ESPECIAL: Cultivo de Phalaenopsis! (Growing Phal.)

Uma pesquisa patrocinada pela Sociedade Orquidófila Americana (American Orchid Society) mostrou que orquídeas do gênero Phalaenopsis tornaram-se as plantas preferidas do público americano. No Brasil encontramo-nas de norte a sul, vendidas em floriculturas e supermercados…muito presenteadas pelas pessoas!

Isso é resultado da facilidade que a planta responde ao  cultivo, sem exigir muito e adaptando-se facilmente em interiores (indoor). Ao contrário de outras orquídeas cujo ciclo vegetativo da fase “keiki” até a floração demora em torno de 4 a 5 anos, uma planta de Phalaenopsis bem tratada pode florescer em 2 anos, razão porque o comércio de orquídeas de corte ou decorativas investe em seu melhoramento genético criando centenas de híbridos com as mais variadas nuances de cores e que florescem o ano todo.

É ideal para cultivo em ambientes fechados ou apartamentos, desde que o local tenha uma mínimo de ventilação natural e principalmente boa luminosidade indireta e esteja exposta a um mínimo de luminosidade solar filtrada entre 7 e 9 horas da manhã (7 to 9 AM)  ou  das 16h  (4 PM - sunset) até o anoitecer. Resolve-se isso colocando seu vaso sobre aparadores junto de janelas. Na habitat de origem, as Phalaenopsis vegetam em  baixas altitudes de florestas  tropicais asiaticas onde a temperatura média diurna varia entre 28 e 35º C e noturna na faixa dos 20 a 24º C e sob luminosidade natural filtrada pela copa das árvores, sem incidir diretamente nas folhas, a não ser aquela ainda fraca do amanhecer ou anoitecer.  Baseado nisso fica mais fácil seu cultivo em interiores ou exteriores.

Apesar de ser uma planta que pode florescer várias vezes durante o ano, o período de sua floração principal ocorre no final do inverno estendendo-se durante toda a primavera.

 

HISTÓRICO

O gênero Phalaenopsis foi criado por Karl Ludwig von Blume em 1825, batizando a planta com esse nome associando duas palavras gregas “phalaina” (falena, mariposa) e “ópsis,-eos” (visão, ação de ver) para designar as flores. No seu entendimento são parecidas com as asas de mariposas.

Na época a orquídea estudada por ele foi um exemplar da espécie Phalaenopsis amabilis, descrita anos antes (1741 e 1750) pelo botanista holandês Georg Ebehard Rumpf (ou Rumphius), no seu Herbarium amboinense, que descobriu a espécie na Ilha Amboine, localizada ao sul do arquipélago Molucas na Indonésia.

No gênero Phalaenopsis estão catalogadas cerca de 50 espécies, a maioria epífita e ocasionalmente litófitas, distribuídas por toda Ásia triopical, sudeste da Índia e Nepal, Nova Guiné, norte da China, Taiwan e Austrália, mas é nas Filipinas que  está concentrada maior riqueza de espécies nativas.

Muitos orquidófilos pouco conhecem das Phalaenopsis enquanto “espécies” nativas, tal a profusão e imposição das espécies híbridas no mercado de flores mundial, inclusive no Brasil. Para resgatarmos a identidade das ESPÉCIES, presto esse tributo às nativas mostrando aqui algumas delas,  bem diferentes do que conhecemos nas formas híbridas, mas com isso entendemos o por que de algumas formas  diferenciadas destas, guardando traços daquelas nativas envolvidas nos cruzamentos e seus traços genéticos. Clique numa das fotos para vê-la ampliada noutra página 

 

 

CARACTERISTICAS

 As espécies do gênero Phalaenopsis apresentam caule praticamente nulo com avantajada folha larga e suculenta, onde está toda sua reserva nutricional, e sendo monopodial, de crescimento sucessivo,  possui raízes longas, grossas e flexíveis, que crescem em profusão dentro de vasos plásticos arejados e bem drenados,  com substrato misto de casca de coco, pinus e casca de arroz carbonizada. Na realidade a formulação de um substrato para orquídea epífita e monopodial não deve ser levado à risca  como REGRA, mas sim sugestão. Cada orquidófilo deve procurar na região onde vive, aquele de   melhor adaptação para a planta  - e nesse sentido, quanta criatividade existe no meio!

