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	<title>Comentários sobre: O Alzheimer  e a luz da alma</title>
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		<title>Por: Sandra Soares</title>
		<link>http://www.orquidariocuiaba.com.br/recomendo/o-alzheimer-e-a-luz-da-alma/comment-page-1/#comment-9130</link>
		<dc:creator>Sandra Soares</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 20:54:06 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. Geraldo, como sempre estou em contato com o blog, procuro estar sempre atenta ao que  ocorre em nossa volta. Ainda hoje estive fazendo uma visita na casa de uma amiga, em que a mãe dela está em um estado muito avançado da doença. Mas lhe digo uma coisa, nunca perca a esperança, sei que uma palavra de estímulo sempre vale a pena. Tenho encontrado vários casos parecidos com o seu, e em todos eles tenho encontrado muita dedicação: são os de minha cunhada que cuida da mãe, desta amiga que hoje fui a casa dela e o de nossa amiga do blog, Sônia Aparecida, que é minha vizinha e cuidou da sogra dela até o fim, e ainda hoje é cuidadora de uma outra pessoa, como ela conta no blog.Que Deus lhes abençoe, ao senhor e a sua esposa. Um abraço, Sandra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Geraldo, como sempre estou em contato com o blog, procuro estar sempre atenta ao que  ocorre em nossa volta. Ainda hoje estive fazendo uma visita na casa de uma amiga, em que a mãe dela está em um estado muito avançado da doença. Mas lhe digo uma coisa, nunca perca a esperança, sei que uma palavra de estímulo sempre vale a pena. Tenho encontrado vários casos parecidos com o seu, e em todos eles tenho encontrado muita dedicação: são os de minha cunhada que cuida da mãe, desta amiga que hoje fui a casa dela e o de nossa amiga do blog, Sônia Aparecida, que é minha vizinha e cuidou da sogra dela até o fim, e ainda hoje é cuidadora de uma outra pessoa, como ela conta no blog.Que Deus lhes abençoe, ao senhor e a sua esposa. Um abraço, Sandra.</p>
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		<title>Por: Geraldo R. Vilar</title>
		<link>http://www.orquidariocuiaba.com.br/recomendo/o-alzheimer-e-a-luz-da-alma/comment-page-1/#comment-9096</link>
		<dc:creator>Geraldo R. Vilar</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 17:47:34 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei muito do artigo da escritora Lya Luft, Fonte revista &quot;Veja&quot;, de 26/08/09, p. 26, sobre o Mal de Alzheimer. Nele, a autora descreve com bastante clareza e conhecimento de causa, essa terrível doença que, lamentavelmente, acometeu sua estimada mãe. Tenho lido muito o que a ela se relaciona. A minha esposa, infelizmente, em julho de 2008, foi diagnosticada ser portadora da doença. Quando o médico neurologista me deu a triste notícia, foi como se mundo estivesse desabando sobre mim. A partir daí, minha querida esposa foi perdendo sua memória, de maneira galopante. Tem-me sido penoso vê-la com está e como foi, ativa, disposta, alegre e comunicativa, bonita e vaidosa, pois, afinal, são 50 anos de uma feliz convivência amorosa. É difícil aceitar e conviver com uma pessoa a quem amamos ser portadora de uma doença degenerativa. Sou seu cuidador, e a ela dedico todo meu tempo, com muito carinho, e vejo que, a cada dia, semana e mês, estou lhe perdendo, paulatinamente. Não posso dela me afastar, enquanto, ainda me conhece, já que de mim é completamente dependente. Sei que chegará um dia que não vai mais me conhecer, como sei que será extrememente doloroso para mim que tal fato aconteça. Quando isso ocorrer, se vivo ainda estiver, vou continuar vivendo, mas deixarei de existir.
