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Quem somos

Estimado visitante e administradores ou associados de outros blogs de orquídeas, plantas ou flores, todos os artigos publicados no Orquidário Cuiabá virtual podem ser copiados na íntegra, inclusive fotos e publicados noutros blogs, fóruns ou websites, sem prévia autorização, desde que tais entidades virtuais não tenham fins comerciais e sejam de acesso livre e uso gratuito como é o Orquidario Cuiabá virtual, e referenciada a origem. Como estudante de Logosofia entendo que um conhecimento adquirido só é válido e útil quando dividido e compartilhado, para que tenhamos todos uma real evolução individual reforçada e enriquecida com fragmentos adquiridos de outros seres com os quais convivemos, ainda que no virtual! Sejam bem-vindos! 

 Meu nome é José Luiz.

Sempre fui um admirador da Natureza, expressão máxima de nosso Criador, e dedico grande parte de meu tempo ao cultivo de orquídeas. Tenho um orquidário sem fins comerciais, com diversas orquídeas, híbridas ou espécies. Recordo-me sobre como tornei-me um orquidófilo quase por acaso. Aquilo que no início era apenas uma curiosidade, tornou-se uma paixão, graças às visitas que fazia a um grande amigo; ANTONIO JOSÉ ARÓ, o “Tonico” de Ituverava/SP,Orquidófilo que me ensinou os primeiros passos  no cultivo dessa planta que nos premia com florações das mais diversas cores, formas e perfumes. Minha experiência no cultivo de orquídeas, firmou-se ao longo dos anos através de visitas a exposições, compra de revistas especializadas nas bancas, ou livros, pesquisas na internet, trocando informações com outros orquidófilos, e certamente conhecendo de forma prática e presencial os habitats de tais plantas seja no interior de São Paulo, Goiás e principalmente no Mato Grosso, minha terra de adoção. Em minhas incursões pelas matas pude ter contato com o  habitat de Cattleya, Catasetum, Oncidium e Cyrtopodium, dentre outras espécies. A grande maioria de minhas plantas foram compradas de orquidários idôneos, feitas pela internet, por troca com colecionadores e um mínimo coletadas em matas que passavam por processo de desmatamento ou degradação pela interferência humana, para dar lugar a novas culturas, seja de cana de açúcar, soja, e até mesmo para loteamentos urbanos. É minha intenção e com a colaboração de outros orquidófilos manter aqui informações não só do cultivo, cuidados com adubação e controle de pragas e doenças, mas da preservação de orquideas em seu habitat natural. Percebi ao longo dos anos que as orquídeas, quando em seu habitat pouco sofrem com doenças ou pragas,   problemas estes tipicamente urbanos. anigif2Meu objetivo nesse site é estar sempre informando de forma simples, descomplicada e objetiva sobre o cultivo e preservação de orquídeas, derrubando um dos mitos que algumas pessoas possuem, acreditando que ter uma orquídea é privilégio de poucos, ou que seja difícil seu cultivo. Estou aberto a perguntas e dúvidas (acredite, por mais simples ou absurda que possa parecer sua dúvida, ela é válida e estou aqui para te ajudar!), sugestões, críticas, dicas, colaborações,  sempre destinados a melhorar o conteúdo deste site, direcionado principalmente aos iniciantes em ORQUIDOFILIA.  Seja bem-vindo a mais este ponto de encontro dos amantes de orquídeas!

30 Comentários »

  • Angry "Dumb" Popeye dito:

    Only licensed pharmacists would fill the prescription after the review by the nurse!
    R.: Dont´worry! It isn´t my problem…but yours! I am not sick – so…take a hit in your doctor & don´t be so “angry”, but shy! No spam pls! Mr. “scuko41@scuk.pl” ID 221.242.0.198. Ads here…after paying me! Tks!

  • Rituko Yogui Chinen dito:

    Boa tarde!

    Gostaria de saber como adquirir mudas cirrhopetalum medusae, e da cor preta.
    Agradeco se conseguir uma resposta meu muito obrigado.

    Sem mais,

    Atenciosamente

    Rituko
    R.: Ola! com sua pergunta fiquei imaginando uma Cirrhopetalum medusae de cor escura ou preta… seria linda demais, entretanto não existe dela nessa coloração, apenas na cor e forma mostrada nas fotos do artigo. Abraços.

  • Olivia dito:

    Boa tarde José Luis,

    Também sou uma admiradora das orquideas, e agora resolvi cultiva-las. Estou entrando nos sites para aprender sobre elas, e me apaixono a cada dia.

    Moro na Italia, em uma regiao muito fria. Agora estamos no verão, resolvi começar minha “criação” neste periodo… Tenho apenas 7 (lindaaaassss), mas ja estou preocupada com o inverno que na minha regiao é muito rigoroso…

    Voce tem conhecimento de quais “espécies raras” eu poderia comprar aqui??

    Nao conheço Cuiabá, mas na proxima vez que eu for ao Brasil, tentarei ir conhecer voce e seu orquidário.

    Um forte abraço e Deus te abençoe.
    Olivia
    R.: Olivia, na Europa tem muito produtor de orquídea, inclusive na Alemanha. Orquídeas que florescem melhor por ai são as do gênero Cymbidium e Paphiopedilum, dentre outras. Como Cuiabá foi escolhida como uma das cidades sedes da Copa do Mundo de Futebol 2014, breve publicarei um artigo mostrando o lado antigo da cidade. Sucesso com suas plantas! Abraços.

