Phalaenopsis equestris
A espécie Phalaenopsis equestris (Schauer) Reichb.f. 1849- originária das Filipinas e Taiwan, onde é encontrada em regiões de baixas altitudes é uma bela planta com maravilhosa floração. Apresenta folhas coriáceas medindo 14 cm x 5 cm em média (ref. comprimento e largura maiores), formato oblongo-lanceolado, carnudas e muito sensíveis à luz solar direta. A inflorescência que sai da região basal da planta forma haste ramificada, com dezenas de flores pequenas medindo ente 2 e 3 cm de diâmetro e fragrância exótica, lembrando o perfume da C. violacea. Suas flores de pétalas e sépalas no tom rosa, variam muito enquanto diversidade de tons, razão porque é frequentemente encontrada sob a designação Phalaenopsis rosea, aliás um de seus registros anteriores feito por Lindley em 1848. Além desse sinônimo, possui outra dezena, incluindo Phalaenopsis riteiwanensis, Phalaenopsis stauroglottis com algumas nomenclaturas apresentando as variedades: alba, aurantiaca, aurea , cyanochila, leucaspis e leucotanthe.
Pode ser cultivada em todo o Brasil, principalmente nas regiões de clima mais quente e úmido, em substrato misto comum para aquelas híbridas, sem grandes mistérios e dificuldade, apesar de produtores comerciais em larga escala optarem por casca de pinus. Minha planta é cultivada num substrato mix de casca de peroba rosa, esfagno, cacos de telha e palha de arroz carbonizada, com enraizamento denso e saudável. O gênero Phalaenopsis é um dos ideais para cultivo em interiores, próximos de janelas ou aberturas com boa luminosidade filtrada por cortinas.
Optei pelo ecológico vaso de garrafa pet que permite boa ventilação e luminosidade no substrato e raízes, pelos vãos das tiras e transparência do plástico. Foi adquirida em novembro de 2008, de produtor alemão, através da Floralia, em Niterói/RJ, graças a colaboração da amiga Kátia Maria, a quem dedico essa primeira florada, que aconteceu entre janeiro e fevereiro. A adubação é a comum a toda orquídea, lembrando, sem exageros e usando água desmineralizada (da chuva) ou filtrada.
Analisando a etmologia da nomenclatura “equestris”, palavra latina que significa “relacionado a cavalo”, enquanto explicação dada pelo taxonomista, se se referenciou ao formato da flor, é obscuro – talvez seu formato lembre a cabeça de um eqüino. É encontrada também na forma alba, além de dezenas de híbridos. Mais fotos das variações de tons da flor, forma e híbridos, veja AQUI. No livro “The Encyclopedia of Orchids” (2003), editado por Alec Pridgeon, recomenda-se manter a haste floral na planta porque nesta espécie é comum brotar novas plântulas (conhecidas como “keikis”). Seguindo essa recomendação brotaram duas plântulas. Durante a densa floração fiz polinização manual induzida que originou três capsulas com sementes. Alcançaram seu grau máximo de maturação em apenas 5 meses.














Fico muito feliz em ver aqui uma publicação de uma das espécimes que eu amo!! Tenho um exemplar que está muito lindo florido, ainda a pouco estava dando uma olhadinha e mostrando para a minha cunhada que não conhecia como uma Phal. Bem como não podemos deixar de dizer uma bela reportagem como sempre José Luis!!! E o que ela achou mais interessante é que já está florida a mais de dois meses!! Mas com tantas flores para abrir nas hastes, não seria de outro modo e ela está ainda no primeiro ano de floração!!!
Como está linda! Era tão pequeninha e como sofreu devido a demora na entrega pelos Correios, lembra?
O clima “cuiabano” e os seus cuidados lhe fizeram muito bem! (rs!)
Quando precisar pode contar com a amiga!
Abraços, Katia
Como você cita acima José Luis,a formação de keikes na haste floral, a minha está com um em cada haste,notei também que onde se formou os keikes já tem um botão floral,muito bom não é mesmo?? Kátia, assim a gente fica com o ego inflado não acha?? Abraços, Sandra.
José Luis, como já estão com raizes os keikes, vou esperar apenas cairem as flores que estão neles, para poder fazer um replante de duas mudas ao mesmo tempo, estão lindooooossss. Estou fotografando para documentar o crescimento e a floração. E assim poder depois enviar para que todos possam ver do que eu estou falando!!!!!Um abraço, Sandra.
Olá meu amigo!!! Quanto tempo!!! Adorei o texto sobre a esquestris, pena que elas são tão difíceis de encontrar. Eu comprei uma prá mim, mas é tão miudinha, tão miudinha que acho que vai dar flor só na olímpiada do Rio de Janeiro… rs… Não esqueci do texto que estou te devendo viu? Aliás agora ficará bem ilustrado pois consegui a primeira floração da minha phalaenopsis hidropônica… Assim que tiver um tempo – juro! – te mando! Abraços!
R.: Sumida mesmo Ana! Continuo aguardando sua matéria sobre o cultivo hidropônico! Abraços.
OLa, coloquei um mimo pra vc, acesse o site http://www.mulhercriativa.com.br/mimoselo/campanha-da-amizade
abraços
R.: Lindooo!!! Obrigado grande amiga! Estive visitando o Mulher Criativa… vixe! Está super profissional e informativo ao público feminino heim!!! Sucesso sempre! Saudades!
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