubo for líquido, dilua um mililitro (é igual a um centímetro cúbico) em um litro d´água. Uma seringa de injeção é um medidor prático.

Quando for sólido, mas solúvel em água, dilua uma colher de chá (1g) em um litro de água numa frequência de uma vez por semana. Essas soluções podem atuar como adubo foliar, mas nunca aplique durante o dia, pois os estômatos das folhas (minúsculas válvulas) estarão fechados. Faça-o de manhã, antes do sol nascer, ou no fim da tarde, molhando os dois lados das folhas (o número de estômatos é maior na parte debaixo das folhas).

Concentração de adubo menor do que a indicada acima ou pelo fabricante nunca é prejudicial. Se diluir o adubo citado acima (um mililitro ou um grama) em 20 litros de água (ou mais) e com ele borrifar diariamente as plantas, você pode obter excelentes resultados. Corresponde ao tratamento homeopático. Dosagem maior que a indicada funciona como veneno e pode até matar a planta.

Se o adubo for sólido, insolúvel na água, como o adubo da AOSP, deve ser colocado diretamente no vaso, numa média de uma a duas colheres de chá, dependendo do tamanho do vaso, uma vez por mês. É preciso cuidado para não jogar diretamente sobre as raízes expostas.

Obs.: Cessar a adubação quando o pseudobulbo estiver amadurecido, exceto para plantas monopodiais que tem crescimento contínuo.

i) PRAGAS E DOENÇAS: Plantas bem cultivadas, isto é, com bom arejamento, boa iluminação, num local de alta umidade relativa e bem alimentadas, dificilmente estão sujeitas a pragas e doenças. Falta de arejamento e de iluminação podem ocasionar o aparecimento de pulgões e cochonilhas (parece pó branco) que podem ser eliminados por catação manual ou com o uso de uma escova de dentes macia molhada com caldo de fumo, se forem poucas plantas.

Se o número de plantas for tal que impossibilite esse processo, você pode usar um inseticida adequado.

Planta encharcada pelo excesso de água ou submetida a chuvas prolongadas pode ser atacada por fungos e/ou bactérias, causando manchas nas folhas e/ou apodrecimento das raízes. O que ocorre é que os fungos ou nematóides que estavam em estado latente, ao encontrar condições favoráveis, se ativam e atacam as raízes.

No comércio existem muitos tipos de fungicidas e inseticidas, mas o manuseio requer cuidados especiais, pois são tóxicos para o ser humano e para outros seres vivos. Deixamos aquia a velha receita caseira do caldo de fumo que não é nocivo e é fácil de preparar.

Ferva 100 g de fumo de rolo picado em um litro e meio de água, acrescente uma colher de chá de sabão de coco em pó e borrife as plantas infectadas. É importante ferver o fumo, pois pode ser portador do vírus do tabaco.

Para combater pulgões e cochonilhas, pode-se também usar spray doméstico, tipo mata moscas, baratas, formigas, etc, feito à base de água e não de querosene (aqueles à base d´água vem escrito no tubo bem visivel esse detalhe).Uma outra boa opção é usar o óleo da semente de Nim que atua como inseticida e fungicida, tomando o cuidado de aplicar quando  a temperatura  estiver abaixo de 20º C e à sombra.

j) QUANDO DIVIDIR, PLANTAR E REPLANTAR: A divisão e replantio devem ser feitos quando a planta estiver emitindo raízes novas, o que se percebe pelas pontinhas verdes nas extemidades das raízes, não importando a época, inverno ou verão. Quando for dividir a planta, cada parte deverá ficar com, no mínimo, três bulbos, tendo-se o cuidado de não  machucar as raízes vivas, o que se consegue molhando-as, pois ficam mais maleáveis. Sempre flambeie com uma chama (de um isqueiro, por ex.) o instrumento que vai usar para dividir a planta, para ter certeza de que a lâmina não está contaminada por vírus.

No caso de orquídeas monopodiais, como  Vanda, Renanthera, Rhynchostylis, que soltam mudas novas pelas laterais, deve-se esperar que emitam pelo menos duas raízes, para então, separar da planta mãe.

As orquídeas do tipo vandáceas vão crescendo indefinidamente, atingindo metros de altura. Nesse caso, pode-se fazer uma divisão, cortando o caule abaixo de 2 ou mais raízes e fazer um novo replante. Se a base ficar com alguns pares de folhas, emitirá novos brotos.

k) FLORAÇÃO: De um modo geral, cada espécie tem sua época de floração que é uma vez por ano. Convém marcar a época de floração de cada espécie e examiná-las periodicamente, pois, caso não floresçam nessa época, você poderá detectar que algo errado poderá estar acontecendo com a planta e tomar providências. Por ex., no verão, teos floração da C. granulosa, C. bicolor, C. guttata. No outono, temos a C. violacea, C. luteola, L. perrinii, C. bowringiana. Na primavera temos C. warneri, L. purpurata, C. gaskeliana. Existem orquídeas, como certas Vandas que, bem tratadas, chegam a florir até quatro vezes por ano (desde que não sejam atingidas por um inverno rigoroso). O mesmo ocorre com híbridos cujos pais têm épocas diferentes de floração.

VEJA AGORA FOTOS DOS MANUAIS DE ORQUÍDEAS VENDIDOS PELA AOSP – com a sra. Lídia, pelo telefone (11) 3207-5703 ou email para aosp@aosp.com.br, mediante prévio depósito na conta bancária da Associação Orquidófila de  São Paulo. Comprei os dois manuais. O primeiro volume organizado pelos orquidólogos Denitiro Watanabe, Márcia Sanae Morimoto, Gílson Tadao Enoki Kihara e Lúcia Midori Morimoto possui fotos coloridas de 506 espécies de orquídeas com ficha de cultivo. O segundo volume possui fotos coloridas e fichas de 442 espécies e 295 híbridas, e foi organizado por Denitiro Watanabe e Márcia Sanae Morimoto. Se você quer saber mais sobre orquídeas e pesquisar sobre algumas de sua coleção que não sabe o nome, esses dois manuais são INDISPENSÁVEIS em sua biblioteca. Não se esqueça de dizer que tomou conhecimento dos manuais aqui no blog-site do Orquidário Cuiabá  virtual. Talvez a simpática dona Lídia lhe dê um desconto especial!

67 Comentários »

  • katia dito:

    Muito bom!

    Adorei saber o grau de secagem dos substratos que utilizamos. Em regra, uso casca de pinus e carvão, embora deteste, pois é dificil prender a planta mesmo com tutores. As minhas ficam sempre meio bambas!

    Foi importante saber que possuem a secagem rápida. Normalmente molho duas vezes por semana. Agora vou tomar mais cuidado.

    Quanto a questão do adubo me falaram que é importante sempre molhar antes as plantas. Assim, quando vou aplicar o adubo molho antes (pela manhã) e no fim da tarde coloco o adubo ou então dou uma borrifada e depois aplico o adubo. Acho que perdi algumas plantas porque não molhava antes o substrato, não sei…

    Quanto a questão das regas me orientaram a molhar umas três vezes para o substrato absorver. Não sei se é necessário quando o vaso for de plástico já que retém mais umidade.

  • margareth dito:

    Obrigado pela resposta, quanto minhas orquideas sem identificações, digo que TODAS são nativas, não sou muito fã de orquideas hibridas, apesar de admirar sua beleza, contudo, gosto mesmo é das nativas, uma ou outra que tenho ou compro é são hibridas.
    Conforme minhas orquideas forem florindo, vou tirar fotos e enviá-las a você para que me ajude a identificá-las e assim catalogá-las.
    Outra pergunta que tenho: não tenho espaço nem árvores para cultiva-las só em vasos, por isso gostaria que me dissesse como faço para cultiva-las na parede, com algum tipo de suporte, ou forração.
    Obrigado
    Margareth
    R.: Margareth, se vc mora em apartamento com área de serviço e sacada num dos espaços, tenho duas sugestões: a. Providencie uma treliça de madeira, parafusando-a na área de serviço, onde incida o sol da manhã ou da tarde, fixando ganchos rosqueáveis na madeira da treliça, na quantidade que desejar conforme o tamanho disponível na mesma onde poderá dependurar seus vasos usando aqueles ganchos típicos de vasos de samambaias, a desvantagem disso é que suas plantas só terão luminosidade num período do dia (manhã ou tarde); b. Encomende um biombo com moldura de alumínio (pode ser madeira, mas fica mais pesado), e rodinhas na base,(com reforço lateral na altura das rodinhas para que o biombo não tombe com o peso das plantas dependuradas) fixando uma tela resistente de arame galvanizado nessa moldura. Nela poderá fixar os vasos de suas orquídeas de ambos os lados. A vantagem é que poderá transitar com esses biombo móvel com rodinhas seja para sua área de serviço, divisão de espaços internos ou sacada externa ou próximo de uma janela, sempre visando nessa movimentação não apenas o efeito integrativo na decoração de sua casa, mas principalmente em proporcionar às suas plantas a ventilação e luminosidade necessária para que respondam bem ao tratamento, permaneçam saudáveis e florindo na época certa. Leia o artigo acima que tem boas dicas de cultivo geral. Seu comentário estava postado noutro, e optei por transferí-lo para este porque está mais dentro do assunto tratado. Espero que esta sugestão lhe ajude na sua escolha. Um abraço.

  • margareth dito:

    Obrigado mais uma vez pelas dicas, agora se puder me responda porque algumas de minhas orquideas tem nas folhas pontos de ferrugem, e o que posso aplicar nelas para que isto não destrua a planta.
    Desculpe tanta pergunta, é que tenho mais ou menos 40 a 50 especieis de orquideas nativas e nunca soube seus nomes e cuidados uma vez que cada uma vem de uma determinada região do Brasil.
    abraços
    R.: (rs!) E você compra espécies de diferentes lugares do Brasil e o pessoal que te presenteia ou vende não informa os nomes?!? …tentarei de ajudar! Sobre a ferrugem veja o link http://www.orquidariocuiaba.com.br/?p=38 sobre uso da calda de fumo, que poderá ser reforçada com a calda bordalesa, tudo no mesmo artigo linkado. Uma das grandes razões para algumas pragas, fungos e bactérias em nossas orquídeas é a falta de ventilação, ou ventilação inadequada, excesso de umidade no substrato e o ato de molhar as plantas usando de esguicho, que respinga gotas de uma planta contaminada noutra sadia. O ideal seria molhar as plantas por gotejamento direto no substrato, feito com mangueirinhas de soro, etc…mas é trabalhoso conforme o tamanho do orquidário e demanda um controle rigoroso do gotejamento evitando o encharcamento.