  • cristina dito:

    olá José Luis. Li que vc não tem fins comerciais, mas estou procurando uma PAPHIOPEDIUM SANDERIANUM para dar de presente a um amigo muito especial que vai fazer 60 anos no dia 25 de julho, e é apaixonado por orquídeas. Ele tem algumas e preciso de ajuda, pois não sei se essa orquídea estará florida na data. Obrigada desde já.
    R.: Cristina, desconheço no mercado brasileiro venda dessa orquídea adulta e florindo. Se existisse seria muito cara, com certeza. Muda dela nova ainda…está bem cara, pois são importadas normalmente de produtores na Alemanha. Há pouco tempo havia mudas novas dela à venda no Orquidário Imirim de São Paulo, por R$450,00 uma muda a florir dentro de 3 a 4 anos e no Orquidario Floralia de Niterói/RJ, que não tem a Paphio sanderianum mas tem a moustache por R$300,00, muito linda também. Esses valores não incluem o sedex, que é por conta do comprador, variando entre 35 a 60 reais conforme a região do país. Para verificar clique nos nomes dos orquidários com os links. Abraços.

  • Olivia dito:

    Oi Josè Luis,

    Muito obrigada pelas informaçoes que voce me deu. Nao querendo “abusar”, gostaria de tirar uma duvida com voce.

    A minha casa nao è muito grande, entao, pela manha eu costumo colocar todas as minhas orquideas (que sao apenas 7) na sala porque tenho toda uma parede em vidro e assim a “iluminaçao” natural para elas è bem maior do que em qualquer outro lugar da casa.

    Uma amiga me disse que NAO DEVEMOS MUDAR as orquideas de lugar, que isso nao faz bem para ela… Voce confirma isso??

    Obrigada e um forte abraço,
    Olivia
    R.: Olivia, se na sua casa os espaços externos são pequenos ou deficientes em luminosidade natural do amanhecer e entardecer em razão de telhados e prédios vizinhos, plantas etc… nada impede que você mude suas plantas para o interior com melhor luminosidade nesse período através do envidraçado. Tenho uma amiga em Goiás que possui vasos de Phalaenopsis na ampla sala da casa dela, próximo das grandes janelas de vidro o tomam o sol da manhã num horário que não prejudica nem queima as folhas (até 09, no máximo 10h da manhã. Estão super bem assim. Mas nem toda orquídea gosta de ambientes internos com ventilação deficiente…convenhamos, a ventilação dentro de casa é “parada”. Experimente deixá-las assim durante uns 10 dias e observe se houve mudanças na coloração das folhas. Excesso de luminosidade direta deixam as folhas amareladas e nalgumas situações “queimam” a folhas nalguns pontos, provocando uma mancha acinzentada que depois fica enegrecida. Deficiência de iluminação direta deixa a planta inicialmente com as folhas verde escuro, e com o tempo começam a crescem como que procurando o sol, e acabam enfraquecendo-se. Mas isto não é uma regra, varia muito de orquídea para orquídea, conforme a espécie. É na sua própria observação diária que encontrará a melhor resposta para isso. Nada impede o que você está fazendo. O importante é que a planta tenha os princípios básicos de luminosidade, temperatura, umidade e ventilação para que tenha crescimento e floração normais aliado a eventuais nutrientes (adubo) que você coloque na água a cada 10 ou 15 dias. Abraços.

  • katia alves da silva dito:

    Ola!! Gostaria muito que se possivel vc me envie tudo sobre orquideas, pois estou querendo saber como cultivar, qual adulbo usar, qual a epoca de floração; Etc…
    R.: O que você pede é difícil de atender. Sugiro comprar nas bancas as revistas “O Mundo das Orquídeas” e “Como cultivar orquídeas”, assim como ir lendo artigos sobre os assuntos que tem dúvida e publicados em dezenas de websites e blogs sobre orquídeas disponíveis na internet. Abraços.

  • Carolina Manente dito:

    Olá José Luiz! Boa Noite!
    Nem sei por onde começar..são tantas dúvidas, mas quando descobri seu site algumas foram esclarecidas…Na verdade minha Paphi Insigne está linda e florida..faz umas 2 semanas já…mas ela é tão antiga, era da minha vó que adorava cultivar flores, então ela se encontra naquele xaxim antigo que na verdade sumiu de tantas raízes..Estou querendo trocar de xaxim porque esta tombando…mas ela tem umas 6 ou 7 mudas, estou esperando acabar as flores..quando isso acontecer como eu faço?
    corto por muda, corto as raízes grandes? uso terra com alguma coisa?coloco em xaxim de fibra? ponho pedra no fundo? Não sei muito bem como transportar para outro vaso. Ah! e eu vou presentear uma pessoa com uma mudinha, ela sobrevive sozinha ou eu coloco 2 mudas no vaso de presente?
    Eu vi numa dessas conversas que você encaminhou uma apostila para uma visitante do site, se possível me encaminhe, ficarei feliz também!
    Muuuuuito obrigada José Luiz, aguardo anciosa a resposta!
    Abraço!
    R.: Detalhes de replantio você aprenderá melhor com a apostila que enviarei via email. Quanto ao substrato, observe que a orquidófila Sandra Fusita, afirma que a maravilhosa touceira de Paphio dela está plantada numa caixa de isopor com substrato Platmax da Eucatex. Replantei Paphio que tenho usando o substrato RENDMAX da Eucatex, parecido com o PLANTIMAX HORTALIÇAS (tem granulação bem mias fina), a diferença é que o RENDMAX FLOREIRA, como o próprio nome indica, é ideal como substituto da terra comum para vasos de floreiras, plantas de flores, já o primeiro é indicado para hortas. Optei pelo RENDMAX FLOREIRA, com pH nominal de 5,8, porque a granulação dele é maior e a retenção nominal de água (conforme descrição nas sacas plásticas, é ideal) e já vem com tratamento contra nematóides. Esse substrato é encontrado em sacas de 25kg, em lojas de jardinagem ou produtos agrícolas.

