Pranchas de orquídeas
Em 1930 foi publicado pela então Secretaria de Agricultura, Indústria e Comércio de São Paulo, o livro denominado “Album de Orchidaceas Brasileiras”, de autoria de Frederico Carlos Hoehne, conhecido nos meios científicos botânicos como F.C. Hoehne. Nessa obra prima (capa dura, formato retangular, 264 páginas, amarradas com barbante verde e amarelo) do estudioso botânico brasileiro Hoehne, além de texto magnífico descrevendo plantas, falando da criação do “Orchidário do Estado de São Paulo”, no bairro da Água Funda, em São Paulo, Capital, ilustrado com diversos clichês monocromáticos, estão publicadas dezenas de pranchas de orquídeas, com a nomenclatura da época, quando nosso português ainda era escrito com o “ll”, “ph”, “mm” e outras nuances da escrita na época, como o “ch” no lugar do “q”, em “orchidário”. Presenteando o público visitante do blog Orquidário Cuiabá, detentor de um dos raros exemplares desse livro, publico a partir deste artigo, as páginas escaneadas dessas pranchas. Inicialmente doze, que serão completadas em novas publicações até termos todas elas disponíveis. Mantive no espelho das fotos a nomenclatura das orquideas, usadas em 1930, portanto há 79 anos. Disponibilizamos gratuitamente cópias dessas pranchas em resolução maior (bitmap/MB) exclusivamente para ilustrar trabalhos científicos e acadêmicos, mediante solicitação da Universidade à qual o pesquisador estiver subordinado. Clique em cada foto para vê-la ampliada.










Adorei estas fotos como faço para conseguir em resolução maior, e o livro?, parabéns pelo trabalho
R.: Marco Antonio, breve estarei publicando noutro álbum as pranchas que faltam. Tratando-se de livro há muito tempo publicado, portanto raridade, é meio difícil (mas não impossível) encontrá-lo à venda. Em sites internacionais europeus encontrei dele mas com preço bem salgado em euros. Talvez você encontre nos sebos da Estante Virtual, verifique no Google buscas; na pesquisa que fiz achei apenas dois exemplares, um por R$400,00 e outro por R$650,00. Ao negociar com a livraria, lembre-se de verificar se não falta nenhuma prancha. Quando comprei este meu no ano passado, numa delas o livro estava bem barato mas faltando 5 pranchas. Abraços.
Que obra maravilhosa, incrível a riqueza dos detalhes na prancha que contém a Catasetum!
É duro pensar que muitas espécies talvez nem mais existam, não é?
Abraços, Katia
Muito interessante a publicação. Aguardarei as próximas pranchas….
A propósito, como faço para descobrir de que espécie é uma orquídea sem conhecer suas flores? Tenho alguns exemplares que nunca vi florir e não sei como identificá-los. Dá para saber?
abraços
Carolina
R.: Carolina, algumas orquídeas, pelo formato peculiar de suas hastes, folhas, coloração destas, como a Ludisia discolor ou a Lockhartia lunifera (dentre outras), o reconhecimento é fácil…mas a maioria das Cattleyas, Laelias e hibridos Blc, Lc e afins são difíceis. Por isso devemos exigir dos vendedores a plaquinha de identificação com o nome da planta, que seja improvisada num pedaço de papel ou etiqueta adesiva. Nalgumas situações, mesmo floridas, em se tratando de híbridos, fica dificil o reconhecimento. Abraços.
No retorno de um passeio, parei na Dutra para descansar,(estava de moto com meu esposo)uma plantinha me chamou a atenção; eu pensei comigo mesma não vou retirar daqui pois estou danificando a natureza, ms não resisti trouxe para casa.Me perguntaram o que era, eu disse é uma orquidea, ninguém acreditou. Tratava-se de uma Oceoclades Maculata ou Maculatum e eu já estava pensando onde iria conseguir uma e alí estava ela. Hoje eu tenho mais de vinte vasos dela mas mesmo assim no meses de dezenbro e janeiro fico olhando cada uma delas e sentindo o maravilhoso perfume de suas pequeninas flores em suas hastes florais. Hoje eu fico pensando de como tem tantas dela aqui bem pertinho de minha casa,descobri por um acaso rsrssrsrrs Uma história e tanto, mas acontece em nossas vidas!!
ola, e muito bom poder participar desses comentarios pois sou um amante da orquidofilia tenho em minha residencia na cidade de santos dumont uns 200 vasos, algumas nativas, outro dia mesmo encontrei aqui perto na serra, catasetum, epidendrum, oncidium ceboleto, laelias cinabarinas, pleurobotrium e pupila ambas miniorquideas, qdo quiserem trocar informaçoes estarei aqui sera um prazer.
R.: Estimado Alexandre, seja sempre bem vindo colaborando nos comentarios com seus conhecimentos. Abraços.
tenho com sucesso conseguido tirar mudas de ludizia discolor, a receita e simples terra vegetal e cascas de pinus, meio a meio, semanalmente peters 20-20-20….15-05-15 mais calcio e magnesio 3O-10-20…semanalmente um a cada semana no intervalo das adubações pode borrifar as folhas com agua de cisternas ou entao deixa a agua de um dia para outro, pois agua de estação de tratamento ou agua da torneiras contem muito cloro e outros produtos quimicos, inibindo a acçao ou diminuindo sua açao ou ate mesmo se somando levando a overdose da planta ……
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