  • katia dito:

    tenho alguns conhecidos que esterilizam todo o material utilizado (cacos para drenagem, substrato, etc).
    Fervem as pedras e também o substrato.
    Isto é realmente necessário?
    R.: (rs!)Kátia! há muitos anos meu hobby principal sempre foi o cultivo de orquídeas…nunca cheguei a tanto, se percebo que o material a ser utilizado está contaminado simplesmente troco por outro (cacos para drenagem, substrato etc.). Eventualmente lavo os pedriscos ou cacos para retirada do pó ou terra. Como uso muito de cascas de coco secas, após deixar o coco inteiro sob sol e sereno até que esteja pronto para uso, o que demora em média 2 meses (depois fica estocado em sacos plásticos arejados), às vezes ele apresenta algumas manchas de fungos. Nessas situações, além de lavar com escova de lavar roupa e sabão em pedaço, enxaguo com uma solução de água sanitária diluida em água, deixo secar ao sol e no outro dia utilizo como substrato…mas sinceramente, NUNCA FERVI tais coisas. Um abraço!

  • katia dito:

    Li uma reportagem que não se deve colocar vasos pendurados sobre as bancadas, pois passam doenças, pragas, etc… umas para outras. Eu tinha o hábito de fazer isso para conseguir mais espaço.

    Notei que quando retirei algumas plantas que estavam penduradas as que ficaram na bancada ficaram mais “felizes”, com as folhas mais vigorosas.

    Havia também uma reportagem interessante sobre o plantio de orquideas usando como substrato o caroço de açai e parece com bons resultados!

    Esta experiência vale para quem tiver facilidade em conseguir os caroços.

    Abraços!
    R.: Planta típica da região amazônica, os caroços do açaí têm sido utilizados por alguns até como composição do substrato para germinação de orquídeas. No Mato Grosso temos fruta parecida chamada BACABA, cuja palmeira é bonita e exótica porque sua copa não abre como todo coqueiro, mas em forma de leque. Aos orquidófilos de regiões onde tenham facilidade para conseguir caroços de AÇAÍ e BACABA…registramos a sugestão!!! Aos que já utilizam tais caroços no plantio de suas orquídeas, enviem-nos comentário sobre os resultados obtidos!!!

  • Vera Coelho dito:

    Particularmente não utilizo nenhum caroço como substrato, mas em Fortaleza alguns orquidófilos usam o caroço do coco babão, uma palmeira, e o caroço da cajá. Ambos são fervidos para perderem o poder de germinação. Fica aí a minha dica!
    R.: Gostei de sua dica Vera! O coco babão não conheço, aliás, conheço alguns que podem ser esse, já o cajá é muito comum no Mato Grosso e seria interessante um teste usando-o como substrato, depois de fervido para tirar a germinação. Obrigado!!!

  • Iraene dito:

    quero adquirir os manuais de orquídeas, me ajuda?
    ah e o coco babão vc conhece lembra das palmeiras na avenida de sua antiga casa em Luciara? pois então! o próprio!
    R.: Agora lembro deles! Dá pra tentar em Luciara essa experiência do Ceará, afinal na cidade tem ambas as frutas, o coco babão e cajá!!! hmmmm…e eu aqui não tenho!!! Irá, sobre a aquisição dos manuais da AOSP você deve ligar direto (o número do telefone está nas fotos dos livros)e falar com dona Lídia, ela te passará os valores incluindo o sedex e número da conta bancária da AOSP. Como em Luciara o Correio demora na entrega devido os dias de ônibus, diga a ela que vc quer remessa como encomenda simples, fica mais barato que sedex. Feito o deposito (faça depósito identificado, onde aparece seu nome…o caixa do Banco sabe disso), vc deverá enviar cópia dele via fax para o mesmo número do telefone, constando no papel seu nome e endereço para remessa. SUGIRO COMPRAR OS DOIS MANUAIS, são muito bons, e são plantas diferentes nos dois! Um abraço!

  • Ariel dito:

    quanto a utilização de meios de cultura, a autoclavagem dos mesmos não degrada os minerais, e ou compostos organicos utilizados? qual o metodo ideal?
    qual o melhor PH para meios de cultura feitos para o genero Cattleya?
    quanto de iluminação após a semeadura?
    quanto a temperatura que os frascos iram permanecer?
    qual é a melhor idade para se fazer a semeadura de sementes do genero c.? capsula pre-madura ou totalmente madura quando esta ja-se encontra-se corompida?
    quanto a esterilização das sementes é em hipoclorito mesmo á 10% lavagem durante 10 min?
    tenho essas duvidas pois realizarei uma semeadura de C. violacea, C. eldorado, C.luteola (Manaus-AM 11/08/2008)
    R.: Estimado Ariel, seja bem-vindo! Suas dúvidas demandam resposta acurada técnico-científica! Sugiro contatar o orquidólogo DARLY MACHADO DE CAMPOS, de Campinas/SP, que tem dois livros tratando do assunto que você tem dúvida, o “Orquídeas: Manual prático de cultura” e o “Orquídeas: Manual prático de reprodução”, com técnicas modernas, revolucionárias e resultados comprovados. Entre em contato com ele pelo email: darly.machado@ig.com.br Um abraço e sucesso no seu laboratório!!! Querendo participar de nossa home page, escrevendo assuntos relacionados a orquídeas, seja bem-vindo!

  • Eloi Azalini Máximo dito:

    Olá, sou um orquidófilo amador e venho estudando a germinação da espécie. Gostaria de saber como adquirir o meio de cultura Kanudson C.

    Eloi, Belo Horizonte – MG
    R.: Estimado Eloi, seja bem-vindo ao Orquidario Cuiabá virtual! Sugiro a você caminhos mais simples senão melhores, igualáveis à fórmula “C” do Prof. Knudson, publicada em 1946 no Boletim da Sociedade Americana de Orquídeas, que é a seguinte:
    Nitrato de cálcio – 1,00 grama;
    Fosfato monobásico de potássio – 0,25 grama
    Sulfato de magnésio – 0,25 grama
    Sulfato de amônia – 0,50 grama
    Sulfato ferroso – 0,025 grama
    Sulfato de manganês – 0,0075 grama
    Açúcar – 20,00 grama
    Agar – 12 a 15,00 grama
    Água destilada – 1 litro.
    Tal fórmula não é comercializada, mas encomendada em qualquer boa farmácia de manipulação. Provavelmente em BH você encontrará uma conceituada que poderá prepará-la para você. Se fosse em São Paulo recomendaria a antiga Botica “Veado d´Ouro”, que fica no centro da cidade. Lembre-se que um trabalho nesse sentido envolve até autoclaves na esterilização…o que torna dispendioso para amadores, mas se você tiver meios…sucesso! Complementando o que disse acima, o orquidólogo Darly Machado pesquisou método mais simples, praticou e comprovou uma fórmula denominada pelos orquidófilos de “Coquetel de frutas”, com ótimos resultados na germinação de sementes de orquídeas. Sugiro comprar os livros dele entrando em contato pelo email darly.machado@ig.com.br – Conte-nos depois de seus experimentos e pesquisas, e quem sabe, dividindo num artigo com outros visitantes aqui nesse nosso ponto de encontro! Sugiro visitar também as páginas do nosso amigo Locatelli, engº agrônomo de Viçosa/MG, que desenvolve estudos parecidos com aqueles que você irá experimentar, em Orquidologia e Orquidofilia (veja link na primeira página do Orquidário Cuiabá). Um abraço e volte sempre!

  • katia dito:

    DICA PARA PLANTIO DOMÉSTICO DE SEMENTES DE ORQUÍDEAS:
    Li em algum lugar que basta colocar as sementinhas em um vaso que já contenha uma orquidea com mais de 3 anos de cultivo pois está proverá os nutrientes para a germinação.

    E também: de véspera colocar numa seringa descartável as sementes e uma solução de água açucarada, agitar bastante por 10 minutos e deixar descansar. No dia seguinte retirar uma grande parte do liquido da seringa e encher com água oxigenada 10 volumes (nova) agitar bem, com cuidado para não romper as sementes. Repetir essa operação até que não exista mais resíduos da água açucarada, com cuidado. Depois colocar as sementes nos frascos.
    Realmente não sei onde li, mas está anotado em minhas “fichinhas”. Quem quiser tentar, acho que vale a experiência!

    Abraços!
    Kátia – Niterói/RJ
    R.: Valeu Kátia, tenho uma experiência que aconteceu faz alguns anos, tinha alguns Catasetum plantados naqueles vasos de garrafa pet, em substrato de pedaços de casca de coco e bem enraizados. Como os furos laterais eu fazia (e ainda faço) deixando cerca de 01 cm acima da base, para garantir um microclima interno mais úmido (no Mato Grosso é muito quente com evaporação rápida) e ventilação. Costumava “pulverizar” cápsulas de sementes sobre eles…um dia ao molhar as plantas vi que dezenas de plântulas de orquídeas estavam germinando na parte mais baixa do substrato, próximo da umidade. Isso ocorreu em razão do que você descreve, o fungo benéfico micorriza existente em simbiose nas raízes das orquídeas auxiliam na germinação das micro-sementes das orquídeas.

  • katia dito:

    E o que aconteceu depois? Você conseguiu transplantá-las e elas se desenvolveram?

    Sempre tive muita curiosidade, mas nunca fiz uma semeadura. Não sei se tenho paciência de aguardar anos para vê-las florescer. Isto se tudo correr bem, se não sofrer ataque de fungos, bactérias, e outras coisitas mais, não é?
    R.: Na época retirei várias plântulas replantando-as em substrato de xaxim, como não ligava muito para detalhes de cultivo e meio de cultura, muitas morreram, umas poucas vingaram transformando-se em Catasetum. Numa mudança que fiz pro interior de forma improvisada (caminhão boiadeiro…rs!), mal agasalhadas, perdi muita planta, algumas foram elas. Pretendo voltar a semear assim, com umidade natural, sem pragas, elas germinam bem, não podemos é ficar usando agrotóxico demais nas plantas porque acabam matando os fungos benéficos também!!!

  • Markus Gebels dito:

    What is Accupril? It can kills you! More informations, take me a line at: markusgebels@gmail.com -Be welcome to my nice job as spammer against this awfull medicine!

  • katia dito:

    Olá, tenho observado que algumas de minhas Cattleyas embora desenvolvam a espata para florescer parece que abortam!

    Tenho várias que formaram espatas há meses e nada até agora…

    As espatas estão lá, mas flores…

    Olhei contra a luz e não vi nada em seu interior.