  • Magda dito:

    Olá Jose Luiz,

    seu blog foi recomendado por um ex-instrutor de curso basico de cultivo de orquídeas na Escola de Jardinagem da Prefeitura de São Paulo. Minha questão é a seguinte: ganhei um cymbidium no dia das mães este ano, muito bonito e uma planta bem vigorosa. As flores estão terminando de murchar só agora. Notei semana passada algumas pequeninas lagartas (acho que é isso, tenho fotos disponíveis) no substrato e coloquei óleo de nin. Agora já não tenho visto mais esses horrorosos bichinhos, mas mesmo assim gostaria de reenvasar a planta.Qual o melhor substrato para esse replante? Posso desinfetar (cândida ou alcool 70%) o vaso e reutilizá-lo?.
    Agradeço a atenção
    R.: Magda, sobre controle orgânico de lagartas, e insetos como colchonilhas, pulgões e também ácaros, clique AQUI. Quanto a reutilização do substrato antigo, se ele ainda estiver íntegro (normalmente é uma mistura de casca de pínus ou coisa parecida), evite lavá-lo com água sanitária (cândida), que é uma solução forte à base de cloro e prejudicial às plantas, ou mesmo alcool. No meu caso, quando quero matar qualquer coisa existente no substrato que reutilizarei, que tenha eventualmente aqueles minúsculos caracóis pretinhos, larvas de formigas, nematoides etc…e mesmo alguma infestação com bacterias ou fungos, simplesmente pego o substrato, umideço ele (apenas umideço), coloco numa tijela plástica ou de vidro refratário que pode ir no microondas, e literalmente ‘cozinho” o substrato no microondas, no controle “bebida” duas vezes (é rapido), ou programando cinco minutos. O substrato sai até fumegando e super quente…enfim, não há inseto, larva, fungo e bactéria que resista a esse cozimento no microondas. Depois deixo esfriar naturalmente e reutilizo. Se você não tiver microondas, bote numa panela com água, leve ao fogo, depois que levantar fervura deixe cozinhar cinco minutos. Desligue, escorra a água e deixe esfriar…pronto! Se for comprar um novo substrato, compre algum parecido com o atual, normalmente uma mistura de casca de pinus, casca de coco, esfagno e carvão vegetal misturado com um pouco de terra vegetal ou humus e areia grossa, colocando-se no fundo do vaso no momento do plantio um pouco de brita, para melhor drenagem e aeração. Abraços.

  • DSCN2389 dito:

    If your semen does not have enough power behind it your sperm will die before they reach the egg.; Increase your partner’s pleasure. Maintain a healthy sex life
    R.: Esse é o típico comentário postado por robôs como SPAM…assuntos idiotas mas que se não observarmos, bloqueando como Spam e deletando, infestam as páginas dos artigos com dezenas de links direcionados para cassinos virtuais, pedofilia, prostituição, medicamentos ilegais etc… É um saco o trabalho que dá diariamente. A maioria desses Spam são oriundos do Leste Europeu! Queria ter conhecimento bastante de informática e hacker para dar o troco e detonar o HD dos computadores de origem dessas porcarias! Se alguem souber e quiser ajudar me manda email!

  • Magda dito:

    nullOlá José Luiz, estive vendo links que você indica aqui e vi nos EUA a venda de bandejas com drenagem embaixo para aumentar a humidade relativa do ar e facilitar a rega de orquideas. Eu pergunto: -Você sabe se esses produtos existem à venda aqui no Brasil? Caso não existam poderia indicar como adquirí-los? Obrigada.
    R.: Magda, sinceramente não conhecia dessa bandejas plasticas umidificadoras (foto ilustrativa de um produto americano) e com certeza muito interessante para usarmos sob os vasos de orquídeas e BONSAIS, principalmente em regiões de clima seco ou de baixa umidade e muito calor, como no Centro-Oeste, principalmente Brasília e em Cuiabá onde moro. null Mas do que vi podemos tranquilamente improvisar com nosso jeito Brasil, comprando bandejas plasticas retangulares não muito fundas, dessas de lojas de bugigangas conhecidas como “1,99″, onde artigos plásticos são bem baratos, fazer uma armação com sarrafo de madeira de pinus ou eucalipto ou qualquer outra sem tanino. Sobre ela colocamos uns “estrados” plasticos muito usados em aquarios (são em partes, tipo modulos pequenos que encaixam-se um no outro, e parecidos com esses da foto). Resultará num efeito praticamente idêntico a essa bandeja americana. Sobre esse estrado sequencial (madeira, depois o de plástico para dar altura) colocamos os potes com as orquídeas. A água das regas será acumulada no fundo evaporando-se naturalmente e criando um microclima ao redor e no fundo dos vasos sem encharcar…com isso economizamos nas regas e as orquídeas agradecerão com esse aparato. Adaptamos uma mangueirinha de aquario com pequeno furo na base da bandeja, usando ferro quente ou aparelho de solda de estanho, e fixamos a mangueira com massa de durepoxi, para drenar qualquer excesso de água sem ficar mexendo muito nos vasos etc, como mostrado na foto. Essa mangueirinha quando não for usada deverá ficar suspensa em nível acima da bandeja para não soltar a água. Mas não podemos esquecer do mosquito da dengue e a observação contínua para eventual aparecimento de larvas. Uma boa idéia mas para ser usada com reservas. Copiei essa foto da bandeja acima, de um produtor americano e enviei-a a um produtor de potes para orquídeas que conheço em São Paulo, sugerindo produzir algo parecido. Abraços.