Só não vale inventar muito, achando que uma orquídea epífita e monopodial irá adaptar-se a substrato com terra e compactado! Em pouco tempo estará atacada por bactérias  ou fungos, melando suas raízes e destruindo suas folhas.

 

REGAS E ADUBAÇÃO

A orquídea Phalaenopsis, como a grande maioria das orchidaceas, aprecia boa umidade ambiente no substrato em vaso ventilado, mas nunca encharcado. Regas uma vez ao dia, preferencialmente no amanhecer ou entardecer, quando os estômatos nas folhas estão abertos e receptivos a nebulização úmida do ar absorve gotículas com nutrientes, o mesmo ocorrendo com os velames microporosos que compoem todo o enraizamento da planta.

Para evitar acúmulo de água na junção de suas folhas, o ideal é cultivar a planta meio inclinada, principalmente nos casos em que a pessoa tenha muitos vasos, regando-os com esguicho ou aspersores.

Recomenda-se na adubação de manutenção e crescimento uso de ADUBO CRISTALIZADO SOLÚVEL EM ÁGUA e que deve envolver além dos micronutrientes já incorporados na fórmula química, os macronutrientes N-P-K na proporção 10-10-10 ou 20-20-20.  Para floração essa composição muda para reforço maior em Fósforo (P) e pouca coisa a mais em Potássio (K)– válido para a maioria das orquídeas – na fórmula 10-30-20. Se na região onde você residir não tem a fórmula com esses valores,  não é problema, compre o que encontrar desde que  tenha proporção parecida ainda que apresente esses números reduzidos (aliás é o que mais encontramos no interior do Brasil nas lojas de jardinagem ou produtos agropecuários).

Adubação orgânica composta pela mistura de torta de mamona substituindo o Nitrogênio  (uréia) químico (N), a farinha de osso ou de ostras substituindo o Fósforo(P) e cinzas de madeiras diversas no lugar do Potássio (K), são excelente variante de adubação para orquídeas. Apesar de orgânico, esses componentes devem ser usados com a mesma cautela ou cuidado quando usamos adubação química, tendo em consideração que o ideal é usar em quantidade mínimas ou homeopáticas.

Exemplificando: Se no folheto ou modo de usar do frasco diz uma colher de chá para um litro de água, diminua para uma colher de café, ou naquela quantidade maior, aumente em três vezes a quantidade de água, guardando em frasco plástico fechado (garrafa pet  por exemplo) e com essa água molhe a planta uma vez ao dia, até que essa solução nutricional acabe. Lembrar apenas de agitar o frasco antes do uso.

Agindo assim a orquídea não terá problema de super dosagem e intoxicação.

 

FLORAÇÃO E NOVAS MUDAS

Phalaenopsis @ Orquidario CuiabaApresentam flores vistosas, coloridas, que variam do branco ao vermelho, passando pelo amarelo, creme-esverdeado, roxo, estriadas e incontáveis nuances de cores, pintalgadas ou não, principalmente nas espécies híbridas, plantas mais usadas para embelezar interiores! São sempre trilobadas e podem apresentar diferenças de forma, considerando a origem de sua origem genética nos cruzamentos. Apesar da exuberância de suas  florações seu perfume, se existir  é praticamente nulo. Ainda não encontrei durante o dia uma Phalaenopsis híbrida perfumada. Diz-se que  ela seria polinizada na madrugada por um tipo de mariposa (falena) que aliás, são insetos de hábitos noturnos, diferentes das borboletas que possuem hábito diurno. Será que ela é perfumada na madrugada? Não sei…nesse horário estou dormindo!

 

As orquídeas Phalaenopsis têm uma tendência em reflorir numa mesma haste floral onde tenha tido floração anterior, soltando nova inflorescência nos nódulos velhos (ou gemas).

Nalgumas situações pode soltar nesses nódulos velhos, novas mudas.