    Elas aparentemente estão bem com raízes e pseudobulbos novos.

    Será que falta nutrientes?
    R.: Katia, aquela fórmula da adubação que dou no artigo constando maior quantidade de fósforo (P), é básica no período que antecede a florada da planta. Por exemplo, adubo com muito nitrogênio (N) irá tornar a planta robusta mas com dificuldade para florir. No caso das Cattleyas, melhor saber qual é a origem delas…se forem híbridas de cruzamentos com espécies diferentes é mais complicado, pois podem ter épocas defloradas diferentes…dai é aquela “briga de localização temporal…rs!”, tenho uma Vanda que demorou (acredite) uns 12 anos pra florir…estava linda e por acaso, depois que mudei de São Paulo pro Mato Grosso, com maior insolação e temperatura ambiente…ela floriu – também eu não sabia na época que ela precisava de maior luminosidade direta…era uma planta linda mas não floria, e quando floriu foi maravilhoso!!! Resumo, faltava nela maior LUMINOSIDADE DIRETA. A Cattleya walkeriana floresce bem em Goiás sob luminosidade de 50% na Natureza; a Cattley nobilior, típica do Mato Grosso, sob luminosidade maior, assim como temperatura e clima mais seco…ou seja, em casa deve-se diminuir as regas. Quando o pseudobulbo e espata floral estiverem plenamente desenvolvidos deve-se parar a adubação, algumas Cattleyas se continuarem sendo adubadas podem não florescer se já estiverem amadurecidas com a espata, e continuarmos adubando; conforme afirma o mestre Denitiro Watanabe. Sugiro diminuir as regas e proporcionar uma luminosidade maior, evitando-se aquela entre meio-dia e 15 horas, porque nesse horário, se fosse no habitat delas, a copa das árvores protegem-nas filtrando essa maior intensidade. Percebe?!? É imaginarmos a planta no ambiente natural de origem e proporcionar a ela em nossos orquidário algo parecido! Abraços!

  • elvira crtistina santana dito:

    Gostaria de saber como devo proceder para transferir minhas orquideas que se encontram em vaso de barro para o caule de uma mangueira com 50 anos de idade?
    Como amarrá-la?
    Qual o substrato que devo utilizar?
    Só devo realizar essa permuta depois da floração?
    Minhas orquideas são Phalaenopsis.
    Obrigado,
    Elvira – RJ
    R.: Elvira, seja bem-vinda ao Orquidario Cuiabá virtual! Essa sua mangueira, pela idade deve ser bem frondosa, com muita sombra justamente no tronco onde vc pretende plantar sua Phalaenopsis. Sugiro antes de tomar essa decisão ler o artigo “Cultivando orquídea com amor” (postado em Curiosidades) pelo casal Vitor e Karla, onde ele explica como cultivam a linda Phalaenopsis que num só cacho deu mais de 28 flores!!! Se o local onde vc pretende plantar for muito sombreado, é quase certo que sua planta irá sentir. Não aconselho. Por outro lado, a mangeira tem muito tanino em sua seiva…vc já observou que quando comemos manga meio verde com sal (hmmm…saiu água na boca) e usamos uma faca de liga de ferro comum, como ela fica com manchas escuras na lâmina…isso é decorrência do tanino!!! No Mato Grosso, nalgumas cidades do interior conheci uma minoria de pessoas que plantam Cattleyas em tronco de mangueira. Sempre achei isso estranho…mas dizer que não dá certo não posso afirmar, porque na época não acompanhei o desenvolvimento delas pra saber se foi normal ou não. Mas querendo experimentar plantar sua Phalaenopsis, escolha a parte do tronco que receba nele o sol da manhã, entre o nascer até 9 horas, e no resto do dia apenas a luminosidade natural indireta. Usando de um pedaço de tecido de algodão velho ou daqueles sacos de cebola ou batata bem vasados, coloque sua planta junto do troncoe proteja as raizes com esse material. Sem lavrar a casca da mangueira pra não soltar resina, usando pregos, estaqueie o pano para que exerça pressão na raiz junto do tronco. Com o tempo novas raízes grudarão no tronco e vc poderá tirar essa “tela” protetora. Se decidir fazer essa mudança, espere terminar a floração. Na época umideça bem as raizes para que sejam soltas do vaso de cerâmica sem muito trauma. Plantando-as direto no tronco,não é preciso substrado, apenas as regas diárias, no mínimo duas vezes ao dia nas épocas mais secas, sem esquecer da adubação líquida e homeopática de vez em quando. Abraços!

  • katia dito:

    Tive algumas orquideas plantadas em uma mangueira que realmente não floresciam! Terminei desistindo e mudando de lugar.

    Qual não foi a minha surpresa ao visitar no final de semana um horto em que em uma mangueira antiga, bem frondosa, havia sido plantadas diversas espécies de Dendrobiuns, Phalaenopsis e até Renantheras (se não me engano gostam de sol) e ela estava coberta de flores! Segundo me informei elas já estavam plantadas ali há muitos anos !

    É mesmo engraçado essa questão da adaptação ao lugar que escolhemos para plantá-las! Para uns dão certo, já para outros (meu caso) não!

    Depois de tentar tiras de plástico (não sei se esquenta, mas elas não gostaram) passei a usar aquelas meias de seda femininas. Notei que quando elas apodrecem as orquideas já estão fixadas nas árvores.
    Abraços!

  • Ariel Dotto Blind - AM dito:

    Pois é Sr.. estou conseguindo uma boa germinação de três espécies aqui da Amazonia (C.violacea, C.luteola, C.eldorado ) aqui em Manaus mesmo, porem sob luz e temperatura adequada…
    conversei muito com Sr Darli… passou experiencias incríveis, que foram e estão sendo muito uteis..
    o negócio é que ele ensina tudo, só não ensina o “pulo do gato” que pouquissimas pessoas sabem que existe , mas existe… um dos grandes ”pulos” é saber se realmente as sementinhas que serão utilizadas, estão viáveis.. e isso é feito antes da semeadura,(teste do tetrazolio) para avaliar a % de sementes que são portadoras de embrião, e se tem embrião…(acredita que tem cápsulas inteirinhas cheias de sementes, porem sem nem uma ou apenas 1% de milhares, com embrião, sendo estas viaveis para germinar?) isso ocorre na natureza… tambem ocorre de ter capsulas aparentemente cheias de sementes e na hora de sua abertura, para semeio, uma surpresa! a cápsula pode estar vazia sem nem uma semente sequer! (risos..)
    A semeadura é um processo facil, quem for fazer, persevere, não desista na primeira contaminação! não é a toa que quem trabalha com isso esta lidando com um das coisas mais preciosas da natureza, e que sem dúvida nenhuma quem as criou sabia exatamnete o porque de ter poucas maravilhas e exuberâncias…
    R.:Muito boa sua visita Ariel! Querendo colaborar e escrever um artigo sobre seus conhecimentos de propagação de orquídeas, seja bem vindo, entre em contato via email comigo! Gostei de suas dicas! Farei o curso com o Dr. Darly no dia 21 e 22 de novembro, adiei o que ia fazer no início…é bom que farei mais perguntas a ele como essa dica do uso do tetrazolio! Volte sempre! Abraços.

  • katia dito:

    Também me interessaria fazer o curso. Pode ser feito à distância?
    R.: Não, o curso de dois dias é presencial e prático (1º dia – básico; 2º dia -avançado) mas fique tranquila. Com os conhecimentos que adquirir lá elaborarei artigos sequenciados detalhando conteúdo e fórmulas dos sais usados para os trabalhos de propagação (por sementes e meristemas), o que acabará tornando-se a todo visitante um curso gratuito à distância. O comentário acima falando do teste do tetrazólio foi providencial, e tem muito a ver com o resultado final quando dá certo a germinação…realmente muitas sementes podem ser estéreis, ou perderem seu potencial germinativo conforme as condições de coleta e estocagem, frustando-nos ao verem tão poucas germinadas…agora sabendo desse detalhe, encararemos com maior tranquilidade resultados bons ou ruins. De antemão é bom que todos saibam que criar um laboratório caprichado ainda que caseiro demanda gastos, principalmente quando quisermos detalhar a viabilidade de um lote de sementes, o teste de tetrazólio demanda posterior análise das microsementes de orquídeas com microscópio estereoscópio. Claro que não tendo intenção comercial, não é necessário o teste – fica naquela de fazermos o procedimento normal usando as fórmulas de germinação e aguardar os resultados. Para cultivo mais científico doméstico, seja por sementeira ou meristema, demanda compra de uma capela de vidro refratario (existem variações improvisadas com caixa de papelão revestidas por papel aluminio sugeridas pelo próprio Dr. Darly); compra de tubos de ensaio, vidros pequenos para cultura com tampa própria, pinças e bisturi (de instrumentação cirúrgica) no caso de propagação por meristemas. Muito boa sua pergunta! Ajuda a incentivar e preparar desde já o bolso dos futuros cultivadores de orquideas interessados em fazerem em casa seu laboratório de propagação. Abraços!

  • katia dito:

    Observei que o interior dos potes plásticos em que plantei alguns Catasetuns estão com limo.
    Devo replantá-las? Elas estão até florindo…
    Abraços!
    R.: Kátia, por enquanto não. Observe a ventilação lateral deles, se não tiver buracos, sugiro fazê-los depois da floração. Um bom vaso para qualquer catasetinea é aquele simples e prático feito com garrafas pet…bem arejados. Pode-se controlar esse limo em vasos, lavando-os com uma solução de água e bórax ou com “água sanitária“, inclusive paredes de nossas casas que criam esse limo expostas a maior umidade dos respingos das chuvas. Abraços.