  • katia dito:

    Muito interessante essa dica. Várias orquideas se desidrataram no verão, principalmente aquelas que cultivo na varanda, já que não posso ficar molhando o piso como recomendado.
    Estou utilizando jardineiras e no fundo coloquei uma camada de areia e pedra. Algumas já mostraram sinais de recuperação, outras ainda não…
    Confesso que não sou muito habilidosa, mas vou tentar…
    Abraços, Katia

  • sandra soares dito:

    Foi por causa de uma jardineira que eu fiquei de repouso tres dias esta semana!!(rsrsrsrsrs) Para não me esborrachar no chão pulei da escada que leva para o terraço onde ficam as minhas plantas; resultado? Um esporão de calcanho e Graças a Deus nenhuma fratura!! Mas sobre estar molhando o local estou procedendo desta maneira nos dias mais quentes.Já que elas ficam numa área que tem piso e que não fica empoçando, posso molhar várias vezes ao dia. Mas a idéia da jardineira com areia é muito boa mesmo, nos tempos de dengue que é agora e sempre não vamos dar chances ao mosquito.
    R.: Orquidófilos são chamados orquidoidos ou orquibobos… exatamente pelo envolvimento de extrema dedicação que atuam com suas plantas no passar do tempo! Todos temos um pouco disso, de “doideira” e “bobeira” pela Natureza…antes todos fossem assim, teríamos um mundo mais verde, mais bonito e claro, mais harmônico. Te cuida nesses malabarismos…rs! Agora foi só o calcanho…

  • Magda dito:

    Ola Jose Luiz e “meninas”,

    achei otima sua sugestão, ja tenho algumas ideias e se conseguir envio a foto da minha solução arranjada. Se alguem pudesse produzir algo bonito seria legal, o que me encantou foi tb a estetica da coisa, pois cultivo minhas queridas em minha janela da sala de estar….não dá pra ficar muito feinho, né?!
    tenho amigos que usam bandejas com seixos ou outras pedras e tb fica legal, além de não deixar a agua toda exposta trazendo vários riscos, mas são bandejas rusticas e meio feiosas pra ter na sala, rsrsrsrsr.
    obrigada, mais uma vez, pela atenção.
    R.: Concordo com você Magda, no caso de cultivar as plantas dentro de casa é preciso que incorporem-se ao ambiente valorizando-o e nesse sentido é fundamental o formato, cor e qualidade do artigo. Mas mesmo usando bandejas mais baratas, é possível criar nelas pintura com textura, colagem (papel machê) e diversos outros recursos para que fiquem bonitas e combinando com o local, sem contar a finalidade principal que é o controle de umidade nos vasos, sem molhar os móveis e o piso. Observei que o produto americano é apenas uma bandeja com estrado plástico próprio, que serve de dreno. No lugar dele pode ser colocado seixos maiores etc. Vai lá…crie tuas bandejas e depois mande-me fotos…capriche que publico! Abraços.

  • sandra soares dito:

    José Luis,esta eu não resisti,Magda gostei do meninas,e penso que Kátia tbm!! Espero que possamos estar ajudando sempre!!! Um beijo

  • conceição aparecida urcelino dito:

    - Olá ,eu gostaria de saber
    como fasso para acabar com os purgão
    que estão matando tudo minhas Orquideas
    qual ah solução ?
    Bejooo’
    R.: Para acabar com os pulgões que estão matando suas orquídeas faça da calda de fumo que sugiro AQUI. Grato pela visita!

  • Dina dito:

    Olá!
    Estou começando a cultivar orquídeas e não sei como plantá-las…devo usara somente substratos nos vasos ou posso colocar terra preta (adubada)?
    Obrigada e parabéns pelo blog!!
    R.: Estimada Dina, cada coisa no seu devido lugar…portanto a cada orquídea, conforme a espécie, seu substrato correto. Se epífita, apenas troncos de madeira, e substratos mix destinados a elas, já comercializados em casas de jardinagem, geralmente uma mistura de fibra de coco, esfagno, isopor, carvão vegetal e casca de pinus ou cortiça. Jamais usamos terra preta em orquídeas epífitas. Sucesso no cultivo de suas plantas!

  • Socorro Cantuaria dito:

    Olá José Luiz,

    Orquídeas, índios, borboleta, filhote de foca: é a natureza maravilhosa em união, por isso, fiquei um tempão observando as fotos constantes da sua apresentação. Parabéns, são lindas.
    Moro em Macapá, Estado do Amapá e adoro orquídeas, tanto que vasculho pela internet os sites que tratam do assunto e passeando pela rede encontrei o seu. Muito bacana, principalmente pela consultoria.
    Aliás, aproveitando a deixa, tenho um cyrtopodium que vegeta em pleno sol mas não floresce. Do que ele precisa?