&lt;strong&gt;R.:&lt;/strong&gt; Estimado Geraldo, existem dois bons filmes, “Diário de uma paixão” e “Longe dela”, cujos links estão num dos comentários acima e que abordam o assunto de uma forma muito bonita. Sugiro assistí-los, um deles aborda com muita maestria isso que você hoje vive  no relacionamento com sua querida esposa, principalmente como cuidador. Um abraço afetuoso a voces dois!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito do artigo da escritora Lya Luft, Fonte revista &#8220;Veja&#8221;, de 26/08/09, p. 26, sobre o Mal de Alzheimer. Nele, a autora descreve com bastante clareza e conhecimento de causa, essa terrível doença que, lamentavelmente, acometeu sua estimada mãe. Tenho lido muito o que a ela se relaciona. A minha esposa, infelizmente, em julho de 2008, foi diagnosticada ser portadora da doença. Quando o médico neurologista me deu a triste notícia, foi como se mundo estivesse desabando sobre mim. A partir daí, minha querida esposa foi perdendo sua memória, de maneira galopante. Tem-me sido penoso vê-la com está e como foi, ativa, disposta, alegre e comunicativa, bonita e vaidosa, pois, afinal, são 50 anos de uma feliz convivência amorosa. É difícil aceitar e conviver com uma pessoa a quem amamos ser portadora de uma doença degenerativa. Sou seu cuidador, e a ela dedico todo meu tempo, com muito carinho, e vejo que, a cada dia, semana e mês, estou lhe perdendo, paulatinamente. Não posso dela me afastar, enquanto, ainda me conhece, já que de mim é completamente dependente. Sei que chegará um dia que não vai mais me conhecer, como sei que será extrememente doloroso para mim que tal fato aconteça. Quando isso ocorrer, se vivo ainda estiver, vou continuar vivendo, mas deixarei de existir.<br />
<strong>R.:</strong> Estimado Geraldo, existem dois bons filmes, “Diário de uma paixão” e “Longe dela”, cujos links estão num dos comentários acima e que abordam o assunto de uma forma muito bonita. Sugiro assistí-los, um deles aborda com muita maestria isso que você hoje vive  no relacionamento com sua querida esposa, principalmente como cuidador. Um abraço afetuoso a voces dois!</p>
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		<title>Por: Roberto Carlos Marchesoni</title>
		<link>http://www.orquidariocuiaba.com.br/recomendo/o-alzheimer-e-a-luz-da-alma/comment-page-1/#comment-8407</link>
		<dc:creator>Roberto Carlos Marchesoni</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 13:30:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.orquidariocuiaba.com.br/?p=3854#comment-8407</guid>
		<description>Bom dia,Excelente matéria.
 Era preciso que todas as familias que tem uma pessoa com essa doença,lessem essa matéria.
 Minha sogra ja apresenta os sintomas e a familia tem dificuldade para entender,e aceitar, é uma pena.
 
 Hoje em dia os velhos são descartados pela familia , que no desejo de TER acaba deixando de SER.
 Esse tambem é um mal do seculo,onde pessoas querem ter independente de como ser.

 Abraços
 Roberto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia,Excelente matéria.<br />
 Era preciso que todas as familias que tem uma pessoa com essa doença,lessem essa matéria.<br />
 Minha sogra ja apresenta os sintomas e a familia tem dificuldade para entender,e aceitar, é uma pena.</p>
<p> Hoje em dia os velhos são descartados pela familia , que no desejo de TER acaba deixando de SER.<br />
 Esse tambem é um mal do seculo,onde pessoas querem ter independente de como ser.</p>
<p> Abraços<br />
 Roberto</p>
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		<title>Por: Sônia Aparecida</title>
		<link>http://www.orquidariocuiaba.com.br/recomendo/o-alzheimer-e-a-luz-da-alma/comment-page-1/#comment-7830</link>
		<dc:creator>Sônia Aparecida</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 22:19:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.orquidariocuiaba.com.br/?p=3854#comment-7830</guid>
		<description>Caro Jose Luiz!!

Parabens por esta materia,e gostaria de dizer que realmente é assim mesmo que acontece com quem sofre desta doença.
Digo isso com experiência propria,pois cuido de minha vózinha, hoje com 92 anos e tem alzheimer a 8 anos. Ela as vezes se lembra de coisas e pessoas de décadas passadas, mas se esquece de pessoas e coisas do dia a dia.
Ex: Dos filhos não se lembra mais, os netos então menos ainda.
Se saio com ela no quintal de casa, quando retorno acha que esta em outro lugar e pede pra levá-la pra casa dela, às vezes é muito complicado mas é só com muita paciência, AMOR e CARINHO que conseguimos
contornar a situação.
Sabe Jose Luiz!! eu cuidei de minha sogra durante 9 anos com derrame e hoje cuido da vó. Eu aprendi que investir em conhecimento, pode nos tornar sábios...mas o AMOR e a FÉ nos torna humanos!!
Abraçosss...