Alguns orquidófilos após a floração anterior, costumam medir cerca de um palmo (cerca de 22 cm) na haste floral a partir da base da planta, cortando ali. Em seguida cauterizam o ferimento com uma colher quente e/ou passam pasta de canela em pó umida  evitando germes oportunistas como fungos e bactérias.

Nesse pedaço de 22 cm de haste que ficou na planta costuma nascer outra haste floral. Naquela haste cortada pode-se tentar brotação induzida, conforme o tamanho, cortando-a em pedaços de 30 cm (lembrar de cauterizar sempre as pontas cortadas, evitando fazer as divisões muito perto dos nódulos velhos), colocando-as numa bandeja plástica horizontal livre de resíduos e gorduras, com areia grossa lavada e úmida coberta por  esfagno e sobre essa “cama” as hastes.  Borrifar solução de água filtrada com complexo vitamínico B mais hormônio enraizador (tiamina de boro e ácido giberélico). Em seguida fechar com a tampa ou insufilme transparente, procurando manter esse substrato sempre úmido, mas não encharcado. Com o tempo surgirão novas mudas nos nódulos velhos.. Somente cortar cada pedaço com as novas mudas quando estas estiverem com as folhas duplas crescidas e apresentando enraizamento, replantando-as conforme já explicado acima.  

DICAS FINAIS:  Muitos orquidófilos usam pulverizar com canela em pó (powder cinnamon on Phal. roots getting healthy plant)  colocada na palma da mão e soprando-a sobre as raízes das Phalaenopsis, visando proteção contra fungos e bactérias, e dizem, obtendo  melhor floração com a planta mais saudável.  Nosso amigo Vitor tem uma forma diferenciada de cuidar da sua, usando adubação líquida orgânica para floração, com farinha de osso - saiba mais clicando AQUI.Phalaenopsis hibrida @ Orquidario CuiabaPhalaenopsis hibrida @ Orquidario Cuiaba

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

8 comentários para “ESPECIAL: Cultivo de Phalaenopsis! (Growing Phal.)”

  1. Jonas disse:

    Perfeito…procurava informações sobre cultivo de Phalaenopsis e este artigo esclareceu minhas dúvidas além do que pensava. Parabéns, gostei muito do seu blog!

  2. rosmara disse:

    eu cultivo algumas orquídeas, e sou apaixonada, pode visitar o meu orkut, lá esta no album algumas espécies. um abraço
    R.: Bom dia Rosmara! Seja sempre bem-vinda no Orquidário Cuiabá virtual! Visitarei seu orkut sim! Abraços!

  3. katia disse:

    Adorei a explicação para a brotação induzida, além das outras dicas.
    Perdi recentemente duas Phalaenopsis (eram mudas). As plantas simplesmente desapareceram dos vasos, nem raízes sobraram!
    Examinei o substrato e não vi vestígios de caracóis ou lesmas.
    Um grande mistério, …estou preocupada em perder também as minhas adultas.
    Você teria alguma recomendação?
    Abraços!

    Phalaenopsis com problemasR.: Já tive esse problema recentemente também, quer dizer, faz alguns meses…também não encontrei nenhuma praga que pudesse estar atacando as raízes. Mas depois da dica de soprar canela em pó nas raizes, parece que a situação melhorou. Suspendi a adubação temporária e estou usando apenas a solução de água pura com complexo vitamínico B e glutamato monossódico. Uma delas (veja foto), cujas folhas praticamente desapareceram (comprei-a maltratada num supermercado, com queimadura nas folhas) está respondendo bem ao tratamento, mas claro, as raízes estão saudáveis; uma outra que sumiu praticamente tudo…veja como está, mas brotaram três mudinhas, naquela do…”eu ainda quero sobreviver!” Abraços.

  4. flavia disse:

    como faço esta brotação induzida corta a haste e coloca inteira ou corta em pedacinho de 10 cm ?