    Abraços,
    R.: Seja sempre bem-vinda Socorro! Parece-me que sua região é rica em Cyrtopodium. O ideal é verificar a origem do teu, se é de cultivo terrestre ou epífita, proporcionando-lhe as mesmas condições do habitat original, observação esta válida para qualquer espécie de orquídea. Se for terrestre, experimente adicionar num dos cantos do vaso, uma colher das de chá, de farinha de osso e torta de mamona (evite colocar diretamente sobre a parte onde estão as raizes). Isso ajudará a fornecer uma boa quantidade de fosfato (da farinha de osso) e nitrogênio (da torta de mamona), ajudando na floração. Se for planta epífita, clique AQUI e veja o artigo sobre adubação para floração usando adubos solúveis em água. Abraços.

  • Socorro Cantuaria dito:

    Obrigada pelas dicas,Luiz. Meu exemplar, Cyrtopodium saint-legerianum, foi adquirido de um orquidário comercial de Campo Grande-MS; sendo terrestre o substrato tem terra vegetal, areia grossa e carvão,será que tá certo?

    Abraços,
    R.: Socorro, no Mato Grosso é comum a Cyrtopodium saint-legerianum na vegetando na forma epífita, em coqueiros e árvores altas, muitas vezes exposta ao sol. As varias plantas que já vi no habitat, algumas nas árvores remanescentes da mata destruida, cuja área transformou-se em pastagem, nessas árvores a Cyrtopodium saint-legerianum enraiza de forma densa e compacta, praticamente circundando o tronco. Certa vez, a caminho de Poconé, tinha uma em cujo denso enraizamento com muitas raizes aéreas, uma pata selvagem ali fez seu ninho…o que me surpreendeu. Eu acreditava que tal orquídea fosse a Cyrtopodium palmifrons, mas de acordo com informações da bióloga Ada Benelli, no Mato Grosso não existe dessa ultima nativa aqui, e sim a primeira. Do que sei tanto uma como outra são mais comuns na forma epífita (e tanto nas flores como na planta, são bem parecidas. Sugiro verificar com quem você comprou ou ganhou muda da planta para saber com exatidão a forma como vegetava ela quando foi coletada na Natureza. Veja AQUI um excelente estudo de João A. N. Batista & Luciano B. Bianchetti mostrando fotos de flores de algumas Cyrtopodium de crescimento terrestre. Quem sabe a sua planta não estará descrita no estudo deles. Abraços.

  • Socorro Cantuaria dito:

    Olá Luiz,

    Infelizmente o interessante estudo não contempla o Cyrtopodium saint-legerianum, mas pelo que me consta quando adquiri o exemplar havia referência como sendo terrestre. Vou esperar mais um pouco, quem sabe um dia ele floresce, não é?

    Obrigada e abraços.
    R.: Socorro, tenho observado que em websites de renomados pesquisadores existe alguma confusão nesse sentido, mostrando flores de Cyrtopodium virescens como Cyrtopodium Saintlegerianum (é essa a correta grafia dada por Hoehne no fasc. 5, vol. XII, p. 11 – escrevendo-se o nome da espécie com inicial maiúscula e sem o hífen como em “saint-legerianum”). De acordo com a monografia, a Cyrtopodium Saintlegerianum Reichb. F., é uma epífita de porte pequeno e aspecto vegetativo não diferente da Cyrtopodium gigas (Vell.) Hoehne e afins mas com flores diferentes na estrutura. Sua distribuição geográfica está no Estado de Mato Grosso, regiões de cerrado e cerradões (p. 13 e 14). A Cyrtopodium palmifrons tem distribuição geográfica nos estados de Minas Gerais até Santa Catarina e Paraná (p. 16). Pretendo transcrever num artigo futuro, parte dessa monografia e pranchas ilustrativas de algumas espécies que pela similaridade confunde qualquer estudioso ou curioso, tanto que o próprio autor da obra Flora Brasílica, no início do texto faz comparações colocando questionamentos e explicações sobre tais semelhanças e quase sinônimos uma da outra, envolvendo a Cyrtopodium gigas (Vell.) Hoehne, palmifrons e Saintlegerianum e a punctatum, todas epífitas, segundo o autor. A Cyrtopodium virescens Reichb.F. & Warm. , com distribuição geográfica desde Minas Gerais até o Paraguai, é de hábito terrestre, em campos sujeitos a incêndios anuais. (p. 25). Se os próprios estudiosos são duvidosos nos seus conceitos…imagine os colecionadores e amantes de orquídeas ou revendedores! Abraços.

  • katia dito:

    Tenho um Cyrtopodium paranaense que não desenvolvia, sempre em total estado letargico (rs!)
    Li que essa espécie cresce em áreas de praias.
    Um belo dia me aborreci e parti para o tudo ou nada! Plantei diretamente no chão e coloquei na cova um pouco de areia da praia que misturei com areia de rio (aquela de loja de material de construção) bem lavada. Faz mais ou menos uns dois meses e ela já está com duas novas brotações.
    Não sei se foi sorte de iniciante…
    Abraços, Katia

  • Josecmar dito:

    Olá José, inspirado pela minha mãe, tornei-me orquidófilo, mas em razão de à época não possuir casa própria, fui perdendo meus exemplares tanto quanto me mudava de residência. Agora finalmente fixo em V.Grande, estou repensando meu orquidário, hoje tenho somente 5 exemplares, dos quais somente 2 florescem… mas tenho sofrido com ataque de cochonilhas, que, apesar de constantes remoções, sempre voltam e causam danos às folhas… O que pode mais ser feito? Agradeço.
    R.: É preciso verificar se você estaria com outras plantas de jardim com esta praga, e combater de forma igual todas as plantas. O uso do óleo de neem (ou nim), aliado a calda de fumo é eficaz contra cochonilhas, ou mesmo inseticida aerosol/spray a base de água , hoje existem várias marcas nos supermercados, o mais conhecido e comum é o “SBP”. Lembre-se, se não for a base de água não serve, pois a maioria dos outros usam como solvente base de querosene, prejudicial a qualquer planta. Leia atentamente o rótulo que deve estar escrito “solvente à base de água” ou algo parecido. Observe que mesmo o “SBP” tem o tradicional com solvente base de querosene. Abraços.