  • Ariel Dotto Blind - AM dito:

    Grande amigo, outro fator importante na hora de uma semeadura, e creio que ja devem ter reportado, é o vapor d’agua que fica nas paredes e na tampa do frasco a ser semeado. ”nota-se que esses frascos com o ‘vapor’ auxilia o germe, a não secar e absorver agua pura, normal, vital para qualquer planta..” (quando não, o embrião geralmente, fica com uma coloração amarelo pálido e depois fica marrom após 20, 30 dias semeadura dependendo da espécie e poder germinativo, característica essa, que vejo em alguns frascos quando estes ficam com meio de cultura muito consistente que até auxiliam o inicio da germinação, porem depois, ficam desfavoráveis, porque absorvem agua, e o embrião desidrata e morre).
    é comum vermos frascos semeados, ex: com 50 dias, o qual o embrião esta com formato de um pião e outros frascos, estarem com as sementes em cima do meio de cultura, porem sem germinação.
    nada melhor do que ver isso na pratica, entendemos como um ambiente tão controlado (frasco) tem sua participação especial nesse processo de controle, pois até a grossura do meio de cultura dentro deles, é determinante no sucesso de uma semeadura de orquídeas (caso clássico é o da C. Eldorado. ANALISE COMIGO: a planta é de clima quente, umido e no habitat, gosta de estar em ambientes mais fechados no tronco do hospedeiro, com duas estações bem definidas. é obvio que sua germinação terá sucesso, se pelo menos tentarmos imitar a natureza, no seu habitat natural, ou se a planta ja for de adaptação) outro caso é o da C. luteola, ela germina em cima de arvores dentro d’agua nas várzeas e igapós..ja foi encontrado plantas quase submersas, e sua germinação precisa de muita umidade ambiente, por mais que se tenha tudo para nutrição do embrião.
    forte abraços!!! sucesso!
    R.: Obrigado pela dica Ariel! Neste final de semana (21 e 22 de novembro) estarei na cidade das flores, HOLAMBRA/SP, fazendo um curso de micropropagação de orquídeas com Dra. Monique. Suas dicas são importantes para os visitantes interessados e a mim também! Volte sempre! Abraços!

  • pablo menegardo dito:

    eu li em um site que era possível reproduzir orquideas atravéz de sementes de forma caseira? é verdade? como?
    R.: Pablo, na realidade a propagação caseira de orquídeas É POSSÍVEL mas não é tão simples assim, onde um dos maiores problemas é a contaminação por fungos e perda da semeadura. Existem diversas fórmulas em sites ou nas buscas do Google, algumas chamadas de coquetel de frutas, outras de formulação química, sendo a mais usada (INCLUSIVE POR LABORATÓRIOS COMERCIAIS) e conhecida é aquela preconizada pelo Prof. Knudson, chamada “formula Knudson C”. Temos aqui no blog o link na aba superior direita convidando qualquer pessoa interessada a associar-se gratuitamente num grupo criado por colegas participantes de um curso que fizemos na cidade paulista de HOLAMBRA. Atualmente sou o administrador desse grupo. No arquivo do grupo temos diversos artigos relacionados a micropropagação seja por sementes ou meristemas. Associe-se clicando no link, recebendo teu pedido aprovarei. Abraços.

  • Ariel Dotto Blind - AM dito:

    pode ocorrer … após um periodo de pós germinação, algumas plantulas ficarem descoradas, palidas, sem forma de seedlings..e embora sejam de uma mesma
    cápsula e em um mesmo meio de cultura, existe entre eles variações acentuadas de desenvolvimentos. Por quê ? não sei e deixo para os cientistas me reponderem com precisão.
    Voces já viram uma ninhada de pintinhos quando saem dos ovos que
    foram chocados por uma galinha? É um espetáculo lindo de ser visto.
    Eu ví muitas vezes este espetáculo em chácaras de meu pai quando ainda
    tinha meus sete, oito anos e mais alguns para frente. Pude observar,
    que sempre os pequenos filhotes eram de tamanho diferentes, uns mais
    espertos, outros mais raquiticos. E assim também ocorre com a
    “ninhada” de plantinhas que desenvolvem nos frascos.

    e me volto a dizer sobre as orquideas…quem as criou sabia exatamente que estava criando as coisas mais belas entre as belas, as mais raras entre as raras de todo reino vegetal!

    experimente tentar imitar ao maximo a natureza, o habitat de cada planta!
    R.: Grande Ariel! gostei de sua comparação – entre uma orquídea mais bela ou outra menos bonita de uma mesma espécie fico com todas, raquíticas ou não, mesmo com defeitos…dia desses percebi que uma Phalaenopsis hibrida minha apareceu com uma das flores formando uma pétala a mais no labelo…achei estranho e ao mesmo tempo interessante – a Natureza tem das suas. Estou aguardando seu artigo e fotos ref. a Cattleya eldorado!!!

  • Wolner Pedro Pinto dito:

    Eu ganhei várias orquídeas, mas não sei como cuidar corretamente
    R.: Wolney, procure ler os diversos artigos aqui do blog, tem muita informação simples e útil para o cultivo de orquídeas, que poderão ajudar-te, sem contar outros blogs interessantes que tratam do assunto, como o da amiga Vera Coelho, no Orquidario Terra da Luz, tem também o “A Orquidea” do Mario AG Leal de Ribeirão Preto, todos muito bons e excelente fonte de informação. Se você souber inglês, tem aqui no blog no canto superior direito links de diversos websites específicos sobre orquídeas, mas em inglês. Se você morar em Cuiabá, tão logo monte meu orquidário na cidade – aceitarei visitas de interessados em troca de idéias sobre cultivo de orquídeas. Abraços.

  • katia dito:

    Sobre semeadura caseira uma amiga me passou o seguinte passo a passo:
    1- Deixar uma placa de xaxim de molho em água limpa por 12 hs. 2- Retire as cascas e as sementes de dois tomates. Amasse bem a polpa do tomate e 5 pontas de raízes da planta mãe até formar uma mistura homogênea. Após, retire as sementes da capsula e misture bem com a polpa do tomate e espalhe sobre a placa de xaxim molhada previamente (passo 1).
    Colocar a placa em um saco plástico transparente e amarre bem. Pendure o saco em local protegido do sol. As plantinhas devem ter cerca de 1cm para que sejam transplantadas.

    Lendo uma revista antiga o Prof. Darly Machado de Campos passava a seguinte dica (Nutrição das orquideas – 2a. parte – O Mundo das Orquideas, no. 22). No período de dormência das plantas ele aconselha a não adubar ou então pulverizar formulações de manutenção (5-5-5 : 10/10/10 – 20/20/20), ou então adubação orgânica. E aí vem a dica: “PARA EVITAR A OCORRENCIA DE FUNGOS NO SUBSTRATO, PEGAMOS UM BALDE DE 5 LITROS DE ÁGUA, COLOCAMOS UM QUILO DE TORTA DE MAMONA, DISSOLVEMOS UM COMPRIDO DE ASPIRINA NESSA SOLUÇÃO E REGAMOS AS PLANTAS” Adverte que a adubação orgância deve ser espaçada no mínimo por 3 meses.

    Não é interessante?Abraços!
    R.: Grande Kátia! Os orquidófilos visitantes do Orquidário Cuiabá agradecem suas dicas maravilhosas! Abraços!

  • christiane patricia dito:

    Olá Jose Luis. Tudo bem ? Antes de mais nada feliz e prospero 2009. Voce já está em Cuiabá? Venha logo pois precisamos muito de seus conselhos . Eu gostaria que voce me ajudasse como tirar novas mudas de orquideas dendrobium, oncidium e cimbidium. Desde já agradeço , um abraço e até mais
    R.: Cristiane, cheguei em Cuiabá no último dia 17, mas só terei condições de receber amigos orquidófilos em casa para troca de experiências a partir de fevereiro, pois tive que desenvasar praticamente todas as minhas orquídeas para o transporte…estou na correria providenciando complemento da cobertura do orquidário, replantando uma a uma, sem contar pendências deixadas em Goiás…enfim, mudanças sempre causam algum transtorno inicial, mas pode ter certeza de que entrarei em contato com você a partir de fevereiro. Abraços!

  • eliane dito:

    Boa Noite.
    Sou do Paraná adoro orquideas e vi essas orquideas desse album ai e fiquei me imaginando dentro desse lugar nesse paraiso pois eu tenho em meu humilde orquidario 990 orquideas imagine eu ai no meio dessas orquideas e bichos eu ia morrer de emoção são lindas demais fiquei mais apaixonada ainda por elas porque as orquideas enfeitam nossas casas e jardinns alem de nos fazerem sentirmos que Deus fez o mundo perfeito com uma beleza pura e que o homen só destroi principalmente a natureza mais bela adorei sera que ele vende alguma mudinha daquelas orquideas lindas, abraço e Parabéns orquidario Cuiabá.

  • Marieta Mello Koerig dito:

    Bom dia,

    Fiquei deveras feliz ao deparar com o site http://www.orquidariocuiaba.com.br, que muito me alertou sobre os cuidados para com as orquideas.
    Resido em Araranguá, Santa Catarina, bem no habitat das laelias purpurata.
    Tenho um recanto com sombrite e também árvores onde alojo uns 280 vasos de orquideas somente laelia purpurata.
    Em janeiro de 2008 foram atacadas por thentecorus. Depois de aplicações de calda de fumo com sabão, quase consegui debelá-los, porém, diariamente ainda encontro thentecorus adultos ou algumas famílias se desenvolvendo.
    As plantas estão sofrendo muito, até a floração ficou resumida nesta primavera, quando antes era um prazer ver o orquidário florido.
    Algumas folhas estão amarelando e outras apresentando manchas escuras, parecidas com caruncho.
    Tenho usado adubo foliar mas até agora não surtiu efeito, já o adubo para as raizes está sendo muito bem recebido pois quase todos os vasos estão com várias raizes novas.
    Tenho experimentado de tudo; agora estou mudando o subtrato. Antes usava xaxim, mas depois da ameaça de extinção, passei a usar fibra de coco.
    Com esta mudança de subtrato, venho notando uma coloração amarelo escura nas folhas quando antes era de uma amarelo claro.
    Por tudo quanto possa me informar a respeito fico muito agradecida e aproveito a oportunidade para desejar um feliz 2009 com muita saude e paz.
    Abraços
    Marieta
    R.: Marieta, envie-me fotos de suas plantas via email (veja na página “contato”). A coloração amarela das folhas pode estar ligada ao excesso de luminosidade. Verifique essa detalhe. Quanto a adubação, vejo que você é experiente no cultivo de orquídeas, mas como eu, eventualmente exageramos na dose de adubo, excesso é sempre prejudicial à planta, provocando a queima química das raízes com efeitos colaterais na planta. Sobre pragas de orquídeas, como já disse noutro comentário, precisamos aprender a conviver com elas, no CONTROLE, já que a erradiação total é impossível, afinal fazem parte da cadeia alimentar natural de tudo…e exagerar nesse controle aplicando uma profusão de venenos, inclusive orgânicos, poderemos levar a intoxicação das orquídeas, principalmente na dosagem do sabão na calda usada. Abraços.