&lt;strong&gt;R.:&lt;/strong&gt; Bonito relato Sônia. Concordo que se tivermos toda cultura ou conhecimento sobre os mais variados assuntos mas não tivermos esse amor manifestado pelo afeto ao praticarmos mesmos conhecimentos, não teremos sido humanos. Redescobrir esse humanismo é o que falta para que tenhamos um mundo realmente melhor, não só para os portadores de Alzheimer como para qualquer convívio, seja social, familiar ou profissional. Abraços. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jose Luiz!!</p>
<p>Parabens por esta materia,e gostaria de dizer que realmente é assim mesmo que acontece com quem sofre desta doença.<br />
Digo isso com experiência propria,pois cuido de minha vózinha, hoje com 92 anos e tem alzheimer a 8 anos. Ela as vezes se lembra de coisas e pessoas de décadas passadas, mas se esquece de pessoas e coisas do dia a dia.<br />
Ex: Dos filhos não se lembra mais, os netos então menos ainda.<br />
Se saio com ela no quintal de casa, quando retorno acha que esta em outro lugar e pede pra levá-la pra casa dela, às vezes é muito complicado mas é só com muita paciência, AMOR e CARINHO que conseguimos<br />
contornar a situação.<br />
Sabe Jose Luiz!! eu cuidei de minha sogra durante 9 anos com derrame e hoje cuido da vó. Eu aprendi que investir em conhecimento, pode nos tornar sábios&#8230;mas o AMOR e a FÉ nos torna humanos!!<br />
Abraçosss&#8230;<br />
<strong>R.:</strong> Bonito relato Sônia. Concordo que se tivermos toda cultura ou conhecimento sobre os mais variados assuntos mas não tivermos esse amor manifestado pelo afeto ao praticarmos mesmos conhecimentos, não teremos sido humanos. Redescobrir esse humanismo é o que falta para que tenhamos um mundo realmente melhor, não só para os portadores de Alzheimer como para qualquer convívio, seja social, familiar ou profissional. Abraços.</p>
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		<title>Por: Sandra Soares</title>
		<link>http://www.orquidariocuiaba.com.br/recomendo/o-alzheimer-e-a-luz-da-alma/comment-page-1/#comment-7807</link>
		<dc:creator>Sandra Soares</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 01:13:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.orquidariocuiaba.com.br/?p=3854#comment-7807</guid>
		<description>Bem, eu gostaria de colocar aqui que não conheci nenhum caso, mas é impossível. De certa maneira eu convivo com uma pessoinha maravilhosa que está passando por este problema. Ela é Nelsina, sogra de meu irmão, ás vezes pega uma boneca e fica ninando como se fosse o seu bebê, não se lembra de seu neto que tem quase quatro anos e pergunta de quem é esta criança? E com um sorriso nos lábios, olha e balança a cabeça negativamente, como se fosse dizer não sei de quem é. É aí que eu parabenizo as suas filhas que cuidam dela com muito carinho e, mesmo que tenham que deixar as suas casas, pois ela não fica tranquila onde tem portão ou quintal sem muito espaço, que é pequeno para as suas brincadeiras de agora, uma criança frágil quer ter. E o mais interessante é que lhe interessa agora são as coisas do passado distante o mais distante possível. Mas sejamos mais atentos para o nosso futuro, e que possamos ajudar os que precisam agora estendendo a mão mesmo que seja para brincar de roda ou amarelinha. Abraços, Sandra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, eu gostaria de colocar aqui que não conheci nenhum caso, mas é impossível. De certa maneira eu convivo com uma pessoinha maravilhosa que está passando por este problema. Ela é Nelsina, sogra de meu irmão, ás vezes pega uma boneca e fica ninando como se fosse o seu bebê, não se lembra de seu neto que tem quase quatro anos e pergunta de quem é esta criança? E com um sorriso nos lábios, olha e balança a cabeça negativamente, como se fosse dizer não sei de quem é. É aí que eu parabenizo as suas filhas que cuidam dela com muito carinho e, mesmo que tenham que deixar as suas casas, pois ela não fica tranquila onde tem portão ou quintal sem muito espaço, que é pequeno para as suas brincadeiras de agora, uma criança frágil quer ter. E o mais interessante é que lhe interessa agora são as coisas do passado distante o mais distante possível. Mas sejamos mais atentos para o nosso futuro, e que possamos ajudar os que precisam agora estendendo a mão mesmo que seja para brincar de roda ou amarelinha. Abraços, Sandra.</p>
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