  • karen cristina dito:

    Olá, José Luiz!
    Gosto muito do seu site e de suas dicas.
    Será que vc poderia me dar dicas de cultivo de masdevallias sp?
    Grata, gde abraço
    Karen
    R.: Karen, o Ed mourão, no blog dele traduziu um texto simples e direto sobre cultivo de Masdevallia e Draculas, dois belos gêneros de orquídeas, publicado pelo website americano Orchids Web, veja:
    Masdevallias e Draculas crescem pelas Américas Central e do Sul e podem ser encontradas tanto no Norte como no Sul do México e sul do Peru. Elas são, em sua maioria, plantas de região fria e podem ser encontradas em altas elevações nas florestas montanhosas e com núvens onde prosperam na umidade intensa. Algumas crescem na linha da neve e não é raro vê-las ligeiramente salpicadas com a neve que se derrete. Outras ainda crescem em condições mais quentes e de certo modo mais secas onde as plantas realmente têm um pouco de estiagem entre os períodos de chuva. As cores e formas das flores deixam a mente confusa. Os muitos novos híbridos que estão surgindo são maravilhosos, também. Muitos terão o vigor do híbrido necessário para torná-los mais fáceis de cultivar e florir e muitos irão florir várias vezes por ano. Aqui portanto está uma lista de condições de cultivo que achamos podem ser úteis.

    TEMPERATURA
    Existe umas poucas Masdevallias que se dão bem em áreas mais quentes, onde as temperaturas das noites de verão às vezes caem a temperaturas de 18-20 graus C. São elas a Masdevallia floribunda, M. striatella, M. kuhniorum, M. bicolor, M. infracta, M. rima, M. bangii, M. minuta, M. attenuata e M. echo.
    Outras Masdevallias, incluindo Draculas, preferem temperaturas noturnas de 5-15 graus C. e temperaturas durante o dia sem atingir muito acima de 24-26 graus C.
    Lembre-se, quanto mais frio você cultivá-las, mais robustas as plantas serão. Além disso, as flores se desenvolverão em um período mais curto, dando a você uma floração de tamanho maior, bem como melhores cores e formas. Durante o verão é quase inevitável que haverá alguns períodos quentes, às vezes durando várias semanas. Quando isto ocorrer as plantas irão ressentir. A providência a tomar no caso é manter as plantas bem sombreadas, com isto reduzindo a temperatura das folhas. Mantenha a umidade alta, pelo menos 70% e forneça excelente ventilação. Descobrimos que, se você mantém as plantas mais secas nas raizes durante estes períodos quentes você evitará a podridão do caule que pode ocorrer muito rapidamente e devastar brotos mais novos e às vezes a planta toda. Borrifando ligeiramente as folhas impedirá que elas desidratem e assim que a temperatura começar a baixar poderá retomar a rega regular. Muitas vezes, durante as ondas de calor intenso, você notará, especialmente com Dracullas, algumas pontas de folhas tornando-se marrons ou ficando ligeiramente pintadas. Isto geralmente está relacionado com o período de stress e acabará tão logo as condições mais normais retornem. Então, lembre-se de quando estiver quente, manter as plantas sombreadas, úmidas, com muita ventilação e um pouco mais secas do que o normal.

    LUZ
    Na natureza, estas plantas crescem em locais que são muito sombreados, em torno de 1200 pés-velas (luz para Phalaenopsis) e também em locais bem claros, com excesso de 3500 pés-velas. Plantas com folhas mais pesadas e espessas geralmente precisam de mais luz (iluminação para Cattleyas). Aquelas com folhas mais delicadas e mais finas, preferem condições de mais sombra. No verão, reduza a luz para cerca de ½ do que as plantas precisariam normalmente.

    REGA
    Masdevallias e Draculas gostam de água. Se você examinar suas raizes descobrirá muitos pelos finos semelhantes à estrutura das raízes nos Paphiopelilums. É melhor regar estas plantas quando estão quase secas. Novamente, as folhas lhe darão uma dica de sua necessidade.
    Plantas com folhas mais pesadas e grossas preferem as raízes um pouco mais secas. As varidades de folhas mais delicadas e finas não, a menos que haja stress de calor como mencionado antes.

    SUBSTRATO
    O melhor substrato que encontramos é o esfagno, seja da Nova Zelândia ou variedade doméstica. Ao usar o esfagno é importante verificar a decomposição da mistura após 9 meses a um ano e reenvasar se necessário. Misturas de casca de árvore também funcionam, mas elas tendem a secar muito rapidamente, especialmente no verão. Esfagno mantém uma incrível quantidade de água, permanecendo contudo solto, permitindo a passagem de ar através do meio. Também. é muito fácil verificar o sistemas de raízes no esfagno. O substrato e tudo solta do pote sem dificuldade.