    Obrigado pela materia muito boa, essa haste que iria pro lixo agora vai se tornar uma nova vida.
    R.: Flavia, verifique na haste o numero de nódulos e distância de cada um (os nódulos apresentam uma bainha (pequena capa seca), o ideal é que cada pedaço tenha pelo menos 3 nódulos. Algumas hastes mais antigas eles são mais espaçados, noutras, na parte mais da ponta, são mais próximos. Prepare direitinho a “cama” para colocá-los e feche com insufilme a bandeja. Não se esqueça de umidecer (eu disse umidecer, não encharcar) usando na água o hormônio enraizador à base de tiamina de boro, facilmente encontrado em boas lojas de jardinagem ou produtos agropecuários. Lacrando a bandeja com insufilme, ela própria propiciará internamente um ambiente úmido sem necessidade de ficar abrindo para umidecer. Você observará todos os dias o vaporzinho que sobe pro insufilme e desce naturalmente. Quando brotarem novas mudas, elas só poderão ser retiradas depois de enraizadas. Sucesso no seu cultivo.

  5. Aurélia disse:

    Ai que ótimo. Amei a matéria. Já visitei seu site um monte de vezes mas ainda não tinha visto a matéria sobre Phalaenopsis. Eu comprei uma Phal já com haste floral e 10 botões. Só faltam 3 para abrir. Gostaria de saber uma coisa: posso aduba-la neste momento, ou tenho que esperar uns 3 meses para começar a adubação? Porque ela veio desenvasada e eu a plantei quando chegou. Eu tenho npk 10-10-10, 30-10-10 e 8-45-14. Qual usar?
    Obrigada pela atenção, e seu site é ótimo!
    R.:Aurelia, obrigado pela visita e elogios - são um estímulo a que melhore sempre o conteúdo, mantendo a forma simples, prática e objetiva dele! Sobre adubação, em orquídeas monopodiais como a Phalaenopsis, Vandas, Papilionathe, Renantheras e Rhyncosthylis - por serem plantas de crescimento contínuo e não possuirem pseudobulbos,como as simpodiais (um exemplo Cattleyas), mas sim muitas raizes normalmente robustas e longas, exatamente para absorverem um máximo de nutrientes diariamente pela umidade do ar ou do que borrifamos nelas, pode-se no período de sua floração borrifar adubação em dose mínima (homeopática mesmo!) uma vez por semana na época da floração e mesmo floridas, como a sua. A Phalenopsis tem alguma reserva de nutrientes em suas folhas carnosas, mas nada impede esse procedimento. Só não exagere na adubação em suas orquídeas, qualquer que seja, o excesso é sempre prejudicial a qualquer planta! Nas orquídeas simpodiais como as Cattleyas, que possuem pseudobulbos onde fazem todo um estoque de nutrientes, na época da floração devemos evitar qualquer adubação, pois elas entram em “dormência” direcionando o que já armazenaram para a floração! Se insistirmos em adubá-las nessa época corremos o risco de estressá-las e inibir a floração. O primeiro adubo mencionado por você é de uso GERAL- manutenção; o segundo, rico em Nitrogênio(N), para crescimento, enraizamento e folhas; o terceiro, rico em Fósforo (P) excelente para floração. Abraços!

  6. Anônimo disse:

    O que fazer para a indução de brotos de haste floral não fungar ? fiz a experiencia e hoje 20 dias que coloquei a haste cortada na bandeja está criando fungo, gostaria de ideias e dicas pois tenho outras phals que gostaria de fazer esta experiencia e queria não errar com as outras, o que eu faço, fiz direitinho como vc ensinou mas parece que não vai dar certo.
    R.: Os procedimentos de limpeza e assepsia do meio de cultura devem ser observados, como a desinfecção da bandeja de plástico branco com solução de água sanitária, bem como do esfagno pré lavado e cozido, coado e logo em seguida espremido e espalhado sobre a camada de areia grossa ou brita (também esterilizada) que deve cobrir todo o fundo da bandeja. Em seguida borrifar uma solução de água limpa e filtrada com gotas de hormônio enraizador (tiamina de boro) e complexo vitamínico B. nesse meio ou “substrato” de cultura, onde será colocada a haste floral que deverá estar previamente limpa passando-a numa solução de água sanitária 1% (ou 1 ml p/ 1 litro de água). Feito esses passos vedar a “boca” da bandeja com o insufilme e passando em volta pra melhor vedação fita crepe. Manter em local do orquidário ou estufa livre da chuva e exposto a luminosidade própria para a planta Phalaenopsis. A umidade interna da bandeja vedada criará naturalmente o ciclo diário de “subir” no insufilme e descer em gotejamento. Cuidado pra não ensopar o substrato. Estimo que dê certo! Abraços!