  • irene ap. da silva dito:

    quero pendurar minhas orquideas na minha lavanderia só que não tem muita luminosidade se eu colocar telha de vidro transparente funciona? me responda por favor bjs
    R.: Funcionará sim, dependendo das espécies que decidir cultivar no local, que deve ser arejado para evitar aparecimento de pragas e doenças. É importante que tenha uma luminosidade também do entardecer ou amanhecer, já que aquela do sol a pique, entre 11 e 15 h, é prejudicial para muitas orquídeas. Por isso, experimente sua engenhosidade cultivando nessas condições aquelas que adaptam-se a uma luminosidade maior, como Arundina, Epidendrum radicans, Catasetíneas e até Cattleyas e seus híbridos. Luminosidade deficiente provocará um crescimento exagerado da planta, o chamado estiolamento, em busca de luz. Phalaenopsis adaptam-se também desde que não tenham sobre elas insolação direta, que queima suas folhas com facilidade. Veja o artigo da Ana e Vitor em “Cultivando orquídea com amor” aqui do blog. Abraços e sucesso no seu orquidario-lavanderia!

  • Deize Bokermann dito:

    Oi Jose Luis, tudo bem?
    Obrigada pelas dicas, foram valiosas.
    Li que a Katia, RJ, esta enfrentando alguns obstáculos com os catasetum.
    Tenho um amigo em Belem-Pará, que cultiva lindas espécies de catasetums, tem uma coleção de fazer inveja rsrs…Já adiquiri,várias espécies dele e todos estão indo muito bem,mas segui a risca os seus conselhos, desde o plantio, e alguns já estão com haste floral. Plantei em outubro, logo que recebi. Aqui vai o site:- http://www.catasetums.blogspot.com e o email Dan1806@gmail.com. O nome dele é Dan Souza.
    Tenho certeza que vcs vão adorar a coleção dele, e maravilhosa. Se entrarem em contato, digam que mandei um abraço.
    O Dan é abençoado por Deus, ele tem uma paixão pela catasetinia.
    Espero ter ajudado, a Katia e outros que tenham duvidas.
    Um abraço carinhoso a todos.Deize Botucatu SP.

  • hoadson leonardo silva dito:

    gostaria de saber como montar um orquidario em (…) e qual o retorno financeiro que o mesmo pode gerar alem do prazer de cultiva-las.
    R.:Sua pergunta será respondida via email. Abraços.

  • christiane dito:

    tenho duas cattleyas, de tipos diferentes, não sei informar bem quais são. uma delas de folhas grandes e bem duras, teve suas últimas flores no mes de fevereiro. agora está com uma muda nova com mais ou menos um centimetro, começando a nascer. a outra tem folha maleaveis, finas e começou a brotar também, porem não tem folhas velhas. ambas as plantas estão em troncos penduradas na janela do apartamento. a de folhas grandes toma sol na parte da manhã e a outra não toma sol direto. gostaria de saber como posso cuidar melhor delas. já procurei muitas informações mas sinto-me insegura. gosto muito delas e desejo fazer o melhor para tornarem plantas saudáveis. desde já agradeço, Chris
    R.: Lendo com carinho e atenção os conselhos do mestre Denitiro Watanabe desse artigo, você tem todas as suas dúvidas resolvidas! Abraços.

  • adrianne dito:

    boa tarde,
    minha vó é fascinada por orquídeas, ela possui algumas mudas, em torno de umas 40, e gostaria de ampliar o orquidário… no entanto, moramos em Alta Floresta.
    Gostaria de saber se vcs fornecem mudas, como faço para comprá-las e quanto fica o envio até minha cidade.
    Grata,
    Adrianne
    R.: Não vendo orquídeas, mas sei que em Alta Floresta existem dois orquidarios comerciais, o Orquidario do Amazonas, da biologa Apolonia Grade, e um outro cujo nome do proprietario agora me esqueço, algo como José Francisco ou coisa assim.

  • welson costa lima dito:

    minhas vandas estão secando a pontinha verde como se tivesse queimado e outras amarelando as folhas e secando pe base, me de uma luz e pois minha paixão são as orquideas, tambem as cattleya secam as pontas novas e outras nem raiz soltam a mais de um ano,
    R.: Sugiro comprar o manual técnico de “Aspectos fitossanitarios de orquideas” no website do Instituto Biologico de São Paulo por apenas 12 reais. Com ele será possível você mesmo diagnosticar suas plantas e tratá-las com as dicas do boletim. Via internet fica dificil dar uma opinião sem ver sua planta. O ideal seria contatar na sua cidade outros orquidófilos mais antigos que poderão ajudá-lo. Abraços.

  • Odair Sansaloni dito:

    quem poderia me informar qual a composição do meio de cultura chamado VACIN e WENT.
    Sei que formularam meios de cultura para tecidos vegetais mas não sei suas fórmulas.

    Abraço

    Odair
    R.: Estimado Odair, foi enviado para teu email cópia em PDF de uma relação de diversas fórmulas de meio de cultura para micropropagação de orquídeas, dentre elas três versões do meio Vacin & Went, 1949 e respectivos valores em miligramas dos ingredientes utilizados em cada uma. Texto original em inglês mas facilmente entendivel por tratar-se de nomes de elementos químicos internacionais. Abraços.

  • Erika dito:

    Prezado Sr. José Luiz, boa tarde.
    Escrevo para perguntar se aquela receita de adubação com Peters, Beneroc e Ajinomoto pode ser usada com também com o Peters na formulação 20-20-20 ou na formulação 10-30-20.
    Aproveito para comentar que estou começando a cultivar orquídeas, e buscando orientações pela internet, fiquei animada com as informações do seu blog, pois foram as mais esclarecedoras.
    Muito obrigada,
    Erika
    R.: Erika, essa fórmula acrescentando o aminoácido e complexo B pode ser usada também para crescimento (30-10-10) e manutenção (20-20-20) ou floração (10-30-20 ou 08-45-14 tida também como adubação de arranque em plantas debilitadas, para floração prefiro esta última formula mais rica em fósforo – uma ou outra são indicadas para floração). Abraços! Seja sempre bem-vinda.

  • Evandro dito:

    Olá! Sou do Paraná, e gostaria, se possível, de participar deste grupo sobre micropropagação de orquídeas, não achei o link citado no topo da pagina.
    Muito obrigado!
    R.: Evandro, retirei o link que havia no meu blog, é que o pessoal do grupo anda meio parado na postagem interna de assuntos relacionados. Mesmo assim tem muito conteúdo arquivado lá que poderá ser de seu interesse. Vou enviar convite de filiação para você viam email. Abraços.

  • Márcia Oliveira dito:

    Como usar o oleo Nem no cultivo de orquideas?
    R.: O princípio ativo do óleo de nem (ou neem) é a azadirachtina, um tetranotriterpenóide (limonoíde) sensível à ação da luz e do calor. Portanto, é recomendável que as aplicações a campo para o controle de pragas e doenças sejam sempre efetuadas no final da tarde, ou até mesmo à noite.
    A azadirachtina age sobre os insetos, fungos, bactérias e ácaros por ingestão e ou por contato. Deve-se sempre levar em consideração que em regiões tropicais esses seres se abrigam e repousam nas horas em que existe maior concentração de luz e calor e se expõem em busca de alimento ou acasalamento nos períodos mais amenos, com menos luz e calor (noite e início da manhã), portanto se tornam mais vulneráveis ao contato com substancias, ou vão se alimentar em plantas e animais tratados, quando o efeito residual da substância ainda prevalece em altas concentrações.
    Diferente dos inseticidas convencionais, onde são necessários verdadeiros banhos sobre os cultígenes, as pulverizações e tratamentos com óleo ou extratos compostos obtidos do neem devem ser efetuados no sentido de atingir a praga e/ ou seu alimento. (fonte: Bioneem)
    Dissolvido em água limpa é borrifado direto nas áreas atingidas por insetos como colchonilhas, pulgões e demais acima mencionados. Usado também no combate a carrapatos e pulgas em animais, misturando-o na água do enxague quando do banho dos animais. Sobre a quantidade a ser utilizada em animais ou plantas dependerá do grau de concentração do composto e instruções de uso pelo fabricante; portanto siga as recomendações da embalagem.

  • Marcia dito:

    Olá!
    Não tenho muita experiência em orquídeas cultivadas em vasos, tenho algumas fixadas em mangueiras, as quais se desenvolvem muito bem. Adquiri recentemente, faz três semanas, uma muda de Oncidium Twinkle “Colibri”, ela tinha oito hastes em botões, mas só duas flores abertas. Está plantada em esfagno, o qual estava verdinho, bastante úmido. Aparentemente ele não está secando, e a orientação dada era só dar água quando o substrato estivesse bem seco. Dei um pouco de água duas semanas após, mesmo ainda sentindo o substrato bem úmido; e no entanto, esta semana verifiquei que vários botõezinhos secaram. É possível que está planta talvez estivesse acostumada a receber maiores quantidades de água? ou durante a floração é necessário dar mais água?
    Grata.
    R.: Marcia,
    o ideal seria você contatar orquidófilo experimente de sua cidade para olhar sua planta e um melhor diagnostico. Plantada em esfagno, conforme a compactação dele dentro do vaso aliado ao excesso de umidade e falta de ventilação, isso fatalmente provocará o apodrecimento do enraizamento fino e abundante dessa planta. O ideal é que no fundo do vaso exista uma pequena camada de brita ou cascalho de granulação pequena, para facilitar o escoamento do excesso de água durante as regas e garantir uma maior ventilação no substrato (esfagno). Sugiro mostrar sua planta para um orquidófilo de sua cidade que melhor lhe orientará. Abraços.