    FERTILIZAÇÃO
    Ferlilize a cada duas a três semanas com Grow More 20-10-20 nos níveis recomendados para orquídeas.
    *Texto extraído da homepage da Orchids Limited, com permissão dos autores,
    e traduzido para o português por Edgard Mourão
    ed@orquidea.cjb.net

  • Sidnéa dito:

    Prezado Sr Luiz,
    É com grande satisfação que pude constatar que poderei continuar a ter noções de como cuidar dessas “maravilhas da natureza”, uma vez que um seu colega, o Luiz Braga, do Orquidário Grande ABC, que infelizmente deixou deste plano terreste em fins de novembro, era meu orientador.
    Dele sempre tive as melhores dicas e espero, doravante contar com suas orientações, caso necessite.
    As minhas Miltonias estão simplesmente maravilhosas. Tb tenho uma que me foi dada por um dono de uma pousada na Ilha Comprida. Ela dá uma só flor na haste… Mandarei à vc uma foto p/ poder identifcá-la
    Até lá, meus parabéns pelo site.
    R.: Agradeço sua visita Sidnea, e conte comigo para alguma dica…naquilo que não soubermos outros visitantes poderão colaborar, como a Katia e Sandra, ambas do Rio! Abraços.

  • Glasiane Ribeiro dito:

    olá, sou uma iniciante, e gostaria de saber se todas as orquideas devem ser cultivadas do mesmo jeito? Sou apaixonada por orquideas, gostaria de ter contato pessoalmente ou por telefone. abraço e obrigada pela atenção!!
    R.: Orquídeas, conforme a espécie tem diferentes formas de cultivo. Sugiro continuar fazendo o que tem feito, visitando os mais diversos blogs ou websites que tratam de orquídeas como tema principal, e mesmo orquidários comerciais com páginas na internet, onde muitos tem paginas com dicas de cultivo, assim logo estará uma perita no assunto. Outra dica legal é comprar as revistas “O mundo das orquídeas” ou “Como cultivar orquídeas”, encontradas em edições mensais nas bancas de revista. Tais revistas, além de assuntos interessantes sobre cultivo, curiosidades, trazem também bonitas fotos de plantas floridas com a nomenclatura. Qualquer duvida entre em contato aqui no blog mesmo. Obrigado pela visita.

  • luciano camargo dito:

    OI JOSE LUIZ,TUDO BEM? MINHA MULHER TEM UM PEQUENO ORQUIDARIO EM NOSSA CASA, TODO MES DOU A ELA UMA ORQUIDEA DE PRESENTE.
    GOSTARIA DE SABER COMO FAÇO PARA FINANCIAR PESQUISAS DE ORQUIDEAS QUE NAO EXISTE, PARA COLOCAR O NOME DE MINHA ESPOSA NELA?
    OBRIGADO!
    R.: Concordo que “o amor está no ar“…literalmente e de acordo com seu nick de email…rs! É dificil mas não impossível e não precisa ser alguma orquídea rara, alguns produtores de orquídeas hibridas vivem registrando novos híbridos com nomes que “até Deus duvida”, alguns são verdadeiras pérolas! No teu caso é diferente, quer mostrar seu grande afeto por sua esposa. Para realizar seu sonho sugiro contatar pesquisadores, biólogos, botânicos brasileiros ou produtores que trabalham em tal mister, dentre eles Lou C. Menezes de Brasília, M.A. Campacci de São Paulo, Professor Cássio van den Berg, da Universidade Federal de Feira de Santana na Bahia, dentre outros. No caso de produtores que efetuam registros de novos hibridos tem o pessoal do Orquidario Santa Cruz de São Paulo, Orquidario Ostetto de Campo Grande/MS, Nobiles Flores de Guararema/SP, e outros. Sucesso no seu projeto! Abraços.

  • Patricia Diner dos Reis Rosa dito:

    Bom dia José Luiz!!
    Como é legal ler assuntos relacionados à algo que a gente gosta muito, orquídeas, quando a pessoa é entendida no assunto como vc!
    Observei nos comentários das pessoas que procuram certas informações as quais vc às vezes solicita que procurem em revistas ou em outros sites, que estas pessoas queriam mesmo é que vc encaminhasse para elas, sabe por que? Porque lendo suas preciosas dicas, nos deixa mais animados a sair correndo e cuidar das nossas orquídeas acreditando sempre que estamos fazendo a coisa certa!!!!!!!!Deu pra entender????
    A CREDIBILIDADE nas pessoas certas!!!
    Por isso espero que vc possa me ajudar!
    Trabalho na Prefeitura Municipal de Ourinhos – SP, e estamos para começar um projeto sobre cultivo de orquídeas no CR(Centro de Recuperação para presidiários)e gostaria que vc me enviasse como montar um orquidário pequeno. Tenho algumas idéias, mas gostaria de saber se é viável. Como por exemplo, fazer a estrutura de bambu? Se é preferível de início deixar todos os vasos pendurados sem bancadas? Pelo nosso clima qual seria a porcentagem do sombrite apropriado? Coleciono orquídeas à três anos, conheço um pouco, tenho minhas receitas caseiras, que até que vêm dando certo.
    Ah, adorei a idéia dos vasos de garrafa pet. No Natal passado nossa decoração de Natal na cidade foi toda feita com garrafas pet, ficou lindo!!! Nós poderíamos começar nosso projeto com essa sua idéia, que acha?? Fiquei meio em dúvida se poderia ser usado para todas as orquídeas? E de como fazê-lo? É que pelas fotos não dá pra ter idéia!
    Enfim, aguardo seu retorno para alavancarmos nosso Projeto!!!
    Um grande abraço!!!!
    … e parabéns por SABER E QUERER COMPARTILHAR seus CONHECIMENTOS!!!
    SEU ATO É UMA DÁDIVA DE DEUS!!!!!
    R.: Estimada Patricia,
    Agradeço sua visita e incentivo a continuar no bom trabalho de compartilhar conhecimentos. Literalmente acabo de voltar de Genebra, onde estive visitando familiares. Ainda estou sentindo os efeitos do fuso-horario, considerando o local de Mato Grosso, uma hora a menos que Brasilia e o de Genebra, cinco horas a mais atualmente, razão porque somente semana que vem passarei a atualizar artigos do blog. Quanto ao seu pedido, enviarei via email dicas e sugestões sobre seu projeto. Abraços.