  7. flavia disse:

    Se não tiver sfagnum qual tipo de substrato posso usar ( algodão serve ? )

    Me desculpe tantas perguntas, na resposta acima acho que não deu certo pois não esterilizei o sfagnum e nem a haste. Obrigado pela sua ajuda seu site é muito legal ! Há vou começar a usar o ajinomoto tb nas adubações!

    Ate mais.
    R.: Flavia, nunca tentei usando outra coisa que não fosse o esfagno, com algodão sei que não daria certo porque sendo muito fino e com a umidade ele apodreceria em pouco tempo. Sugiro usar no lugar do esfagno (sei que é mais difícil encontrar), o xaxim desfibrado, ou seja, compre um vaso de xaxim (apesar de proibido ainda é encontrado à venda…), corte pedaços e desfibre, lave pra tirar o pó e proceda como se fosse o esfagno. Sugiro também, pra ficar mais fácil, no lugar de areia grossa lavada, o uso de brita pequena (da menor que encontrar). O insufilme é aquele que usamos pra embalar alimentos congelados…o mesmo que o pessoal de supermercado usa pra vedar bandejas de isopor com legumes. Sobre a adubação lembre-se de não exagerar, assim como ela não dever ser contínua, diária. Tem pessoa que mata suas plantas achando que deve adubá-la todo dia em todas as regas…rs! e não é assim. É uma vez a cada quinze dias de preferência. Agora se for bem fracionada, em doses homeopáticas, nada impede que seja praticamente diário…coisa que poucas pessoas sabem fazer. Em cidades que a água tem muito fluor ou cloro, é sempre bom coletar a água da torneira deixando-a num balde ou latão plástico de um dia para o outro para que ambos elementos químicos evaporem, e só então seja utilizada pra molhar as plantas. Abraços!

  8. Raquel disse:

    Gosto muito de suas orientações, tenho uma phalaenopis que não está indo muito bem as raízes estão secando e as folhas murchando. O que eu faço?
    R.: Repito aqui a mesma resposta dada pro Helio, com problema parecido: A Phalaenopsis é vítima comum do ataque de ÁCAROS nas folhas, que em fase terminal apresenta tom amarelecido da folha, neste estágio dificilmente consegue-se recuperar a planta. No início do ataque apresenta uma ligeira escarificação da folha, ficando meio escamosa e “prateada”, e com a perda de clorofila vai ficando amarelada até morrer. No inicío pode-se controlar essa infestação que muitas vezes é acompanhada de outra praga, o inseto chamado “trips”. O ataque do ácaro é rápido e em pouco tempo destrói a planta sugando a seiva ou nutrientes da folha, onde estão as reservas nutricionais das Phal. Combate-se os ACAROS usando venenos encontrados em lojas agropecuárias à base de TETRAMETRINA (nome comercial Dimy-pronto) ou outro acaricida de princípio ativo diferente. É provavel que sua Phal foi atacada por essa porcaria de Ácaro, cuide dela e se morrer, fique tranquila, agora sabe como resolver eventual problema futuro com alguma outra. Aquela do Vitor está saudável, e a sua, se estiver atacada por ácaros mesmo, procure dar uma geral em seu orquidário, porque outras plantas poderão estar atacadas tb. O horário que os ácaros estão “fervilhando” nas plantas é no período mais quente entre 12 e 15 horas, mas nesse horário evite aplicar veneno diluido em água, pois o choque térmico nas plantas provoca estresse e aparecimento de bactérias. Opte por dar o combate no anoitecer ou bem cedinho. Lembre-se do cuidado em usar luvas, máscara protetora e camisa de manga comprida, evitando inalar o produto. Algumas pessoas são alérgicas a defensivos ou venenos químicos. Abraços

Deixe um comentário