  • katia dito:

    Lendo a revista Mundo das Orquideas, no 30, me deparei com um artigo de autoria de Hiroshi Miyazaki, intitulado “Agua é Vida”. Ele fala da importância da água para todos os seres vivos, por ser um meio de transporte dos nutrientes, e claro, também para nossas orquideas. Fala dos cuidados ao regar as espécies e também uma questão importante quanto o nível ideal de pH da água no preparo de agrotóxicos:

    1- A umidade relativa do ar nunca deve estar abaixo de 30% pois as plantas se desidratam rapidamente. Para evitar molhe o vegetal e o meio
    2- Molhe na parte da manha ou final da tarde. NUNCA MOLHE AS PLANTAS QUANDO AS FOLHAS ESTIVERAM AQUECIDAS PELA LUZ SOLAR. BORRIFE APENAS AS FOLHAS.
    3- A importância da qualidade da água. A água contaminada é um condutor para pragas e doenças. “… a água usada nas soluções dos inseticidas, fungicidas e nematicidas deve estar com o pH entre 5 e 6, sendo que o pH mede a concentração de hidrogênio nas substâncias dizendo se elas estão ácidas ou básicas, e pode ser verificado através de papel de tornasol, a orto-toluidina e pHmetro”.
    4- Para alcançar o pH ideal: utilizar ácido acético (vinagre), o ácido cítrico (limão), o ácido fórmico, o ácido láctico e o acido pirolenhoso, um biofertilizante.
    6- Para corrigir a acidez: utilizar hipoclorito de sódio, o clorito de sódio, o hidróxido de alumínio, o carbonato de cálcio, a cal hidratada, a soda caustica e a amônia.
    7- Na água da rua, rica em cloro e outros elementos químicos acrescentar de 8 a 10 gotas de vinagre por litro para abaixar o pH.
    8- A água de chuva tem em geral o pH entre 5 e 6, IDEAL PARA AS SOLUÇÕES COM AGROTÓXICOS.
    Ele salienta ainda que o ideal é preparar as soluções para uso diário. Assim:
    NIM: inseticida e nematicida – pH 6 sem cloro
    Calda bordaleza – pH7 (neutra)ou alcalina.
    E mais: pH da água x agrotóxicos:
    Carbofuran – inseticida e nematicida: toxidez I – atuação contato e sistêmica: pH 9 – 70 horas/pH 5 a 6 – 150 dias.
    Malation: inseticida – toxidez III – atuação contato – pH 7 – 20 dias/pH 6 – 50 dias
    Parathion methyl: acaricida e inseticida – toxidez I – atuação contato – pH 10 – 1 hora/ pH 5 – 150 dias
    Benomul: Fungicida – toxidez III – atuação sistêmica – pH 7 – 12 minutos/pH 5 a 6 – 30 horas
    Captan: inseticida/bactericida – toxidez III – atuação contato – pH 9- 10 minutos/pH 5 – 30 horas
    Mancozeb: fungicida – toxidez III – atuação contato – pH 7 – 15 horas/pH 5 – 20 dias.

    Achei bem interessante. Vou passar a coletar água da chuva para preparar o oleo de Nim e a calda bordaleza.
    Abraços, Katia

    R.: Katia, excelente esse artigo aqui postado como comentário. Falando em água da chuva, tenho um tambor plastico de 200 litros que fica sob uma bica da calha, onde coleto água da chuva que uso nas emulsões de adubação e aplicação disso comentado, para mistura de óleo de neem ou hormonio enraizador, como a tiamina por exemplo. O pior é que a água que coletei, está praticamente acabando…rs! Espero que chova novamente para repor o estoque.

  • Edinei dito:

    Oi,
    Muito bom
    gostei muito do que li
    e ate gostaria de receber se puder, mais tecnicas de plantio, condução e mais, pois estou começando a implantar um pequeno orquidario em minha casa, aqui em Garça-SP onde sou tecnico agropecuario e tecnico florestal e universitario.Em minha casa em Novo Mundo-MT tenho diversas especies de rosas e algumas de orquideas.
    Uma otima tarde
    Edinei Manarin
    Garça-SP
    R.: Edinei, se você estiver interessado em cultivo de plantas tropicais, incluindo orquídeas, anturios, bromelias e outros, no link a seguir, da empresa holandesa IMAC, disponibilizam excelentes manuais de cultivo dessas plantas, escritos em ESPANHOL. Sabemos que os holandeses atualmente dominam as técnicas de cultivo de plantas e flores ornamentais e de corte. Vale a pena baixá-los e copiar o arquivo para maiores dicas de cultivo. Demais dicas sobre cultivo de orquideas, é continuar no que tem feito, visitando websites e blogs que tratam do assunto, um complementa o entendimento do outro. Para acessar a página da IMAC-ANTHURA com links de manuais de cultivo em PDF de Bromelias, Anturios e Phalaenopsis, clique AQUI. Abraços.

  • sandra soares dito:

    Boa noite a todos! Bem José Luis e Kátia eu como moro no interior do Rio tenho uma grande vantagem: tenho minas para escolher (rsrsrsrsr) é que aqui no Bairro onde moro apesar de ser bem movimentado ainda existem nascentes . Sendo que feitos análise de algumas eu fico com a que tem na rua onde moro. Agora pouco fui buscar alguns litros para regar as minhas plantas.Não tenho usado a água clorada da torneira e tem sido de bom grado para elas!!!! Quanto ao pH a Kátia fez uma varredura na revista e todas as informações devem ser seguidas a risca para um bom proveito.Vamos providenciar tonéis e garrafas!!! Por aqui pelo menos o que não tem faltado é chuva viu José Luis e a Kátia sabe disto!!!
    R.: Oxe! Tú tá me afrontando menina? Esnobe! (rsrsrs!). Quem dera eu tivesse perto de casa nascentes como você tem ai…só molharia milhas plantas com água da mina! Em Cuiabá o período das chuvas se foi…às vezes acontece pancadas esparsas pela cidade, bem leves… fico na espectativa. Tenho um cisterna em um lote noutro bairro, preciso mandar para analise. Dependendo do resultado coletarei dela pelo menos para adubação e aplicação de tiamina ou AAS. Kátia! tu num vai dar uma na Sandra não? rsrsrs!!! Ela bateu duro! Abraços!

  • katia dito:

    Nooossa, viu só? Esnobou!!!!! (rs)

    Katia

  • sandra soares dito:

    Que é isso José Luis, eu não esnobei apenas disse “que riqueza eu tenho bem perto de casa”. Essa mina que eu coleto água tem mais de 50 anos e foi mudando de lugar para coleta pois com a construção de várias casas e ningém queria abrir mão do seu terreno para ela. E com isso ela avançou mais ou menos uns 50 metros adiante, mas sem perder a limpeza e sempre que se fazia uma análise tudo bem com ela nada impedia que se coletasse a água. Um belo dia todos os moradores se assustaram foram até lá para pegar água e cadê a mina? Tinham tentado acabar com ela, mas ela foi mais forte começou a inundar o quintal do morador. Daí em diante ninguem mais quiz acabar com ela hoje está encanadinha e com torneira para que não haja muito desperdício da água. Mesmo em tempos de seca lá está ela firme e forte. Um abraço!
    R.: Você sabe que foi brincadeira a pegadinha do “esnobar”…faz parte de nosso “tricô” orquidófilo…rsrsrs!!! Como já dizia Caco Antibes…-Eu detesto a mesmice de conversa formal! rsrsrs!!! Agora, ter uma mina dessas perto de casa é uma benção! Os moradores deviam conscientizar-se na sua manutenção e preservação, como tem sido feito!

  • katia dito:

    Olá, conheci um senhor que vende orquideas na rua (não são nativas). Acho que ele próprio as cultiva.
    Sempre que o encontro vou comprando, fico com uma pena danada…
    Mas hoje comprei um Epidendrum com poucas raízes e não está envasada.
    Devo planta-la diretamente no chão? Seu cultivo é igual ao da Arundina?
    Peço ajuda dos “universitários”! (rs!)
    Abraços, Katia
    R.: Minhas Epidendrum radicans estão plantadas num substrato mix de areia grossa, terra vegetal. pedaços de pau e esterco de gado curtido (de vez em quando renovo o esterco) e exposta ao sol direto. Pode ser plantada também como a Arundina…normalmente adapta-se bem a substrato misto “epífita-terrestre”, há quem plante-a exclusivamente na forma epífita. Pretendo, na próxima mudança de substrato, acrescentar o Rendmax Floreira da Eucatex nesse que já venho usando. Pretendo fazer isso nesse final de semana e observar o rendimento da planta. Vejamos a Sandra!. Abraços.

  • sandra soares dito:

    Bem os universitários sempre a disposição Kátia(rsrsrs),eu optei por terra preta,e está indo muito bem.Já na casa da minha filha,o meu genro colocou em uma placa de fibra de côco com pedaços de xaxim(criando assim a forma epífita),tem raízes para todo lado e estão me pedindo socorro para fazer o replante!! É muito engraçado, a deles é uma Epidendrum Ibaguense,a flor é linda! Como ela recebe bastante claridade está com um aspecto bem vigoroso! Sem a incidência de sol direto ela está cheia de raizes fora da área em que deveria estar na placa,isto é ela não aderiu totalmente à placa por falta de espaço.Espero que você tenha sucesso com a sua!! Abraços

  • susan******* dito:

    boa noite gostaria de saber se posso plantar varias especies de dendrobiun numa mesma arvore se não vão casar ou perder a cor ,e porque tenho alguma que compro de uma cor no outro ano vejo que alguma tonalidade mudou,porque isso acontece essas estão em vasos individuais e o amistar é mesmo bom para fungos quanto e quando devo usar desde já muito obrigada,,,,,,,,,,su;;;;;;;
    R.: Pode plantar todas misturadas na mesma árvore, sem problemas, elas “não vão casar ou perder a cor”. Quanto ao “amistar” não conheço.

  • leila dito:

    sou alucinada por orquideas, tenho algumas e pretendo ter um orquidario em breve. o espaço que tenho é um terraço anexo ao meu quarto e o meu medo era o piso não ser terra, mas aprendi bastante com você nas dicas para margareth. gostaria que me informasse a melhor maneira de adquiri-las, pois a minha região não é tão privilegiada com essas plantas.
    R.: São vários os orquidarios idôneos pelos quais podemos fazer compras via internet – veja no Google buscas: Orquidario 4 Estações, Orquidario Imirim, Bela Vista Orchids, Orquidario Oriental, Nobiles Flores, Orquidario Maricaense, além de outros, verificando as orquideas que lhe agradem e compare os melhores preços. A remessa é via Sedex, e a taxa é por conta de quem compra. É bom comparar porque tem orquidário que tem o preço muito alto para uma orquidea que num outro muitas vezes encontramos a mesma planta bem mais barato. Claro que é melhor comprar uma maior quantidade num único vendedor pra compensar a taxa de correios. Uma vantagem do Bela Vista Orchids é que compras acima de 200 reais (acho), eles não cobram taxa de Correios, todos os demais cobram, não importa o valor comprado. Abraços.

  • katia dito:

    Li um artigo no qual o seu autor ressaltava a importância da ventilação e luminosidade para se ter sucesso no cultivo, minimizava até mesmo a questão da qualidade da água e adubação. Fiquei bem surpresa, já que “mimo” bastante as minhas plantinhas.
    Mas, fui obrigada a mudar minhas orquideas de lugar e sem querer as coloquei na garagem por mais ou menos 2 meses.
    Neste fim de semana, tive a maior surpresa pois elas estavam muito mais bonitas que antes, inclusive, as que estavam bem debilitadas reagiram e estão com novas brotações.
    O local é bem iluminado e ventilado, seria este realmente o segredo?