  • Ella Kobiaco dito:

    Feliz retorno sr. José Luiz

    Gostaria de saber sua opinião sobre o cultivo de orquídeas em semihidroponia. Será que com o passar do tempo os exemplares conservam suas características intrinsecas? Afinal me parece uma mudança bastante radical (substrato, enraizamento, etc.)
    Obrigada pela atenção
    Ella Kobiaco
    R.: Ella, sei muito pouco sobre isso, talvez alguns colecionadores ou produtores pratiquem a forma semi ou totalmente hidropônica, mas a grande maioria ainda continua com o método tradicional, respeitando as particularidades da planta conforme a espécie e hábito vegetativo, se epífita, rupícola ou terrestre. Quem sabe, com este comentário, outros visitantes contem de suas experiências ou do que realmente conheçam. Eu também sou curioso a esse respeito! Abraços.

  • Bruna dito:

    Olá, José Luiz!

    Encontrei o site neste exato momento e me encantei com o conteúdo. Tens meus parabéns, pois sei que qualquer trabalho voltado ao público não é fácil. Apesar de não saber muito sobre orquídeas, tenho grande admiração por elas, e é por meio deste que venho pedir tua opinião.
    Pensei em fazer uma tatuagem em homenagem a minha avó, que é uma mulher linda, delicada e batalhadora, e sempre que vejo uma orquídea lembdo dela. Já procurei imagens, já visitei jardins, mas nunca achei AQUELA flor. Se não for pedir demais, queria que me indicasse algumas espécies para que eu possa fazer essa surpresa para “minha velhinha”. Obrigada pela atenção e mais uma vez, parabéns pelo trabalho.
    R.: Bruna, lembre-se que uma tatuagem, literalmente é para sempre. Sugiro a você desistir dessa ideia; talvez sua querida avó ficasse mais feliz se você presenteasse-a com uma orquidea que ela ainda não tenha. Mas se sua idéia é essa, a de ter uma orquídea tatuada em seu corpo, sugiro visitar a biblioteca virtual de orquídeas Jany Renz, da Suiça, com artigo aqui no Orquidário Cuiabá, e visualizando as diversas pranchas de orquídeas publicadas nos mais diversos livros virtuais, escolher aquela que mais lhe agrade…como você mesma disse, é preciso o “feeling” na escolha, no encontrar AQUELA flor – e isso só você sentirá e mais ninguem. Orquídeas do gênero Cypripedium, raras e que existem na Europa e norte dos Estados Unidos poderão te despertar maior curiosidade na sua procura. Em recente visita ao Jardim Botânico de Genebra, tive a felicidade de encontrar touceira de uma espécie florida, a Cypripedium reginae; em breve publicarei aqui no blog uma ficha dessa orquídea com muitas fotos feitas por mim. Para ver fotos dela já existentes no Google imagens, clique AQUI. Abraços.

  • Leandra Fontana dito:

    Olá, José Luiz!!!
    Primeiramente, gostaria de lhe parabenizar pelo site. Obtive vários conhecimentos através dele.
    Tenho várias plantas em casa, inclusive um minusculo orquidário feito somente com sombrite, e assim tenho vários problemas, pois no verão aqui chove muito (Vargem Alta-ES). Então estou planejando construir um novo orquidário, um bem maior, pois tenho espaço, então gostaria de obter algumas informações sobre a cobertura. Usando telhas de fibra de vidro não é necessário usar o sombrite? Qual a altura ideal? , essas coisa assim.
    Muito obrigada,
    Abraços.
    R.: Leandra, mantenha esse sombrite, necessario para dar a luminosidade adqueada para suas plantas, e compre um peda;o de plastico proprio para estufas, numa milimetragem mais grossa em sua espessura, e coloque bem esticado em cima do sombrite. Lembre-se de finalizado essa cobertura colocar fios de arame galvanizado fino cruzados em cima, para evitar que inflem quando de ventanias, assim como uma queda, desnivel da cobertura para nao acumular agua quando do periodo chuvoso. Se seu dinheiro permite comprar telhas de fibra de vidro, da na mesma do que acabo de sugerir, e talvez fique bem mais caro, pois gastara com madeiramento, pregos etc. Quanto a altura, varia muito, orquidario comerciais fazem bem alto a cobertura, mas a nivel domestico uma altura de 2,5m (dois metros e meio) esta de bom tamanho, permitindo boa ventilação no local. Abraços.

  • Manoel dito:

    Caro JOSÉ LUIZ,
    Adorei seu “site” sobre orquídeas.
    Na verdade não sou conhecedor desta área da botânica, mas aprecio a beleza do seu trabalho e a sua dedicação com tão delicadas plantas (flores).
    Li, também, o artigo “e seu eu fosse gari” e o achei de uma sensibilidade sem igual e que, por isso mesmo, chama a nossa atenção para os “invisíveis” deste mundo atual.
    Mundo que está em construção por nós mesmos, razão pela qual, sua beleza ou feiúra depende só de nós, seus verdadeiros arquitetos.
    Abraços,
    Manoel

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