    Abraços, Katia

  • Auxiliadora dito:

    Boa tarde José Luiz
    Fiquei muito agradecida pelo sua atenção e… mais uma vez estou aqui para tirar mais uma dúvida. Tenho um dendrobium chrysotoxum que está precisando de trocar o substrato. Hoje, após o fim da florada, resolvi trocar. Minha dúvida é se tiro (corto) um pouco das raízes ou não,pois essa espécie possui muita.
    Como devo proceder?
    Muito obrigada
    Auxiliadora
    Abraços
    R.: Auxiliadora, no manuseio de orquideas para replantio, se o enraizamento está todo saudável, evito mexer nele, procuro replantar evitando cortes, ferimentos e qualquer procedimento que possa machucar e com isso, proporcionar eventual ataque de fungos ou bactérias nas partes vulneráveis. Muitas pessoas ao replantar cortam parte do enraizamento, inclusive de Cymbidium. Evito isso. Principalmente se o local do manuseio não for higienizado corretamente, e os instrumentos de corte tiverem sido retirados da cozinha e não passaram por procedimento de limpeza com água e sabão, uso de alcool ou mesmo chama do fogo (desinfetando instrumentos de corte). Um dos erros domésticos mais comuns no cultivo de orquídeas nesse ítem é usar a cozinha. Normalmente um local onde não raro manuseamos legumes e vegetais no preparo da salada, muitas vezes contaminados por fungos ou bactérias… exemplo clássico do repolho que muitas vezes apresenta folhas contaminadas com Botrytis. Resumo, apesar da cozinha aparentar limpesa, muitos microorganismos estão por ali, naquela gota de água que secou sem ter sido limpa. A pessoa manuseia sua planta sobre a pia, faz um bonito trabalho aparentemente…etc. Depois de alguns dias a planta começa a apresentar sintomas de doenças fungicas ou por bactérias. A resposta está nesse manuseio na cozinha ou na área onde no dia a dia costuma preparar suas refeições. Só corte o enraizamento se for realmente necessário apresentando raizes podres pelo excesso de umidade ou substrato muito compactado. Abraços.

  • Auxiliadora dito:

    Oi!….
    Estou sempre procurando artigos sobre orquídeas para meu maior conhecimento e aprendisagem, e fiquei muito feliz de encontrar esse site. É a primeira vez que consegui me corresponder com alguém para tirar minhas dúvidas e conversar.
    Vocês estão de parabéns.
    Estou lendo todos artigos e estou aprendendo muito e tirando muitas dúvidas.
    Desejo a todos muito sucesso e felicidades.
    Abraços
    Auxiliadora
    R.: Estimada Auxiliadora, nosso objetivo é dividir e somar conhecimentos. Seja sempre bem-vinda! Abraços.

  • silvio rogerio dito:

    BOA TARDE JOSÉ LUIZ
    COMPREI UMA PHALAENOPSIS NA PRIMEIRA FLORAÇÃO,ESTAVA COM A HASTE DE FLORAÇÃO CRESCENDO.IRIAM SAIR QUATRO FLORES,SO QUE AS DUAS DA PONTA MURCHARAM,AS OUTRAS DUAS ESTAVAM INDO BEM,CRESCENDO,MAS NESSA SEMANA NOTEI QUE UMA DELAS TAMBEM MURCHOU.O QUE SERA ESTOU FAZENDO DE ERRADO?
    ME AJUDE POR FAVOR
    R.: O cuidado nas regas com orquídeas em floração é básico. Quando uma orquídea (qualquer que seja) apresenta haste ou cacho com botão floral, o ideal é evitar molhar essa região da planta. A rega desordenada atingindo os botões pode provocar aparecimento de fungos ou bacterias, principalmente Botrytis, em razão dessa umidade indesejada. O ideal seria molhar apenas o substrato ou raizes, controlando assim qualquer infestação que prejudique a floração. No seu caso somente um exame laboratorial feito pelo Instituto de Botânica de São Paulo poderia certificar o correto diagnóstico. Abraços.

  • silvio rogerio dito:

    bom dia jose luis
    fico muito grato com a sua resposta e muito feliz tambem por tirar nossas duvidas.que deus o abençoe sempre.abraços

  • Roberta dito:

    Tenho uma muda de orquidea negra da espécie Max Schunkeana e ela esta morrendo apos muda-la de vazo. comprei ela em uma exposição, e veio num vazo de plastico , mudei ela para um vazo de barro. Se possivel me mande teu imal pra q eu possa estar te enviando uma foto dela. Pois não quero perde-la.
    R.: O email consta da página “Contatos e Cartazes”. Abraços.

  • Cleide Santos dito:

    Olá !!! plantei algumas orquideas (Phalaenopsis e Cattleya) algumas em vasos de fibra de coco que vem com uma placa junto e duas somente como enraizamento em placas (estas ultimas somente mudas) gostaria de saber se preciso de algum cuidado diferenciado do que tenho com elas em vasos .
    um abraço
    Cleide
    R.: O sucesso no plantio de orquídeas em diferentes substratos (no teu caso em produtos de fibra de coco) é muito individual, varia de pessoa para pessoa, região onde mora etc. Conheço pessoas que tem muito sucesso usando coco seco em pedaços no plantio seja de Cattleyas e Phalaenopsis, já outras não tem o mesmo resultado. No teu caso, convivendo com suas plantas diariamente, observe o crescimento e enraizamento delas. Se estiverem acontecendo normalmente, com as plantas vicosas, não há que mudar ou acrescentar. Lembre-se de proporcionar boa ventilação e luminosidade indireta, principalmente para as Phalaenopsis, cujas folhas queimam-se com facilidade se expostas a luminosidade solar direta. Se perceber que estão murchando, e fraco enraizamento, o ideal é conversar com um orquidófilo experiente de sua cidade, para ver o que melhor poderá ser feito, se troca de local onde estão, troca de substrato ou o que for mais conveniente. Como esse tipo de substrato, na forma de placas, retem pouca umidade, tenha especial atenção na quantidade e volume de regas. Já os vasos de fibra de coco são muito duros ou flexiveis conforme a fábrica, e normalmente com excesso de tanino, sem contar o excesso de látex ou cola que utilizam para agregar as fibras, muitas vezes mostram-se inviáveis para o cultivo de orquídeas, sendo melhores para plantio de samambaias, avencas e outras floreiras. Alguns mais flexíveis, com o tempo deformam-se. Abraços.

  • Sérgio dito:

    Olá gostaria de comentar algo sobre contaminação de potes com meio de cultivo e sementes germinando.
    Este é sem dúvida um sério problema que afeta a cultura em todos os estágios desde a semeadura até o momento de se tirá-las do frasco, mas obtive um bom resultado, atacando os pontos de contaminação ainda no início, o que é bom se inspecionar os frascos com as sementes constantemente, bem, para isso, acabar com os fungos indesejados,fiz uso de uma lupa e da luz do sol, incidindo sobre o ponto de contaminação, o foco da luz, mas tomando cuidado para
    não liberar ainda mais esporos por toda a cultura, assim podemos acabar com o fungo sem abrir o vidro,a princípio deu bom resultado, se alguém tem frascos com meio de cultura e estão em estágios iniciais de contaminação acredito ser uma boa dica.
    R.: Agradeço sua visita e dica! Sugiro filiar-se no grupo CLONAGEM_ORQUIDEAS do Yahoo, postando lá essa interessante constatação…será de grande valia para todos que praticam micropropagação em laboratórios domésticos! Abraços.

  • HELOISA dito:

    olá, estou pesquisando tudooooo sobre orquideas e este me ajudou em duvidas. tenho varias orquideas nativas e não, no entanto gostaria de saber seus nomes e como cultiva-las, fiz meu orquidario e ja estou com umas 45 qualidades, bem moro numa região que rios e mata, BEM GOSTARIA DE SITES SEGUROS PARA COMPRAR ORQUIDEAS ON LINE, ME MANDA BEIJOS FLORIDOS.

  • Sandrinha Pinheiro dito:

    Olá! Adorei esse Blog! Bem, sou totalmente iniciante em termos de Orquídeas, aliás, em termos de jardinagem de uma forma geral. Moro em João Pessoa- Paraíba, no último final de semana ganhei uma Phalaenopsis branca num vaso plástico e estou completamente apaixonada! O problema é q ñ sei direito como cuidar e tenho medo q a nova Princesa da casa sofra com minha inexperiência! Então minhas maiores dúvidas: 1) Como regar? Devo submergir o vaso em água potável, Ou apenas regar o substrato normalmente? 2) Ela está florida, preciso adubá-la durante o período da floração e em caso afirmativo, que tipo de adubo devo usar? Ouvi dizer q agora nos dias mais quentes devo pulverizá-la com adubo 2 vezes ao dia, mesmo florida… Nesse caso, eu pulverizo tb as flores e as folhas normalmente? 3) Ainda com relação à adubação, eu li que devo regá-la com água pela manhã e adubá-la à tarde mas no mesmo dia, 1 vez por semana, é verdade? Socorro! Tô perdida mas completamente apaixonada pela minha Princesinha Branca! Correndo tudo bem, eu agora pretendo não deixar mais de ter orquídeas perto de mim! Beijos e antecipadamente agradeço pelos esclarecimentos e atenção!
    R.: Sugiro ler o artigo sobre Adubação, clicando AQUI. Ele poderá esclarecer várias de suas dúvidas, mas num resumo, evite adubar sua planta em horários quentes, e nunca quando ela estiver florida. Regue apenas o substrato e enraizamento, evitando molhar as flores ou botões em formação. O adubo solúvel que for usar, nunca exagere, coloque na água menos do que o fabricante recomendar, borrifando o substrato e enraizamento a cada 7 ou 10 dias. Excesso de água em substrato pouco ventilado e prensado poderá literalmente “afogar” o velame (raizes) de sua planta a apodrecê-lo, portanto borrife agua limpa no substrato sempre que ele estiver ressecado, mas evite submergí-lo principalmente em época chuvosa. Excesso de adubação em sua planta poderá intoxicá-la provocando queimadura química pelos sais de qualquer adubo, levando-a a morte. Abraços.

  • Ronilce dito:

    Olá! Tenho um orquidario com 250 plantas e gostaria de saber sobre a floração, pois na grande maioria das minhas orquideas as espatas estão secando sem abrir.. gostaria de saber como devo proceder para que elas desenvolvam e a flor consiga desabrochar. Desde ja agradeço!
    R.: Ronilce, vários fatores podem influir na floração de uma orquídea. O primeiro deles está na adubação. Se você usa adubo rico em nitrogênio, ou o balanceado NPK 10-10-10, é certo que suas plantas terão dificuldade em florescer, para florir o ideal seria adubo mais fosfatado, rico em fosforo (P). Outros fatores – luminosidade deficiente, carencia de amplitude termica para algumas e mesmo altitude. Abraços.

  • Ricardo dito:

    Caro Jose Luiz, venho acompanhando o blog,e sempre aprendendo mais sobre orquideas. Comprei uma orquidea em uma exposição e na ficha veio escrito Blc Takeo Yamaguchi(chocolate drop), gostaria de saber os cuidados. Desde ja Agradeço.
    R.: Ricardo, cuidar de uma orquídea híbrida, no caso, uma Brassolaeliacattleya (abreviado fica Blc. – o nome comprido significa que é um cruzamento das orquídeas Brassavola + Laelia + Cattleya), não tem segredo. Normalmente orquídeas híbridas respondem bem ao cultivo doméstico sob telado de 70%, regas normais como para qualquer orquídea epífita, sem exageros pra mais ou menos, isto é, se tempo chuvoso, evite regas, a própria chuva e umidade ambiente suprem as necessidades da planta. Se tempo seco, regue quando o substrato parecer ressecado. Observe as condições atuais do enraizamento de sua planta no substrato. Conforme a origem do orquidário, eventualmente colocam muito esfagno misturado nele, que segura muita umidade e literalmente afoga o velame da planta. Se o vaso estiver com boa drenagem e arejado, não mexa. Sucesso com suas orquídeas! Abraços.

  • Reginaldo dito:

    Gostaria de saber como faço para adquirir os manuais de cultivo da
    AOSP.

    Att.

    Reginaldo
    R.: Reginaldo, você pode entrar em contato via fone ou enviando email para a AOSP, que consta da foto do artigo. A venda é feita diretamente com eles, que enviam via correios após prévio depósito. Para ampliar seus conhecimentos, você pode também comprar as revistas “O mundos das orquídeas” e/ou “Como cultivar orquídeas”, mensalmente encontrada nas bancas de revistas das cidades brasileiras, assim como entrar em contato com a CAOB e OrquidaRio, filiando-se e recebendo as excelentes publicações (boletins) bimestrais ou trimestrais deles, trazendo desde matérias de cunho científico até aquelas mais simples e muito interessantes envolvendo cultivo, exposições e fotos de orquídeas. Existem bons websites na internet tratando do assunto, além do Orquidário Cuiabá. Na pagina aqui do blog “Não deixe de visitar” coloco sugestões de outros, apesar da maioria ser em Inglês e aqueles parceiros relacionados no canto direito. No caso da CAOB e OrquidaRio, eles costumam ter exemplares atrasados e em estoque, para venda. Bons estudos e cultivo de suas plantas! Abraços.

  • Reginaldo dito:

    Caro José Luiz,

    A pouco tempo passei a apreciar as orquideas e resolvi cultivar algumas que ganhei, no entanto estou encontrando alguns problemas.
    Gostaria de saber se podem me sugerir algum site ou pessoa que possua manuais de cultivo, pois em minha região não encontramos referencias bibliograficas.
    Desde já agradeço
    Reginaldo – Londrina – PR
    R.: São muitas as publicações, a nível Brasil tem diversos livros, alguns encontrados à venda, usados mas em bom estado de conservação, na Estante Virtual, que congrega diversos sebos ou livrarias do Brasil (veja no Google), vendendo seus livros por esse canal. Já comprei diversas vezes e gostei. Na vasta bibliografia sobre orquídeas, posso indicar: Orquídeas da Chapada Diamantina de Toscano Brito e Phillip Cribb, Iconographia das Orchidaceas Brasileiras de F.C. Hoehne, ABC do Orquidófilo, do prof. René Rocha, Genus Cyrtopodium, de L.C. Menezes, Flora Brasílica, de F.C. Hoehne, os dois manuais da AOSP. Acesse a biblioteca virtual do Herbarium Jany Renz, tras uma série de livros raros, fotos e pranchas de orquídeas realmente maravilhosas, e o melhor, acesso gratuito! Abraços

  • Ricardo dito:

    Boa tarde José Luiz
    Ganhei de presente uma catasetum plantada num vaso de plastico de 15 cm de diametro ela deu a floraçao normal, logo o fim da floraçao as folhas começaram a ficar amarelas e eu estou arrancando ela tem 3 bulbos, molho uma vez por semana com uma xicara de cha de agua, devo continuar molhando-a assim porque me disseram que a rega para a especie catasetum durante um periodo a rega tem que ser muito pouca e tenho medo que ela apodreça, gostaria que pudesse me ajudar.
    Obrigado.
    R.: Ricardo, orquídeas do genero Catasetum, após a floração é normal que caiam suas folhas, e entram num período como que de dormência, quando surgem novos brotos, seja na base do pseudobulbo ou mesmo nele. Não existe regra específica para regas de orquídeas, varia muito de região para região, conforme a umidade natural ambiente, calor, insolação e ventilação. No geral melhor não exagerar nas regas, porque pode literalmente “afogar” o enraizamento se a platna estiver em vaso com poucos buracos para ventilação. Assim, o que você tem feito está correto, melhor regar de menos que a mais quando não temos muita prática. Quando for regar, lembre-se de uma dica simples, na natureza, todas as orquídeas epífitas, incluindo as do genero Catasetum, ficam com seu enraizamento apenas grudado numa árvore ou coqueiro, totalmente exposto a luminosidade, ventilação e umidade ambiente, o que significa que a quantidade de água, fora do período de chuva que incide nela é praticamente aquela do ambiente, circulante do ar… portanto um mínimo, favorecido pela maior umidade noturna. Abraços.

  • silvio dito:

    Boa tarde Luiz.

    Estou com uma phalenopsis que está saindo a haste floral, ela ainda está bem pequenina,continuo adubando ou cesso a adubação? Também estou com uma dendrobiun nobile com haste floral,estava fazendo o estresse hídrico nela, posso voltar a molhar normalmente ou continuo com o estresse hídrico,e também posso adubá-la até sair as flores? Desde já agradeço. Abraços.
    R.: Monopodiais como a Phalaenopsis, Renanthera, Vandas, Ascocendas permitem sejam adubadas sem excessos normalmente em qualquer fase de seu crescimento, mesmo na floração, pois são plantas que não apresentam sistemas de reserva de nutrientes, exceto a Phalaenopsis que tem sim, boa reserva em suas folhas carnudas, mas pode ser adubada repito, homeopaticamente no periodo de floração. O estresse hidrico nas Dendrobium não precisa ser radical, pois debilita a planta, mas diminuimos as regas, pulverizando suas raizes uma vez por semana com adubo para floração. Logo que surgirem os primeiros botoes, suspenda a adubação. Abraços

  • silvio dito:

    José luiz.
    Sou eu novamente, esqueci de perguntar da minha laelia liliputana, ela está debaixo de um telhado e pega somente o sol da manhã,será que essa luminosidade é suficiente para ela florir? E será que já posso começar adubá-la com adubo de floração,visto que ela floresce na primavera? Muito obrigado mais uma vez.
    R.: A Laelia liliputana, hoje classificada como Hoffmannseggella liliputana (eita nominho estranho esse, cheio de letras dobradas, coisas de taxonomista…vai la entender onde encontram tanta erudição, mas se podemos(eles) complicar e dificultar, pra que simplificar…rs!) vegeta nas serras das Minas Gerais, praticamente como rupicola ou litofita, a sol pleno, protegida com alguma sombra eventual de velozias da região. Assim, para melhor conclusão veja artigo do Saulo aqui publicado envolvendo laelias parecidas, e do Reginaldo. Clique nos links. Abraços.

  • Gilberto Dias Tibaes dito:

    Foi muito gratificante ter encontrado tantas informaçoes, pois cheguei ate aqui sem saber. Quero agradecer, pois sanei muitas das minhas duvidas com as perguntas feitas.Tenho algumas orquideas, ha tempo gosto delas , mas so agora estou me dedicando a conhece-las e procurando aprender a cuidar. Tenho amigos que são orquidofilos lá em curitiba Pr. inclusive me aconcelharam comprar os livros da AOSP. Foi um prazer conhece-los, aguardo noticias. Abraços Gilberto.
    R.: Agradeço sua visita. Sucesso no cultivo de suas orquideas! Abraços

  • silvio dito:

    Muitíssimo obrigado pelas dicas,me ajudaram bastante.Abraços.

  • edivaldo Araujo dito:

    Oi bom-dia!
    Gostaria de saber como devo fazer e
    quem poderia me informar qual a composição do meio de cultura chamado VACIN e WENT.
    Sei que formularam meios de cultura para tecidos vegetais mas não sei suas fórmulas.

    Abraço

    Edivaldo
    Parauapebas-Pará

  • Michael Leydar dito:

    Hola,
    Disculpe que no hablo Portugués. Yo encontré esta receta en un foro de orquídeas. Quería saber si en realidad era suyo y que si me puede explicar con más detalle el procedimiento. Lamentablemente aquí no se consigue su libro y yo no poseo tarjeta de crédito para comprarlo en la red. Mil gracias desde Venezuela.

    Suke en la revista O mundo das orquídeas año 8 N· 36 hay un artículo del Dr. Darly Machado de Campo donde habla que en Brasil están utilizando un medio de cultivo, al que llaman ensalada de frutas, que no hace falta esterilizar. No utilizan ningun tipo de sales, vitaminas ni hormonas. Para que no sea atacado por hongos utilizan ajo, cebolla y propoleo. Aclara que todos las frutas utilizadas deben ser de cultivo orgánico, que no hayan sido tratadas con químicos. Dice que con este medio también hacen cultivo por meristema. Te paso la receta que da.

    -1 banana nanica (no encontré traducción, debe ser una variedad) entera y con cáscara.
    -1 cuchara de sopa bien llena de mamao (mamón)
    -1 tomate
    -1 cuchara de café de milho verde (maiz)
    -1 vaso de agua de coco verde
    -1 cuchara de café de caldo de batata (papa, la batata es “batata doce”)
    -1 cuchara de sopa bien llena de abacate (debe ser palta, no enconté traducción)
    -1 cuchara de te de polvo de carbón vegetal.
    - agar-agar
    -1 diente de ajo picado y machacado
    -1 radaja de cebolla picada y machacada
    -1 cuchara de café de propoleo.

    Colocar todo en una licuadora y hacer cultivo de meristema o de semilla en laboratorio casero.
    R.: Michael, esta receita é de autoria do orquidólogo Darly Machado de Campos, cujo email é: darly.machado@ig.com.br – você pode enviar email direto a ele para sanar suas dúvidas. Abraços e obrigado pela visita.

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